Às Profundezas


Minha mão segurava firmemente as barras de ferro que me separavam do meu reflexo há uns cinco metros abaixo. Era difícil descobrir se o rosto nas águas tremeluzentes realmente pertencia a mim, já que meus olhos banhados de lágrimas impediam minha visão. Ou talvez fosse o fato de que minha cabeça não estava realmente organizada de tal maneira para reconhecer rostos, mesmo que fosse o meu.

A verdade é que tudo estava terrivelmente de cabeça para baixo, tanto que eu não sabia mais se estava acima da água ou abaixo dela. Um momento ele estava comigo, ao meu lado, sorrindo, respirando, com um coração jovem batendo em seu peito. No outro momento, tudo acabara, ele estava sem vida, com os olhos estáticos que nunca mais poderiam ver meu rosto. Ele estava entregue à escuridão.

O que restava de mim estava despedaçado, tentando entender o que saíra de errado. Não estava falando do término de um romance comum, daqueles que um “acabou” significava que amanhã você pode reencontrar a pessoa novamente. Estou falando de um “Adeus para todo o sempre”. Você nunca mais verá a pessoa, a não ser nas fotos corriqueiras que tirou, nos bilhetes guardados na gaveta ou simplesmente naquele casaco emprestado, com o cheiro da pessoa.

Ele estava morto. Isso era tão difícil de assimilar. Era como se fosse a maior mentira que o mundo havia me pregado, se me dissessem que nosso romance tinha terminado por causa de uma briga, eu poderia entender. Mas aquilo eu nunca compreenderia, mesmo que eu tentasse. Não adiantava apertar aquela barra de ferro com força, como se pudessem tornar os fatos mais reais, nada estava certo.

Apoiei-me mais para poder ver meu reflexo, agora eu podia reconhecer minhas feições e meus cabelos grudados ao meu rosto por causa das lágrimas. Eu só não contava com a visão de outra pessoa ao meu lado. Virei para trás, tentando localizar quem estivera perto de mim, mas não havia ninguém, a rua estava escura e deserta como sempre estivera. Só havia pessoas no final da esquina, em um bar vagabundo, com uma música irritante.

Olhei novamente meu reflexo, ou eu estava realmente louca ou outra coisa muito parecido com uma pessoa estava ao meu lado. Então meu coração disparou quando percebi de quem se tratava. Como eu não reconheci antes? Eram os mesmo olhos que sempre me fitaram, era o mesmo sorriso que eu via todas as manhãs, era o mesmo cabelo insistentemente despenteado, era a mesma pessoa por quem eu chorara o dia inteiro.

A realidade parecia mais uma vez distante, ele estava aqui, não morrera! Eu era capaz de senti-lo perto de mim, até sua respiração quente chegava até a minha nuca, me enchendo de vontade de me voltar para trás. Mas eu tinha medo de perder a visão dele, de olhar novamente para trás e não ver nada, de voltar a olhar meu reflexo e não vê-lo ao meu lado. Mesmo assim, ele estava tão distante e quanto mais lágrimas inundavam meus olhos, mais eu sentia que podia perdê-lo novamente.

Estiquei meu braço, tentando tocar a água, mas ela estava há metros de distância, nunca poderia chegar perto dele. Tentei novamente e antes que pudesse impedir que a lei da física fizesse seu papel, despenquei até a água, às profundezas da mesma forma que Narciso morreu por sua imagem, eu morri pela dele.

Dasty e seus contos estranhos tsc tsc...

Unha de bolinhas


Eu já fiz essa unhas faaaaaaaaaz séculos e só agora decidi postar sobre ela. Estava querendo inventar um pouquinho, por isso pintei ela de Fluor da Impala (aquele amarelo beeem forte) e os pontinhos (é só fazer com aqueles pincéis próprios para unha, bem fininhos, é o nº1 se não me engano) com Black da Coloroma. O resultado ficou diferente e divertido, até combinou com a blusa que eu estava usando! Acho que bolinhas fica bom com qualquer tipo de cor, é só saber combinasr. Dá próxima vez vou tentar de diversos tipos!

