Pinup


Um estilo que conheci e me apaixonei foi o estilo Pinup! Desde ano passado quando tive que fazer um trabalho escolar e encarnei a Katy Perry, me apaixonei e comecei a mes vestir nesse estilo. Pinup geralmente é representado por mulhere voluptuosas, com salto altos, lingeries, saias e vestidos bem marcados, cabelos cacheados e batom vermelho. Claro que não precisa seguir o estilo a risca, você pode se vestir dessa forma sem ser vulgar e até de uma maneira romântica.
Nas fotos acima eu investi em saias, meia-calça, cintos, sapatilhas e blusa com babados ou xadrez, depende da imaginação de cada pessoa.

Na maquiagem, eu usei pó para deixar a pele bem branquinha, o batom vermelho que é merca registrada das Pinups e o delineador no estilo gatinha. Claro que é preferível delineador preto, mas como minha maquiagem era azul, decidi usar meu delineador da Hannah Montana (que é muito bom se quer saber, além de bastante durável). Achei que o efeito ficou muito bom! :)
E para quem tem curiosidade sobre o clip da Katy Perry que eu fiz com minhas amigas, está aqui! Foi um trabalho de livro opcional e fizemos de Eclipse da Saga Crepúsculo, que eu particulamente não gosto muito, mas achei que a história combinou perfeitamente com o que a música queria dizer.


Unhas coloridas


(Risqué Jóias Místicas Turmalina / Impala: Spirt, Tech, Club! e Shock)

Também decidi entrar na onda das unhas coloridas e neon, infelizmente não consegui comprar toda a coleção da Impala (faltou o Fluors, o amarelo), por isso, tive que fazer uma substituição de última hora com o esmalte lindo da Risqué da coleção Jóias Místicas! O resultado está abaixo, desculpe a péssima imagem da câmera ):


Nunca tinha usado esmalte fosco na minha vida e fiquei realmente satisfeita com o resultado da coleção da Impala! Minhas unhas pareciam balas de tão coloridas e bonitas, vale a pena usar e inovar. Tem muitas pessoas que não gostam de esmalte fosco pelo simples fato de não brilhar, mas eu achei o resultado muito bom e diferente, ainda mais que a moda do esmalte fosco está vindo com tudo!

Rain Drum

Já ouviu falar daquele filme Cantando na Chuva? Onde um homem fica cantando e dançando? Então, agora você pode fazer o mesmo e terá música de verdade. O Rain Drum é um guarda-chuva criado por Dong Min Park. O guarda-chuva tem várias áreas diferentes e cada uma toca um tipo de som quando as gotas de chuva a atinge, ou seja, realmente será um musical.

O design do guarda-chuva também é super divertido e colorido, só não sei se ele é bom o suficiente para te proteger da chuva. Espero que ele seja tão grande quanto da foto, mas ainda teremos que esperar para ver por que está em desenvolvimento. Mesmo assim adorei a ideia!

Is Parade: A Parada do Twitter


Se você sempre sonhou participar de uma passeata, agora é sua chande de realizar seu sonho sem sair da cadeira e levar seus followers do Twitter junto! No site Is Parade você colocar seu user e em uma animação mostra seus followers te seguindo em uma passeata em sua homenagem! Dá para fazer passeatas de tags também, é só clicar em Keyword e colocar a #hashtag.

Fiz uma do meu user e na imagem mostra meus seguidores atrás, conforme for indo a passeata, vai aumentando o número de seguidores e eles até trazem uma estátua com sua foto. É muito engraçado!

