Meme

Adooooro memes *-* e acabei de receber três, um da Amandha do blog A*teen, outro do Hangover at 16 e outra da House of Taisho! Vamos lá :D

Regras:
1) Passar o selo para 10 blogs.
2) Avisar cada blogueiro.
3) Falar 10 coisas sobre você.

10 Blogs:


10 Coisas sobre mim:

1) Gosto de coisas sobrenaturais;
2) Sei desenhar mangá;
3) Realizei um dos meus sonhos que foi ir ao show do Tokio Hotel;
4) Critico várias coisas apenas mentalmente;
5) Leio qualquer tipo de livro;
6) Não tenho medo de dentista, porque vivi a maior parte da minha infância nele;
7) Adoro açaí, mas meu doce favorito é Tubes;
8) Tenho um gato chamado Robb, mas na verdade eu acho que ele é o animago de um Mascarado com uma pinta na bochecha estilo Marilyn Monroe;
9) Tenho sonhos estranhos;
10) Gosto de conversar com as pessoas por e-mails.

Stuffs!

Se há algo que eu adoro é ganhar promoções, principalmente na época de Natal. Eu me sinto ~quase~ autosuficiente e não dependo dos meus pais para ganhar presentes (mas dependo de promoções, diga-se de passagem). No Natal do ano passado, acabei ganhando a promoção que mais quis ganhar: um moletom do Tokio Hotel direto da Alemanha! Foi o melhor presente de Natal que pude ter, ainda mais sabendo que se eu quisesse comprá-lo por conta própria ficaria muito caro para importar.

Nesse ano, não está sendo muito diferente. Acabo de ganhar duas promoções! A primeira delas é de um blog que adoro, o Choco la Design. Eu achei esse blog ao acaso, e por eu estar fazendo curso de Design Gráfico, descobri que o conteúdo dos post é totalmente relacionado a isso. Foi sem muita credibilidade que participei da promoção para ganhar um baralho totalmente decorado por designers do Projeto 54 do El Cabriton. Segundo minha pesquisa, o baralho nem está a venda, apenas se consegue de forma promorcional! Aqui vão as fotos que tirei :D





Essas são as cartas que eu mais gostei! Apesar das outras serem incríveis também.

A segunda promoção que eu ganhei, foi do blog Vida de Garota, que é nada menos que um livro! Participo de diversas promoções de livros e sempre ficava triste por não ganhar nenhum e finalmente consegui. O livro é Estrela Píer de Kamila Denlescki (uma escritora brasileira!) e o livro veio até com uma dedicatória da autora *-*



E a última aquisição (que não é tão nova, mas esqueci de falar. Não é de promoção) é meu livro Toda Mafalda, tem todos os quadrinhos que Quino criou! Eu amo Mafalda e fiquei super feliz quando consegui o livro, agora só falta um livro de quadrinhos do Snoopy e do Calvin & Haroldo. 


Será que consigo ganhar mais presentes de Natal por conta própria?

Becky Bloom - Delirios de Consumo na 5º Avenida

Finalmente consegui ler o 2º livro de Becky Bloom! Sou apaixonada pelos livros da Sophie Kinsella, principalmente esta série. Já fiz uma resenha sobre o 1º livro da Becky e você pode encontrar o link aqui. Com esse livro, descobri porque o filme é tão diferente, na verdade o filme junta os dois primeiros livros e faz uma bela de uma mistura.

A vida de Becky parece ter se transformado num sonho. Ela trabalha como consultora financeira em um programa de televisão, o gerente de seu banco é um doce e quando o assunto é consumo, seu novo lema é Compre só o que precisar - e por incrível que pareça, Becky parece ser fiel a ele. Mas, como toda regra tem sua exceção, ela continua não resistindo a uma liquidação. Até que, um dia, seu namorado Luke - isso mesmo, o ricaço boa-pinta que a inglesinha conquistou no primeiro livro da série - está de mudança para Nova York e convidou-a para ir com ele. Nova York: o Museu de Arte Moderna, o Guggenheim, o Ópera House. Becky quer sim conhecer a vida cultural da Big Apple mas... Nova York é a meca do consumo e nossa heroína não poderia deixar de conhecer alguns lugarzinhos, leia-se lojas, irresistíveis da cidade, como Sacks, Bloomingdales, Sephora e Barney´s. Lógico que, mais uma vez, ela enlouquece.