Show do Boys Likes Girls


Na volta do feriado do Dia das Crianças, eu acabei ouvindo na rádio da Mix sobre a promoção que você poderia ir a um show exclusivo do Boys Likes Girls. Confesso que não sou fã deles, mas gostava um bocado das músicas que eu já ouvira, então, entrei no site e decidi participar. Eu realmente não sabia que ia ganhar, mas até que eu estava torcendo, por que eu realmente amava Two is Better than One e queria ouvi-la ao vivo.
Então, no dia 28 de Outubro, eu fui uma das selecionadas para assistir o show exclusivo com mais umas duzentas pessoas. Tive que pegar ônibus e mêtro, ficar duas horas na fila, com um sol de assar o coco até finalmente conseguir entrar no Teatro da Mix. E valeu a pena. Para uma não-fã como eu, fiquei impressionada com a banda, com as músicas, com o jeito deles tratarem os fãs, eles foram ótimos! Até eu que não sabia cantar a maioria das músicas, tentei acompanhá-los para vibrar com os outros fãs.
Quando finalmente cheguei em casa, totalmente fatigada, comecei a ouvir as músicas deles novamente, pensando no show. Acho que você nunca chega a conhecer realmente uma banda, cantor ou cantora se não for no show deles, é lá que você os conhece de verdade, sabe se as músicas valem a pena. Foi o que aconteceu com Boys Likes Girls, uma banda que eu só ouvia 4 músicas, agora estou ouvindo o CD inteiro. Se sou fã? Não sou, mas fica a dica para quem quer conhecer, ou já simpatiza. O primeiro show da minha vida vai ficar marcado por um bom tempo. 
Abaixo fica um vídeo do show que achei no youtube:

Fotos que eu tirei do show:

Viona

Eu absolutamente amo modelos e fotos góticas, são perfeitas e surreais! Por isso, vou falar de uma fotógrafa e fashion-designer incrível, Viona Ielegems. Ela tem 28 anos e é da Bélgica, e desde pequena ela cresceu em seu próprio mundo de fantasias, entre tutus de balé pretos e rosas, pôneis brancos e vestidos de princesa. Uma vez ela disse: "Pessoas geralmente dizem que para uma arte ser boa, tem que ser chocante. Eu não compartilho essa ideia. Grandes exemplos para mim são pinturas velhas e românticas, pinturas que mantém sonhos, um segredo ou um tipo misterioso de beleza. E isso é só o que tento fazer... eu quero criar e mostrar a beleza, às vezes um sonho, às vezes, uma fantasia, às vezes romântico, às vezes, um pouco desagradável. Através das minhas fotografias tenho a esperança de compartilhar alguma  beleza com outras pessoas, para abrir os olhos delas para os seus próprios mundos interiores".

O que Viona falou é realmente como suas fotos parecem, elas tem um estilo fantasioso, vitoriano, steampunk, cyberpunk, gótico e sombrio. A fotos são realmente fantásticas, cada uma mais linda que a outra, passando realmente beleza e mistério. Ela também tira fotos de bandas e cantores famosos como: Aural Vampire, Emilie Autumn, Marylin Manson, HIM (*-*), entre outros. 









Para conhecer mais o trabalho dela, aqui segue o link do site oficial.

Supernatural versão anime

Nem acreditei quando vi essa notícia! Eu adoro Supernatural (apesar dessa 6ª temporada estar sendo uma droga) e amo animes. Unindo o útil ao agradável, vamos ter Supernatural na versão em anime. O estúdio que criou o anime é o mesmo de Death Note (é, os traços lembram mesmo). Serão 22 episódios sobre a primeira e a segunda temporada, mas terá mais detalhes e invenções próprias dos criadores do anime.

Ele vai ser lançado em janeiro de 2011, mas não irá passar na TV, e sim em DVD. Mas de qualquer forma, com certeza vai ter para assistir online ou baixar. Segue o trailer abaixo:

Uma citação...

“Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse?”. (Charles Bukowski).

Certa vez, me deparei com essa frase. Li e a achei extremamente errada, pelo simples fato de que eu amava uma pessoa e tinha certeza de que não amaria mais nenhuma da mesma forma. A verdade é que depende do momento da vida, cada hora temos uma reflexão diferente.