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


Eu já tinha ouvido falar de Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, principalmente em blogs de moda que eu costumava frequentar, mas só foi agora que decidi ler o livro de uma das escritoras que eu chamo de Rainha do Humor, Sophie Kinsella. Não só terminei de ler o livro, como em seguida assisti ao filme para comprovar se é tão bom como as pessoas falam. E não me decepcionei com nenhum dos dois.
OS DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM é um pouco da história de todas as pessoas para as quais comprar é quase uma terapia, a resposta para todos os problemas, mesmo criando outros piores ainda. Entre eles, inventar a próxima desculpa para o gerente do banco: - "Meu pé quebrou! Você não recebeu meu cheque? Meu cachorro morreu!", são alguns dos argumentos usados por Becky para enrolar seu gerente Derek Smeath.Mas a personagem de Sophie Kinsella não é apenas uma "material girl" que só pensa em dinheiro e futilidades. Rebecca é sensível, carinhosa e extremamente otimista. Com essas qualidades, ela vai fazer de tudo para resolver seu problema. Primeiro, tenta reduzir seus gastos a zero, o que logicamente, não funciona. Diante disso, ela resolve que precisa ganhar mais dinheiro, mesmo sabendo que seu emprego está ameaçado. Nos delírios de consumo de Becky, todos os seus problemas se resolveriam de imediato ao ganhar na loteria, ou se um completo estranho pagasse sua conta do Visa - por engano, claro.Como se não bastasse, em meio a tanta confusão, Becky ainda arruma tempo para se apaixonar pelo sedutor - e expert em finanças - Luke Brandon.
Nova York. Rebecca Bloomwood (Isla Fisher) é uma garota que adora fazer compras. Seu grande sonho é um dia trabalhar em sua revista de moda preferida, mas ela no máximo consegue chegar na porta do local. Até que um dia ela consegue emprego como colunista em uma revista de finanças publicada pela mesma editora. Quando enfim seu sonho está prestes a ser realizado, ela faz de tudo para que seu passado não venha à tona.
Tenho que dizer que passei as horas mais divertidas lendo o livro! Becky Bloom é uma personagem extremamente engraçada, e Sophie Kinsella trata todos os problemas dela com muito humor. Mas como nem tudo é perfeito, o filme mudou muita coisa em relação ao livro, mesmo assim não ficou ruim, conseguiu manter o humor e o jeito fofo de Becky.
Mas vou falar das malditas diferenças entre ambos, por que adoro fazer isso!
● A história do livro se passa na Inglaterra, enquanto a do filme se passa em Nova York. Tenho que dizer que odiei essa mudança, apesar de achar que a história ficaria muito melhor se acontecesse no Estados Unidos mesmo, já que é o país das compras!
● Becky nunca trabalhou em uma revista de jardinagem no livro e nem ao menos chegou a trabalhar com Luke Brandon.
● A história do livro gira em torno das dívidas dela e suas ideias mirabolantes de como pagá-las. O filme gira mais em torno do romance entre Luke e ela, coisa que no livro acontece às vezes.
● No livro o único vilão de verdade são as dívidas e até um pouco o Luke. No filme os vilões são Derek Smith, o dono do banco onde Becky tem dívidas e a namorada de Luke (que esqueci o nome). Derek Smith no livro é um cara muito legal apesar de Becky não pagar as contas.
● Tarquin não é namorado de Suze como mostra o filme, ele é primo dela e nunca terão um caso. Há mais coisas sobre ele no livro, mas não vou contar.
● Suze no livro é rica e adora gastar tanto quanto Becky, sem contar o quão criativa é. No filme ela é meio maluquinha, do tipo que não parece ligar para moda e tenta ajudar Becky a parar de gastar, coisa que não acontece no livro.
● Becky nunca participa de um grupo de consumistas como mostra no filme. E nunca pararia de gastar em minha opinião.
● No filme, Becky é extremamente sortuda e só acaba se dando um pouco mal no final. Já no livro, ela se dá mal o tempo todo e só no final consegue se resolver. Prefiro essa parte no livro já que as cenas no filme parecem meio bobas.
● No filme, Luke é meio despreocupado e gentil, uma graça! No livro, ele é meio sério, charmoso e elegante, às vezes eu o achava um bocado chato. Por isso os pontinhos vão para o Luke do filme!
● No filme, Becky é conhecida por sua echarpe verde, coisa que não acontece no livro, apesar de ela comprar uma echarpe.