Como pode ver, Becky sai dos trilhos. No primeiro livro ela está totalmente individada por gastar demais e é claro, que depois de muito esforço, consegue pagar todas as dívidas. O problema é que no 2º livro isso acontece tudo de novo! Não culpo Becky por isso, afinal ela está em Nova York, se eu estivesse lá, também gastaria um bocado.

Achei o livro bastante enrolado, sabe aquele lenga-lenga de que a principal só sabe gastar? Não saía basicamente desse assunto, por isso acabei achando o livro bem sem-graça em relação ao primeiro. Sem falar no Luke, o par romântico de Becky, eu o acho totalmente chato com toda aquela pinta de empresário sério e calculista. Prefiro o Luke do filme que é mais romântico e divertido, já que o do livro não passa quase nenhuma emoção. Tirando isso, Becky já fala por qualquer personagem, porque a acho incrível! Ela e divertida, engraçada e espirituosa, adoro o jeito dela contar a história, é como se eu estivesse assistindo um seriado de comédia.

Tenho que dizer, que o livro só pega um rumo diferente quando todos descobrem que Becky está individada (quando digo todos, todos mesmo). Então de novo, ela terá que reconstruir sua vida e também sua vida pública que está manchada. Sem falar em reconquistar Luke, que perdeu também toda credibilidade dela.

Acho que todas as pessoas que tem o mesmo problema da Becky deveriam ler o livro. É uma espécie de manual de como entender a vida de pessoas viciadas em compras e como pagar suas dívidas. Claro que a história é fictícia, mas não está longe da realidade.

Meaghan Smith

Meaghan Smith é uma cantora super fofa, com um estilo girly e vintage e com músicas no mesmo estilo. Ela é do Canadá e tem 24 anos. Você pode encontrar a música dela, facilmente na trilha sonora de 500 dias com ela, pois ela tem um cover da banda Pixies da música ‘Here Comes Your Man’.
Nessa foto, ela me lembra a Hayley Williams do Paramore, mas  a ruiva (ou ex-ruiva) é mais para o rock. A música que eu indico para ouvir é A Little Love. Porém, como está chegando o natal, o clip que eu deixo é Silver Bells.

Todas as músicas e clipes são nesse estilo que eu chamo "Acordar e se deparar com um mundo lindo, como um musical".

The Summoning

Conheci esse livros graças a Amanda do blog Enchantime. Li a resenha dela e fiquei super empolgada ao descobrir que o livro se tratava de uma garota que via espíritos. A minha série favorita de livros definitivamente é Mediadora, por isso gosto de ler muitas coisas relacionadas a esse tema.

A história é sobre Chloe Saunders, uma garota de 15 anos, que nunca tinha menstruado na vida, sempre pensam que ela tem doze anos e tenta fazer de tudo para parecer mais velha. Foi com esse começo que eu quase deixei o livro de lado e voltei para minha querida Suzannah de Mediadora, mas continuei firme e forte.

Chloe vê espíritos desde pequena no seu porão, por isso sua mãe acabou mudando de casa para ela não se sentir mais ameaçada, mas sua mãe acabou morrendo. Seu pai é um homem rico e de negócios, nunca está do lado da filha que passa a maior parte do tempo com suas governantas ou com sua tia.

Foi na escola de artes que tudo aconteceu, ela começou a ser perseguida pelo espírito de um zelador que morreu e enquanto alguns professores tentam segurá-la por causa de sua suposta loucura, ela foi dopada e levada para a Casa Lyle, uma espécie de casa que cuida de crianças e adolescentes problemáticos.

Agora vou contar os pontos negativos dessa parte: Um zelador que morreu precisa de ajuda e tenta chamar a atenção da menina se transformando em um espírito putrefato? Ele não podia ter sido mais delicado? Achei exagero essa parte. E só porque ela começou a gritar na escola, quer dizer que ela precisa ser levada para uma casa de loucos? Se eu não soubesse o final da história, eu acharia essa parte mais forçada que a antes.