Quando houve uma súbita mudança em mim mesma, a primeira coisa que veio a minha cabeça foi essa frase. Limitamos-nos a nossos sentimentos e ao que estamos acostumados, é fácil amar uma pessoa, é fácil se acomodar a isso e esquecer o resto do mundo, mesmo que esse amor seja mais um veneno do que um bálsamo. Às vezes queremos tanto amar, que depositamos o amor de forma errada em uma única pessoa.

Notei como tudo estava errado, como o amor que eu escolhi estava errado. Existem seis bilhões de pessoas no mundo e nunca vamos conhecer todas elas, mesmo muitas delas sendo cativantes, mas não é por isso que vou aceitar esse fato. Devemos conhecer mais as pessoas, devemos descobrir mais sobre elas. Não estou falando de simples questões como: “Qual a sua banda favorita?” ou “Qual sua comida favorita?”. Mas sim de perguntas como: “O que te faz sorrir?”.

Conhecemos o superficial de tudo, sonhamos com grandes amores, mas não sabemos nada desses amores. O que falta no amor de hoje, não é uma cobertura, ou uma pitada de sal ou de açúcar e sim o recheio, a essência. Vemos só a capa, mas não nos aventuramos a descobrir o conteúdo. Por que é isso que faz você amar uma pessoa.

Talvez nunca cheguemos a amar alguém de verdade. Talvez sempre iremos nos decepcionar. Mas do mesmo jeito que admiro personagens de livros quando os conheço a cada frase que li, acho que admirarei mais as pessoas que conhecer de verdade. Amar é algo complexo demais, tenho muito a aprender. E não é de filosofias que vou descobrir o seu significado, é apenas o sentindo.

Madame Bovary


Lá estava eu nas aulas de literatura aprendendo Realismo, quando me deparo com o livro Madame Bovary. Só tive realmente vontade de lê-lo, quando o achei na biblioteca da escola, em uma publicação velha de 1973. Eu já tinha certa ideia de como era a história e até tinha lido uns spoilers - sem querer - pela internet, mas nunca pensei que o livro fosse tão bom.

Fiquei totalmente surpreendida com ele, o achei ótimo, um dos melhores livros que já li! Ainda com características românticas, mas com toques realistas, Madame Bovary conta a história de Ema (ou Emma, na minha versão é Ema, mas em outras você encontra Emma. Como se um "M" fizesse falta!), uma jovem que vivia com seu pai, lia romances e tinha uma vida decente, até se casar com Carlos, um médico. Depois que Ema se casa, ela se depara com o dilema: "Por que diabos me casei?". Ela vê que a vida que sonhara para si mesma, não era aquela, que ela chegara ao fim dos seus sonhos. Então, guiada pelos seus caprichos e desejos ela se entrega a amantes, traindo o marido.

Sério, eu queria sentir muita raiva de Ema, por que Carlos não era de todo mal, e ela realmente o repudiava. Mas não tem como não se sentir como ela, acho que tanto homens quanto mulheres vão passar ou já passaram por isso. E não tem nada a ver com ler romances (por que se for assim, meu marido vai estar ferrado. Ou melhor, não vou me casar, sem problemas então). Sonhamos tanto, idealizamos o nosso futuro e de repente, quando ele bate na nossa porta, não é nada como queríamos. Foi isso que aconteceu com Ema.

Ema queria uma vida de luxo, de festas, cheia de paixão e claro, conhecer Paris (já que a história se passa na França). O máximo que conseguiu foi um casamento meia boca, com um médico que a amava muito, mas era meio bobo, era praticamente de classe média e vivia em uma cidadezinha. Ela se sentia agoniada por isso, sabendo que seus sonhos não podiam mais se realizar, por isso se entregou a dois amantes, ela achava que isso saciaria todos os seus desejos.

O final foi o melhor de todos. Não vou contar, por que perde a graça, só não procure muito sobre o livro na internet, por que os sites contam o final. Só sei que a descrição é perfeita! O livro é uma perfeita tragédia, mostra a realidade como muitas vezes ela é. E o que eu mais gostei é que o livro não é "Torcer para o mocinho e pela mocinha ficarem juntos", por que a única mocinha (e vilã também) é a Ema, e os mocinhos não são grande coisa. Você não torce. Apenas vê uma sucessão de cenas melhores que as outras.