Essas são só algumas das diferenças que vi, deve ter milhares que não comentei por causa dos malditos spoilers (e também pela falta de memória)! Tenho que dizer que a vitória vai para o livro, o achei muito mais maduro, engraçado, realista e motivador. O filme ficou meio bobinho, romântico e engraçado, mas de forma nenhuma ficou ruim. Depois que acabei de ler o livro, fiquei com uma imensa vontade de mudar minha vida igual a Becky! Acho que todas as garotas se identificam com ela de alguma forma, não por gastarem demais (coisa que não faço), mas por quererem melhorar de vida e serem aceitas pelos outros como alguém importante. Agora, não vejo a hora de ler os outros livros, por que é uma série! E não perca tempo também, por que vale muito a pena!

Sonhos


Com o texto do post abaixo, tive a ideia de contar um pouco sobre o que eu quero para minha vida. Talvez se algum dia, no futuro, eu quiser dar uma olhada nos meus posts passados acho que será legal descobrir quais eram os meus sonhos de quando eu tinha 16 anos. Talvez valha a pena caso eu decida mudar meus sonhos para algo não muito bom.

1) Ser escritora: Mesmo antes de aprender a escrever, eu já fazia livros. Só que eram livros ilustrados, ou seja, havia apenas desenhos (talvez explique por que também consigo desenhar bem). Depois que aprendi a escrever, eu criava livrinhos com desenhos e textos, mas nunca sonhei realmente em ser escritora. Foi com 12 anos que pensei no que eu poderia ser quando crescesse, então pensei no que eu mais gostava de fazer, que era ler! Mas que eu saiba não havia trabalhos em que eu poderia passar o dia todo lendo, então, por que eu não poderia escrever livros? Desde então venho treinando! Meu sonho é realmente publicar um livro, não sei se será bom ou se fará sucesso, mas pelo menos quero deixar para o mundo um pouco de mim!

2) Ser mochileira: Sempre quis viajar pelo mundo inteiro e acho que isso não atrapalharia nada meu sonho número 1! Acho que a bagagem cultural que eu ganharia me ajudaria muito a escrever livros, além de poder conhecer um mundo diferente do que estou acostumada. Se eu tivesse muito dinheiro, acho que não chegaria a gastar com muitas coisas materiais, gostaria mesmo de gastar conhecendo o mundo!


3) Ter uma câmera fotográfica profissional: Sim, eu adoro fotografia! O problema que câmeras são tão caras! Geralmente passo meu dia olhando sites de fotografias e tentando aprender algo de novo, pena que minha câmera não é tão boa, mas posso descobrir formas de tirar fotos legais com ela. Ainda pretendo fazer algum curso algum dia e quem sabe tirar fotos lindas e criativas.

4) Aprender a desenhar melhor: Como sou otaku e viciada em animes, a única forma que sei desenhar é em anime. Queria aprender a fazer meu próprio estilo de desenho e quem sabe também ilustrar algum dos meus livros! Eu gosto de desenhar, mesmo que eu não faça isso com tanta frequência quanto antes.

5) Trabalhar com alguma revista: Desde que eu assisti O Diabo Veste Prada eu surtei. Vi que trabalhar em uma revista é realmente algo legal! Na escola, alguns dos meus trabalhos opcionais são revistas e pelo incrível que pareça, me divirto muito fazendo. Quem sabe um dia eu não vire uma Miranda Priestly? Mas um pouco mais gentil.


6) Aprender vários idiomas: Os únicos idiomas que sei bastante é inglês e espanhol (mas com possíveis erros, claro). Também sei o básico de alemão e um pouco de japonês que aprendi assistindo animes. As línguas que mais tenho interesse de aprender, além das que eu falei, são russo, francês e italiano. Mas se possível, também adoraria aprender outras línguas além dessas.