O negócio é que The Summoning não é aquele livro que vai te prender de começo, ele vai apresentando a trama bem aos pouquinhos e coloca pouquinho nisso. Juro que pensei várias vezes em abandonar o livro para ler um melhor. Mas acho que se Chloe não tivesse entrado para Casa Lyle, nunca teria achado a história legal, porque é nesse instante que as coisas vão ficando interessante.

A protagonista conhece os internos da casa: Liz (uma menina que supostamente é perseguida por um poltergeist), Tori (uma garota mimada e chata), Peter (um personagem secundário que aparecerá bem pouco na história, porque logo sumirá), Simon (um garoto gentil e até aceitavelmente bonito, que se preocupa muito com seu meio-irmão), Derek (irmão mais velho de Simon, cheio de espinhas e com certeza nada atrativo) e Rae (uma garota que ama fogo, e vive com fósforos escondidos para poder acender e ficar admirando).

Outro ponto negativo: para uma casa de loucos, tinha muito pouco loucos no local. Eu sei que dá um trabalhão criar muitos personagens e tentar desenvolvê-los, mas acho que podia ter mais pessoas no local, mais personagens secundários e sem importância só para preencher mais. Mesmo assim, valeu a penas conhcer os personagens que citei.

Mas o personagem que merece o maior destaque de todos é definitivamente Derek. Não importa se ele tem espinhas, se ele não tem atrativos (a não ser os seus músculos), o cara é incrível. Por mais antissocial e rude que seja, ele sempre está preocupado com a segurança do seu irmão e até de Chloe. Derek é cercado de mistérios e ao decorrer do livro você vai descobrindo mais sobre isso e sobre os demais personagens (que são cheios de mistérios que também achei forçado no começo, mas depois achei tão legal!).

O FINAL ME DEIXOU ACABADA. Não porque é ruim, mas porque precisa ler os outros livros para saber o final! Ou seja, não sei como a história termina e preciso achar o download (de preferência em português) em algum lugar. ESTOU DESESPERADA!

No começo vi tantos pontos fracos na história, mas tantos, e agora viciei total no livro. The Summoning é ótimo! Não é clichê, não tem garotos perfeitos que te fazem suspirar, tem garotos quase verdadeiros com seus defeitos e tudo mais. E Chloe, a chata Chloe, ao longo da história melhora muito, amadurece e fica super corajosa. Realmente preciso da continuação do livro!

Se quiserem ler a resenha da Amanda, que foi o que me induziu ao livro, o link está aqui.

Desafio de Férias - Garota it


Simplesmente adoro o Garota It e me deparei com esse desafio de férias! Adorei a ideia e decidi também participar, e quem lê o meu blog, também poderá participar. Acho que a leitura é algo extremamente importante, por isso quero ver várias pessoas nesse desafio também! Não é nem pelo sorteio, é pelo simples motivo de ler livros.

Informações

1) Você deverá ler e resenhar pelo menos dois livros por mês. Os livros terão que ser LIDOS e RESENHADOS no prazo corrente do desafio. Ou seja, não vale livros que você leu em novembro, outubro, ou qualquer mês anterior.

2) Você pode ler muito mais livros, porém, dois livros por mês é o mínimo.

3) As resenhas deverão ser postadas em algum lugar público que outras pessoas possam ler. Então, caso você não tenha blog, a resenha poderá ser publicada no Skoob.

4) Será aceito qualquer gênero literário. Este desafio é um incentivo a leitura, então mesmo se não são livros do assunto do blog, sinta-se livre para participar.


Regras Gerais

1) Você deverá postar uma lista em seu blog ou no tópico do Desafio no Skoob (caso não tenha blog), com todos os livros que você pretende ler no Desafio de Férias. É necessário que você coloque o banner e um link para este post do desafio para que as pessoas interessadas possam participar.

2) Os sorteios só serão válidos para território brasileiro. Infelizmente não tenho como arcar com o frete internacional =/

3) Após a leitura e resenha você deverá adicionar o link para a resenha no post correspondente ao mês.

4)Quanto mais livros lidos, mais chances de ganhar o sorteio.


5) Não é necessário seguir o blog, mas ficarei muito feliz caso o fizer.