Indico muito Madame Bovary, mas você tem que gostar de ler por que o livro é extenso e tem muitos detalhes mesmo, mas para mim não foi irritante em nenhum momento. Me deliciei com cada capítulo, cada frase e cada palavra. O livro vale muito a pena.

Momento Nostalgia #3

Desde pequena sou viciada em seriados, mas naquela época eu só os acompanhava na televisão (nada comparado a hoje, onde eu assisto tudo pelo computador mesmo). Os seriados antigos, de preferência aqueles que passavam na Nickelodeon e no Fox Kids eram os melhores! Por isso, aqui vai mais uma lista de seriados que marcaram a infância :)


1) Sinistro (So Weird): Era o melhor seriado da Fox Kids e o que eu mais sinto falta. Era basicamente uma versão de Supernatural para crianças (mesmo assim eu morria de medo). Havia duas temporadas, uma que a principal era Fiona (Cara DeLizia) que a cada episódio vivia alguma experiência sobrenatural. Ela vivia viajando com sua mãe pelo país, por que esta era estrela de rock. Fiona por amar o supernatural, tinha um blog que postava tudo sobre ele e misteriosamente, sempre recebia e-mails do seu pai que morreu. Na segunda temporada, Cara Delizia é substituída (alguns falam que ela brigou com o diretor, por isso saiu. É uma pena, por que você nunca chega a saber o que acontece no final e o mistério de tudo) por Annie (Alexz Johnson), uma "suposta" amiga de Fiona que assumiu seu lugar. A temporada continua sendo legal, mas nada se comparava com as primeiras.

2) Colégio do Buraco Negro: Acho que a melhor forma de aprender física, foi assistindo esse seriado. Ele passava antes de Sinistro, e também foi um dos melhores que eu já vi. A história gira em torno de cinco colegiais que usam a física para investigar acontecimentos sobrenaturais que acontece no colégio, por causa de um buraco negro que fica nele. O seriado era muito bem bolado e super legal, sem falar no mistério que fazia você querer saber o final da série (que eu nunca assisti, então não sei como acaba).

3) Ciência Travessa: Esse seriado passava antes de Colégio do Buraco Negro (eles passavam seguidos). Se com o outro você aprendia um pouco de física, com esse você também não deixava de aprender. A história é sobre Toby e Elizabeth que viram gênios após sofrer um acidente no laboratório de ciências, então os dois começam a inventar muitas coisas, sendo que Elizabeth é do mal e Toby do bem. Eu assisti o seriado inteirinho, tipo umas três vezes. Apesar dos efeitos especiais não serem lá grande coisa, valia muito a pena assistir.

4) Shelby Woo: Quem não se lembra desse seriado que passava na Nickelodeon? Era o melhor de todos! Shelby morava com seu avô em uma espécie de pousada e trabalhava (se eu não me engano) como secretária para um detetive. Cada episódio acontecia algum mistério que curiosamente o detetive, chefe dela, não conseguia resolver, mas ela conseguia. Mesmo assim, era sensacional! Até agora lembro o episódio do jacaré, do sumiço das cartas de baseball, da mulher que roubou as chaves do chefe dela e atropelou um cara. Bons tempos .-.

5) Kenan e Kel: NÓS SOMOS MANEIROS, NÓS SOMOS DEMAIS! Passei minha infância inteira cantando isso e falando do refrigerante de laranja, tudo por causa do melhor seriado de comédia daquela época. Acho que voltaram a passar na televisão os episódios (mas não estou assistindo, infelizmente), o que é ótimo para dar uma relembrada. Eu também AMAVA o filme "Duas Cabeças Pensam Melhor do que Uma", que eles enfrentavam o Cavaleiro Sem Cabeça, eu dava altas risadas.

6) Sabrina, Aprendiz de Feiticeira: Acho que todo mundo já deve ter assistido pelo menos um episódio desse seriado, que não só passava na Nickelodeon como já passou em diversos canais. A história todo mundo conhece praticamente, Sabrina vai viver com suas tias Hilda e Zelda e com um gato preto que fala, chamado Salem. O seriado também era de comédia e mostrava a vida de Sabrina tentando lidar com a magia. Acho que é uma das lembranças mais queridas que muitas pessoas têm.