7) Ter roupas legais: Tudo bem, estou sendo materialista agora! Mas eu gosto de moda também e passo horas em sites como o Lookbook e blogs de moda, vendo roupas lindas. Não interessa a marca, gostaria de ter roupas legais e estilosas, além de aprender a me vestir melhor e descobrir meu próprio estilo.

Bem, acho que é isso! Claro que devo ter esquecido várias outras coisas que sonho, mas por enquanto, são esses que eu lembro :D
E quais são seus sonhos?

A História de um Ser Humano


Eu estava aqui pensando com meus botões (que ocasionalmente eu não tenho, mas é o efeito da frase que vale) sobre a vida. Se quer saber, a coisa que eu mais penso é sobre a vida, ainda mais quando vestibular estar para vir e mais um monte de decisões que me deixam de cabelos em pé. Todo mundo fica super ansioso pensando no que diabos fazer da vida e não sabe ao certo o que seguir. O problema é que eu sei o que quero ser, só que não existe faculdade para isso, mesmo assim terei que fazer uma.
O que me deixa realmente abismada, é que passamos pelo menos uns doze anos de nossa vida na escola (tem gente que passa mais anos e outros menos, depende de cada um), acreditando que tudo que nós aprendermos vai ter uma certa importância em nossa vida. Então vem o maldito vestibular (o que eu nunca enfrentei e tenho medo hehe), onde de milhares de pessoas, seleciona as melhores, aquelas que devoraram livros durante anos enquanto eu estou aqui no meu blog e twitter em vez de estudar.
Então depois de muito sufoco, você consegue passar no vestibular, uns conseguem ótimas colocações outros ficam um pouco para trás (tipo eu RIARIAI), mas lá está você na faculdade, escolhendo fazer algo de interessante e que supostamente vai te fazer feliz. São quatro, cinco, seis anos ou até mais de estudos, onde sua vida social acaba e você se vê estudando mais do que antes. Depois que o tempo passa, lá vem diploma, pós-graduação, doutorado... mas vamos deixar isso de lado.
Mas aí você pensa, para quê tantos anos de dedicação? Talvez eu pense que seja para um emprego digno e lá está seu emprego digno. Claro que alguns conseguem o emprego dos seus sonhos, outros se contentam com alguns não bons o suficiente, mas o que conta é o salário, não é mesmo? E você passa sua vida trabalhando e conseguindo dinheiro para comprar, pagar contas e sobreviver. Logo depois encontra, quem sabe, a pessoa dos seus sonhos, se apaixona, se casa, tem filhos e tem que trabalhar mais para sustentar todos.
Então depois que você fica velho, descobre que não fez metade das coisas que planejava, que o emprego que você tem nem de longe era o dos seus sonhos, que a única esperança que tem é que seus filhos saibam que caminho seguir. Se você se arrepende de algo? Talvez sim, talvez não, mas talvez quisesse que algumas coisas fossem diferente.
Não estou criticando que escola, faculdade ou derivados é ruim. Estou apenas falando que todas as vidas parecem tremendamente clichês, onde todos seguem o que acha que deve ser seguido, mas nem metade realiza seus sonhos. Se você avaliar a vida por um lado, descobrirá que nada tem sentido, mas você pode criar um sentido para ela. Vá atrás dos seus sonhos, não importando se o salário dele não é alto ou se todos acham aquilo falta de tempo. A única coisa que importa de verdade é se você vai ser feliz com aquilo.
Não quero ser mais uma pessoa, aquela classificada como um número, quero fazer a diferença. Claro que não vai ser eu que vou descobrir a cura para o câncer, mas talvez eu possa fazer algo bom pelas pessoas e por mim mesma. O que eu realmente quero, é quando chegar a hora de morrer, saber que fiz algo de que me orgulho. É saber que morri, deixando algo bom de mim para as pessoas se lembrarem e que minha existência não foi em vão.