6) Sua lista de leituras pode mudar a qualquer momento. Você poderá remover e adicionar qualquer livro que quiser. Ela será apenas uma “meta de leitura”, que servirá como base para quem quiser acompanhar o desafio.

Minha Lista

Dezembro:

1) Estrela Píer: Resenha aqui

2) A Morte de Ivan Ilitch: Resenha aqui

3) A Queda: Resenha aqui

4) Histórias de Robôs: Resenha aqui

5) Muito Longe de Casa: Resenha aqui

6) Ponto de Impacto: Resenha aqui

7) A Boa Terra: Resenha aqui

8) Sete Ossos e uma Maldição: Resenha aqui

9) Poderosa 5: Resenha aqui

Janeiro:

10) Os 13 porquês: Resenha aqui

11) Fallen: Resenha aqui

12) O Véu: Resenha aqui

13) O Véu 2: Resenha aqui

14) Água para Elefantes: Resenha aqui

15) Ponte para Terabítia: Resenha aqui

16) Crescendo: Resenha aqui

17) Oh My Goth: Resenha aqui

O MELHOR SHOW DA MINHA VIDA 23/11/10


Sou fã de Tokio Hotel há 2 anos e 3 meses, mesmo quando comecei a gostar da banda, já sonhava em ir a um show deles. Por muito tempo, acreditei que seria quase impossível de eles virem ao Brasil, pelo simples fato, de que não era uma banda tão conhecida. Mesmo assim, fiquei ligada em todas as notícias deles, até ter uma definitiva sobre o show. Quantos rumores, quantas notícias falsas desse show e finalmente chegou a verdade.

Cheguei na fila, quase 3 horas da tarde e ela estava gigaaaaaaaaante! Ela deu volta no quarteirão inteiro. Agora que fui saber que tinha cerca de 5 mil pessoas no show, ou seja, era realmente muita gente. Fiquei 5 horas na fila, de pé na maior parte do tempo e quando não aguentava, ficava sentada no chão. Encarei uma garoa fraquinha com os outros fãs que fiz amizade na fila e também com a @Ana_483, a verdade é que o tempo estava PERFEITO! Estava nublado, fresco e só um pouco úmido, nada de sol de rachar o coco.

Oito horas da noite abriu o portão para entrar no Via Funchal, a fila gigante começou a ser revistada e tinha que apresentar os documentos. Quando passei, saí correndo na maior velocidade para tentar pegar um lugar bom. Acabei não ficando muito perto, mas deu para ver tudo perfeitamente! O show só ia começar as dez horas e nesse meio tempo, a produção ficava apagando a luz e ligando, enquanto todos iam a loucura, pensando que já ia começar o show.

Apesar de ter atrasado uns 15 minutos, logo as luzes se apagaram definitivamente e a banda surgiu com Noise! Sério, eu nunca gritei, pulei e cantei tanto na minha vida! Realmente pensei que ia começar a chorar, mas era impossível, eu estava tão feliz por finalmente ter conseguido um show deles que as lágrimas sumiram. Chegou uma hora que pensei que ia desmaiar e passar mal, eu estava tão acabada, mas continuei no mesmo pique.

O show foi perfeito, maravilhoso! Teve direito a fogos especiais, Bill entrou de moto em Dogs Unleashed e no final, para fechar com chave de ouro, eles soltaram papeizinhos na nossas cabeças. O que eu mais admirei, é que eu pensava que a maioria dos fãs de Tokio Hotel eram garotas adolescentes, QUE NADA! Tinha fãs já idosos cantando as músicas, tinha fãs quarentões, terceirões, tinha mãe de fãs que sabiam tudo sobre a banda até mais que as próprias filhas, tinha pais que também acompanhavam a banda, tinha rapazes, tinha até metaleiros, crianças de 4 anos! Era uma variedade de fãs!

Quando acabou o show, era quase meia-noite. Eu não chorei, não fiquei triste, era impossível. Eu estava tão feliz e tão cheia de energia que podia aguentar mais horas de show, queria muito mais. Vi várias fãs chorando de emoção e tristeza por eles terem ido embora, eu só fiquei triste de não ter conseguido uma foto com eles, mas estou tão feliz e realizada pelo show que nem ligo mais para isso.