7) Clube do Terror: Eu amava, mesmo morrendo de medo! Apesar de que depois de um tempo, comecei a achar super suave e valia a pena assistir mais pelas histórias. O enredo é sobre e um grupo de crianças, que se juntam de noite em volta de uma fogueira para contar histórias de terror, que no final os protagonistas sempre acabam se dando bem.

8) Goosebumps: Outra série de terror, que, como eu era uma criança super corajosa, assistia, mas quase morria. O seriado era baseado em uma série de livros que chegou atualmente no Brasil, muitos já devem ter ouvido falar, e todos contam histórias de terror diferentes. Os finais de cada episódio eram os melhores, por que nunca acabavam totalmente feliz. Lembro muito de vários episódeios: o do lobisomem, o de um gato morto, o da câmera que prendia a alma da pessoa, das cabeças voadoares...

9) Clarissa: O seriado foi feito pela mesma atriz de Sabrina, só que quando ela era mais novinha. Eu não gostava muito quando era pequena, e só fui gostando mais conforme fui crescendo. A história é bastante comum, é uma garota que passa por várias experiências e vai contando tudo sobre sua vida. O que eu mais gostei do seriado é que não tem como não se identificar com ela e com todas as situações, sem falar nos argumentos inteligentes que ela utilizava.



American McGee's Alice

Quando eu penso em Alice no País das Maravilhas, eu me lembro do filme da Disney, que era um dos meus favoritos. Atualmente, com a versão do Tim Burton, todos conhecem e procuram saber mais sobre a história do filme. Mas nada me chama mais atenção do que as versões macabras de Alice, sendo os mangás meus favoritos. Foi em uma dessas que acabei encontrando o jogo para computador American McGee's Alice. 

Tenho que confessar que ainda estou no começo do jogo (estou planejando jogar nas férias, mais tempo livre, é), mas mesmo assim já achei o jogo incrível! Apesar de não haver muitas explicações, a história do jogo é que Alice é levada a um manicômio (Asilo Rutledge) por ter cortado os pulsos, depois de perder seus pais em um incêndio. Anos depois de ter voltado do País das Maravilhas, o Coelho a convoca de novo para lutar contra a Rainha de Copas, que dominou todo o reino.

O jogo inteiro é sombrio, tanto nas imagens quanto na trilha sonora, sem falar no sangue. Alice usa armas que vão desde brinquedos até um facão para cortar os inimigos e conta com a ajuda do Gato Cheshire (que é super esquelético) e o Coelho Branco. Em breve, o jogo será lançado para Playstation 3, Xbox 360. E sem falar na continuação, que se chamará Madness Return!

Abaixo, deixarei o trailer tanto do American McGee's quanto do Madness Return! :D





Momento Nostalgia #2

Um dos melhores canais que já existiu, em minha opinião, é o Fox Kids (que depois virou Jetix e atualmente é o Disney xD). Com todas essas transformações e mudança de nomes, a essência do canal foi sumindo e hoje eu nem chego a assisti-lo. Ele era um dos melhores canais de animes e seriados, por isso, a lista de hoje vai ser de animes antigos.

1) Shinzo: Lá estava eu procurando os animes para postar aqui e me deparo com esse, que era um dos meus favoritos e eu sempre quis lembrar o nome. Eu consegui assistir tudo e até agora eu lembro o final super emocionante! A história é sobre uma garota chamada Yakumo, filha de um cientista que a coloca em um sono hibernal para que sobrevive-se a um vírus que estava matando pessoas e animais. A garota acaba acordando depois de 500 anos e descobre que os humanos foram dizimados e só existe seres chamados Enterranos (mutantes feitos pelos próprios seres humanos a partir do DNA de humanos e animais, e criados para resistir ao vírus que assolava o planeta). Os Enterranos dizimaram a maioria dos humanos, acreditando que são criaturas perversas. Yakumo terá que chegar até um lugar onde há os últimos refugiados humanos, chamado Shinzo e nesse meio tempo, ela conhece três enteranos que querem ajudá-la: Mushra, Sago e Kutal. Como eu disse antes, além de criatividade o anime é simplesmente perfeito! Embaixo, segue a abertura:



2) Digimon: Quem nunca assistiu? Apesar de me parecer cópia de Pokemon, eu amava o anime e assisti as quatro temporadas. Eu só achava que de temporada a temporada, mudava muita coisa e a história ficava confusa e contraditória demais. Mesmo assim, com certeza, pode ser considerado um ótimo anime, mesmo tendo episódios repetitivos. As melhores temporadas foram a primeira e a terceira (sendo, que, em minha opinião, a terceira vence por ser mais macabra). A última temporada que, atualmente, acho que passa no Disney xD não me chamou atenção, principalmente por que não são os mesmos desenhistas.

3) Monster Rancher: Outro anime nostálgico! Eu tinha até revista para colorir deles. Lembrava bastante Shinzo, por isso acho que gostava dos dois. A história é sobre Genki, um garoto que acaba entrando dentro de um novo jogo que comprou para o seu vídeo game e lá conhece vários monstros e uma garota chamada Holly. Eles saem na busca da Fênix, que é a única esperança para derrotar o vilão Moo, que quer controlar o mundo e destruir todos os monstros. Acho que o anime chegou até a passar na globo, então acabei acompanhando nos dois canais até o final. Abaixo segue a abertura em japonês, mil vezes melhor que a brasileira:


4) Medabots: EU AMAVA ESSE ANIME! Sério, era muito legal mesmo (como se eu já não amasse todos os animes acima). Meu sonho sempre foi ter um daqueles robozinhos tão lindos. A história é sobre Ikke, que tem o sonho de participar do Torneio Mundial de Cyberluta (é um torneio de robôs lutando), mas como ele não tinha muito dinheiro, acabou comprando um Medabot de modelo ultrapassado e o chamada de Metabee. O que ele não sabia é que a medalha que ligava Metabee era um rara, que tem um um super poder. O anime em si, é super engraçado, sem falar que tem dezenas de robôs diferentes, cada um com um estilo. Consegui acompanhá-lo até o final, por que, quando se trata de animes, o canal Fox Kids passava todos até o final mesmo.





5) Shaman King: Meu anime favorito da Fox Kids. Naquela época, ele me era tão macabro, que às vezes eu até tinha medo de assistir, sério. Mesmo assim, ele se destacou totalmente dos outros, e eu ansiava por cada capítulo (e mais uma vez o assisti completo). A história é sobre Takei, um estudante minúsculo (sério, ele é praticamente um anão) que conhece Asakura Yoh, um xamã que pode ver, invocar e incorporar espíritos, onde seu espírito protetor é um Samurai. Yoh sonha um dia em participar do Shaman Fight, ou seja, uma luta de espíritos. Não tenho nem o que dizer sobre esse anime, ele é incrível e ponto final.



6) Super Pig: Bota anime velho nisso. Super Pig deve ter sido um dos primeiros animes que vi na Fox Kids, e eu devia ter uns 5 anos. O anime é totalmente uma comédia e conta a história de Kassie, uma garota que acaba encontrando um porquinho chamado Iggy que é um alienígina e entrega a ela um Porcompacto, que a transforma em Super Pig. Se Kassie se tornar uma ótima super herói, Iggy pode virar rei do seu planeta. Pode parecer idiota, mas o anime era muito legal. Era no estilo de Sakura Card Captors e Sailor Moon (que eu também acompanhava nessa época, só que no Cartoon Network).



7) Beyblade: Lembra-se da época da Beyblade? Que todo mundo tinha aquele pião que ficava girando loucamente? Eu tinha um monte daqueles, por que era louca pelo anime. Praticamente, os capítulos eram as mesmas coisas: lutas e mais lutas com aqueles piões (isso está certo? º-º). Mesmo assim, eu assistia direto, tanto na globo como no Fox Kids.

Claro que na Fox Kids já teve dezenas de animes, mas os que eu mais me lembro são desses. Hoje, o único canal que realmente mostra algum anime (e olhe lá, por que tem mais seriados do que realmente animes) é o Animax (que eu preferia mil vezes quando era Locomotion). Queria que tivesse mais canais que se dispusessse a passá-lo, de preferência em japonês com legenda, mas nada contra o dublado.