Com todas as forças, quero que eles voltem novamente para o Brasil, e novamente irei no show deles, enfrentarei muitas horas de fila só para vê-los tão perto como antes. Se antes eu já amava Tokio Hotel, hoje amo muito mais e tenho orgulho de gostar dessa banda de tantas outras que existem. Podem falar o que quiser deles, mas para mim, não existe banda que me transmita tanta felicidade e emoções pelas músicas, batidas e melodias. 

Só de escrever esse texto, tenho vontade de chorar, mas como disse antes, de felicidade. Vou guardar o dia 23/11/10 na minha memória por muito tempo, mas também espero que não demore muito, afinal quero substitui-los por outros shows dessa banda.

TOKIO HOTEL, MUITO OBRIGADO PELO SHOW! O BRASIL AMOU VOCÊS!









E para finalizar, uma foto minha na fila. A Ana e eu acabadas, mas não vendo a hora de começar o show!

Amanhã!

Amanhã, dia 23/11/10, um dos meus sonhos irá se realizar. Vou no show da minha banda favorita que conheço há 2 anos e 3 meses. E para deixar meu dia mais feliz, saiu a nova música do Tokio Hotel, Hurricanes and Suns. 


Sei que nunca falei deles direito no blog, mas não é questão de tempo. Em breve, mais informações. 

Ótimo show para mim e para todas as fãs de Tokio Hotel ♥

We All Want to Be Young



Acho que quero ser jovem para sempre mesmo.

O Centésimo em Roma

O Centésimo em Roma conta a história de Publius Desiderius Dolens (esse não é o único nome difícil de decorar), que vem da Germânia para sua cidade natal, Roma. Ele é conhecido como o Carniceiro de Bonna (por ter matado uma vila inteira, incluindo crianças, mulheres e velhos) e sonha em ingressar na Ordem dos Cavaleiros, e finalmente deixar de ser um plebeu miserável. O máximo que ele consegue, é se tornar o chefe da guarda dos urbanicianos, a ralé da polícia local. O prêmio de consolação faz com que Dolens continue tão plebeu quanto antes, e agora suas tarefas são controlar arruaceiros, escoltar figurões a prostíbulos e investigar a morte de um senador da República. Ao que tudo indica, o nobre senador foi assassinado por integrantes da misteriosa seita dos cristãos, fanáticos que cultuam um judeu crucificado.

No começo, o livro me pareceu bastante parado e pensei que não conseguiria ler até o final, mas me enganei (como sempre me engano). Dolens é um dos personagens mais legais que eu já vi, ele não é o tipo de herói modelo, ele é sarcástico, fala palavrão, bota todo mundo para correr, mas mesmo assim possui um bom coração. Ele é a típica pessoa que sonha alto, que quer ser rico, ter um posto e melhorar de vida, mas como a vida é irônica, parece que nada dá certo.

A melhor parte da história, é que ao lê-la, você realmente se sente na Roma Antiga, é como se você acompanhasse os personagens pelas ruas, visitasse cada casa e conhecesse cada um deles. Max Mallmann escreve muito bem, é detalhista e te prende na história que é cheia de humor, pelo incrível que pareça (e eu que pensava que o livro é sério).

Outro personagem que adorei é Quintus Trebellius Nepos (no livro, você encontra vários capítulos escritos por ele, como se fossem trechos de um livro que ele escreveu. O resto é descrito em 3ª pessoa do ponto de vista de Dolens), um dos legionários, ajudante de Dolens e também filho do Senador que foi assassinado. Eu o achei bondoso e do tipo certinho, ele só ficou meio histérico quando tentou se vingar da morte de seu pai, então acabou apelando pela maldade.

Quanto a tal morte do Senador, achei o desfecho bastante sem-graça. Esperava mais, tinha várias hipóteses e todas foram pelo esgoto abaixo de Roma. Mas acho que também, dependendo do ponto de vista, não foi previsível, pelo menos, para mim. Achei que faltou um pouquinho mais de trama na história, algo que te prendesse de verdade, além da morte misteriosa, mesmo assim valeu muito a pena ler o livro, é realmente uma bagagem cultural. Sem falar que adorei as palavras em latim, já que sempre quis aprender esse idioma magnífico.