My Milk Toof

Inhae Renee Lee é uma artista que trabalha em Berkeley, Califórnia. Depois de se mudar da Coréia para a América com 16 anos, ela ficou interessada em seguir carreira de animação. Ela estudou no Instituto de Artes da Califórnia e École nationale supérieure des Beaux-Arts, em Paris.

Com muita criatividade, ela critou o My Milk Toof (Meu Dente de Leite), que conta a história de dois dentes: Ickle e Lardee. A história é toda contada em uma série de fotos, todas lindas e bem humoradas, sem falar nos objetos que os dentes tem: camas, banheira, privada, bolsa, livros e muitos outros objetos fofos e pequenos!

Ickle é um dente de leite inteligente, curioso e que adora ler livros. Seus hobbies são recortar cupons, morder a mobília da casa e ouvir David Bowie. 

Lardee é amável, ligeiramente rechonchudo, que vive seguindo Ickle pela casa. Se precisar de algum brinquedo, Lardee tem uma bolsa mágica vermelha com um suprimento infinito. 

A ideia surgiu em 2009, quando Inhae estava desempregada depois de trabalhar cinco anos consecutivos em uma indústria de jogos. Primeiramente, ela queria fazer os personagens de vinil, mas o namorado dela sugeriu que começasse com um blog, então começou a tirar as fotos dos Dentinhos que já são um sucesso! Se quiser conhecer o site e ler as histórinhas, segue o link.

Jessica's Guide no Brasil!


Jessica's Guide to Dating on the Dark Side é um dos meus livros favoritos sobre vampiros, tanto que foi a primeira resenha que publiquei no blog (segue o link). Agora o livro finalmente vai chegar no Brasil pela Editora Sextante e está tendo uma votação para qual a melhor capa (segue o link again).

Tenho que dar minha opinião sobre as capas: com certeza a melhor é a segunda. A primeira parece aqueles romancinhos bobos com vampiros que vemos o tempo todo, apesar do livro não ser realmente original, ele é ótimo por que não retrata os vampiros como algo bonzinho. O que a primeira capa me passa é que Jessica é fácil, que se entrega para um vampiro facilmente, coisa que não acontece no livro. A segunda capa mostra um vampiro com um colar de coração na boca (apesar de bem mimimimimi), que representa a busca de Lucius por sua noiva, ele quer cravar os dentes nela para permanecerem para sempre juntos.

O título também não ficou realmente bom, mas se traduzisse literalmente o título do livro, ficaria algo como O Guia de Namoros sobre o Lado Negro de Jessica. O que não é totalmente ruim comparado ao título brasileiro, apesar dele retratar bem a história do livro. Só que ficou idiota e ponto final.

Acho que se eu visse um livro desses na livraria, eu não chegaria a comprá-lo, mas como conheço a história, sei que vale muito a pena. Nesse caso, não julgue o livro pela capa nem pelo título.

E mais uma vez, lá vou eu fazendo propaganda da comunidade do livro: Jessica's Guide.

Momento Nostalgia

Como o Dia das Crianças está chegando, decidi fazer posts relacionados a isso. Todo mundo deve ter ótimas e péssimas memórias de quando era pequeno, então decidi fazer listas de algumas coisas que marcaram tanto a minha infância quanto de muita gente! :)

O tema que eu escolhi hoje é Desenhos, afinal quem nunca ficou horas assistindo Cartoon Network, Nickelodeon ou o antigo Fox Kids? Naquela época havia desenhos muito bons, hoje parece que a maioria se torno tão chato, que eu só assisto Pinguins de Madagascar. Vai ver o problema é que eu cresci mesmo.

1) Rugrats: Quem nunca assistiu Os Anjinhos? Como não se divertir com Tommy, Chuckie, Phil, Lil, Angelica, Susie, Dil e Kimi? Simplesmente era um dos melhores desenhos da Nickelodeon, sem falar nos filmes. Eu cheguei assistir os Rugrats crescidos, mas nada se compara a eles pequenos. É um clássico que eu sinto saudades.




2) Arnold: O famoso cabeça de bigorna! Acho que é um dos desenhos que os personagens eram os melhores por que cada um tinha uma característica diferente. Se não era na escola, era na própria casa do Arnold, com aqueles avós loucos deles. E aquele filme que passava dos pais do Arnold que até agora não sei o final? Nunca vi a continuação. Lembra do episódio que o porquinho dele some? Que ele e avó roubam uma tartatura do zoológico? A vez que eles vão ao cemitério atrás da noiva fantasma? Quero Arnold de volta ):




3) Rocket Power: Eu particularmente não gostava muito de Rocket Power, mesmo assim assistia um bocado de episódios. Eles, do mesmo jeito que os outros desenhos acima, estão sumidos (pelo menos eu acho, já que não assisto muito televisão). Lembra do episódio que o Otto quebra o braço em uma montanha de neve? Ou que o porão dele fica todo alagado? Então, até que o desenho trás nostalgia.

4) AAAHH!!! Real Monsters: Lembro que foi o primeiro desenho da Nickelodeon que eu comecei a assistir. Era uma época que o canal ou funcionava na minha TV ou não. Eu adorava o desenho desses três monstrinhos, mas não lembro muito bem dos episódios. Só sei que é um dos maiores clássicos e acho que poucas pessoas se lembram dele.


5) Invasor Zim:
Esse desenho era meio 8 ou 80. Ou você gostava ou não. Tinha episódios que eu gostava, outros que eu achava completamente estranhos. Eu adorava o robôzinho do Invasor Zim, principalmente quando ele se vestia de cachorro verde. O desenho foi cancelado por que não foi muito bem recebido pelo público infantil, acho que se eu assistisse hoje em dia, talvez eu gostasse mais do que naquela época.

6) Dois Cachorros Bobos: Esse desenho é totalmente nostalgia, apesar de eu não me lembrar muito já que é bem antigo, uma das cenas que marcou é deles na escada rolante de um shopping. Eu simplesmente adorava esse desenho e hoje, acho que não há nem sinal dele.



7) O Laboratório de Dexter: Lembro que o desenho passava por volta do meio-dia, já que era a hora que eu almoçava e ficava assistindo televisão. Acho que cheguei a assistir tanto Dexter que chegou uma hora que eu não aguentava mais já que sempre eram os mesmos episódios. Mesmo assim eu me lembro dele no seu laboratório secreto, atrás daquela estante, e da irmã idiota, a Dee Dee, sem falar no Mandark com aquele cabelo terrível. Outra coisa que lembro, é do filme, que era sensacional. Os episódios que eu lembro são: o do peixe que morreu e o fantasma assombrava o Dexter e a Dee Dee e aquele que ele aprendeu francês só ouvindo um CD a noite inteira.



8) Du, Dudu e Edu: Meu desenho favorito do Cartoon! Eu podia assistir que eu não me cansava, adorava as maratonas e sempre quis comer aquelas balas de caramelos. Era totalmente sem-noção, mas me arrancava muitas risadas. Acho que é um dos desenhos que mais sinto falta de assistir e até agora lembro da musiquinha do começo. Vontade de assoviar, oi.




9) Coragem, o cão covarde: Outro desenho favorito! Acho que também assisti todos os episódios, e juro que já chorei com alguns (como aquele da Lula do Espaço) e ri muito em outros. Não importava o quão sem-noção era, eu adorava o jeito sobrenatural do desenho, não importando se o vilão eram beringelas assassinas. Como não se lembrar dele, da Muriel e do Eustácio?



10) Meninas Super Poderosas: É o desenho que marcou a infância de todas as garotas e até de garotos. Florzinha, Docinho e Lindinha, as três garotas que foram feitas de Elemento X e que combatem as forças do mal como o Macaco Louco. Não importa se é a versão antiga ou a nova (a nova que eu estou falando não se trata da versão anime e sim uma versão melhorada), eu sempre acompanhava o desenho e principalmente o filme de Natal. Alguém se lembra da Princesa roubando os presentes do Papai Noel? :)

Claro que existem muitos outros desenhos que marcaram a nossa infância. E olha que eu não falei nem os da Fox Kids, por que eram muitos! Hoje em dia, não me dá vontade de acompanhar muito dos desenhos que passam na TV, não sei se perdeu a magia, ou simplesmente poucos são bons.