A Folha Amarela

O chão estava lotado delas, tão pequenas e vivazes, com suas cores amarelas chamativas como se fossem folhas de raios de Sol. Ela caminhou por elas, tomando cuidado para não pisá-las e acabar com todos aqueles sorrisos na grama. Isso era besteira, ela sabia, afinal eram apenas folhas caídas, mas elas pareciam ter tanta vida quanto à própria garota.

Ela pegou uma das folhas e colocou em sua mão, olhando atentamente para aquele matiz de cores amareladas. Pensou seriamente em guardá-la dentro de um livro, onde sua coleção geralmente ficava. Mas parecia ser tão triste vê-la apodrecer como as outras, perdendo toda aquela aura que ela tinha.
São apenas folhas, ela pensou novamente. Mas por que gostava tanto delas? Realmente não sabia. Algumas garotas colecionavam selos, outras canetas coloridas, outras simplesmente guardavam aqueles anéis de latinhas de refrigerante. O porquê? Não existia, era apenas uma mania boba e sem fundamento.
Então ela sabia que não poderia ficar com ela, não podia ficar com as outras folhas velhas, aquelas com as pontas já amarronzadas e sem vida. Era doloroso relembrar aquela situação em como seu livro estava: cheio de folhas mortas. Simplesmente levantou a mão com a folha amarela e deixou o vento a levá-la para longe.
Viu a folha brincar com o vento, girando docemente como uma bailarina em seu palco cheio de luzes. E de repente ela sumiu, como se tivesse sido levada para além das nuvens e quem sabe encontraria um paraíso cheio de folhas tão bonitas como ela. Na verdade isso era um mito. A folha iria cair novamente em algum lugar e virar adubo. E assim irá saciar a vida de outra árvore com outras tantas folhas.
Talvez simplesmente a vida fosse assim, cheias de páginas contendo folhas antigas e podres, cada uma contando um momento da vida, uma lembrança linda, mas que muitas vezes merece ser apagada. A garota sorriu, pensando que talvez desistir da folha, era o melhor a fazer. Recomeçar era o melhor a fazer.
Deu as costas as folhas amarelas e partiu sem saber para onde ir, sem perceber que ao longe alguém pegava a folha amarela e olhava para ela. Percebendo que estava tão longe para devolvê-la, sem poder alcançá-la, simplesmente se perdeu naquele outono para sempre, sem poder passar as outras estações ao lado dela. Ela havia jogado sua coleção de folhas velhas fora. E algo mais havia ido junto.

The Little Matchgirl

The Little Matchgirl (ou em português, A Pequena Vendedora de Fósforos) é um dos contos de Hans Christian Andersen que eu mais gosto e também um dos mais tristes. Lembro que eu tinha um livrinho de contos e vivia lendo esse e sempre sentia vontade de chorar quando terminava de lê-lo. Nem acreditei quando descobri que a Disney fez um curta sobre o conto de 7 minutos! Do mesmo jeito que o conto de Andersen é emocionante, o curta também.



O conto me fez lembrar que o Natal está perto, e isso nos faz refletir sobre um bocado de coisas. Talvez devessemos agradecer um pouquinho pelo que temos e pararmos de reclamar, já que existe pessoas em pior situação. Quantas Pequenas Vendedoras de Fósforos morrem todos os dias por causa de frio e fome? Quantas pessoas precisam de ajuda e não movemos um dedo para ajudá-las porque estamos ocupados demais a olhar para nossos próprios umbigos? Nós precisamos de ajuda e o mundo também, urgentemente.

Vamos falar sobre ursos

Hoje me deparei com dois vídeos que amei demais e ambos falam sobre ursos. O primeiro se chama A Hunter Shoots a Bear. O vídeo é no youtube e é totalmente interativo, conta a história de um caçador que estava acampando e encontra um urso, então você tem duas alternativas: atirar ou não no urso. Ambas dão na mesma, porque o caçador acaba não querendo atirar no urso, então ele pega um corretivo Tipp-ex e apaga o Shoots do nome do vídeo (você vai entender quando assistir, é super legal). No lugar do Shoots você pode colocar o que quiser e o cara vai fazer com o urso, tipo: dance, eating, drink, sex, kiss, shoots (novamente), etc.

Existe várias possibilidades, essa é apenas uma delas. Dá para passar o dia inteiro brincando com esse vídeo. O link está aqui.

O outro vídeo é Never Say no to Panda (Nunca diga não ao Panda), são vários comercias super engraçados de uma marca de queijo chamado Panda. Conta histórinhas de pessoas que não querem o queijo e um Panda aparece, o resultado você vê a seguir:

Eu sempre fui fã de pandas, eu gostaria de ter um desses ): se eu fosse você, não diria não a um panda.

Pierette Diaz

Pierrete Diaz é diretora de arte francesa e uma das diretoras da criação da DDB Paris. Seus principais trabalhos são referências a campanha da Nike Breakdancers , "perigos da estrada» Audi, Nike Dunk ", campanha VW movimento 4 "patinadores no gelo" e campanha as crianças Tiji'.

Eu não encontrei muita informação sobre ela, achei uma das artes de Pierrete por acaso na internet e decidi pesquisar e a única coisa que acabei descobrindo foi isso. Mesmo assim, a achei incrível, por causa do Projeto The world through the eyes of children (O mundo através dos olhos das crianças).





Achei impressionante as imagens que ela criou, que mostra a imaginação criativa das crianças. A imagem dos jacarés ilustra bastante a infância de várias pessoas, lembra de quando andávamos na rua e tinhamos que pisar só nas partes pretas ou brancas da calçada, imaginando que nós íamos cair se pisássemos errado? Sem falar em dezenas de coisas que criávamos quando pequenos, imaginando um mundo diferente do que estávamos acostumado.

Outra coisa que achei sobre Pierrete, é um vídeo também nessa mesma linha, que ela fez. É lindo, fofo e expressa novamente a imaginação das crianças: 


Não sei você, mas estou com vontade de ser criança novamente ): 

Beth Fantaskey

Beth Fantaskey é literalmente a escritora de um dos meus livros favoritos: Jessica's Guide to Dating on the Dark Side. Já falei desse livro várias vezes no meu blog e vou continuar falando porque eu o amei demais. E a maior supresa que recebi, foi saber que ela gravou um vídeo para o Brasil, falando do seu livro que finalmente chegará no nosso país.


Outra notícia ótima que recebi, é que a Sextante não vai mais publicar o livro com aquela duas capas que eles escolheram. Eles vão manter a capa original, mas com um título diferente da em inglês. Eu realmente não gostei do título, mas só da capa ser a original, já foi uma vitória daquelas!

Estou ansiosa pela publicação, não vejo de ter o livros em mãos. A última e não menos importante notícia, é que o livro terá continuação e será lançado em 2011 com o nome de Jessica Rules the Darkside. ANSIOSA, MAGINA.

Para mais inforamações, entrem no site oficial da escritora ou na Comunidade Oficial.

Perfume: A História de um Assassino

Paris, 1738. Jean-Baptiste Grenouille (Ben Whishaw) nasceu em um mercado de peixe, onde sua mãe (Birgit Minichmayr) trabalhava como vendedora. Ela o tinha abandonado, mas o choro de Jean-Baptiste faz com que seja descoberto pelos presentes na feira. Isto também faz com que sua mãe seja presa e condenada à morte. Entregue aos cuidados da Madame Gaillard (Sian Thomas), que explora crianças órfãs, Jean-Baptiste cresce e logo descobre que possui um dom incomum: ele é capaz de diferenciar os mais diversos odores à sua volta. Intrigado, Jean-Baptiste logo demonstra vontade de conhecer todos os odores existentes, conseguindo diferenciá-los mesmo que estejam longe do local em que está. Já adulto, ele torna-se aprendiz na perfumaria de Giuseppe Baldini (Dustin Hoffman), que passa por um período de pouca clientela. Logo Jean-Baptiste supera Baldini e, criando novos perfumes, revitaliza a perfumaria. Jean-Baptiste cada vez mais se interessa em manter o odor de forma permanente, o que faz com que busque meios que possibilitem que seu sonho se torne realidade. Só que, em suas experiências, ele passa a tentar capturar o odor dos próprios seres humanos.

Quando eu ouvi falar sobre esse filme, logo meio veio a mente a história de um cara aristocrata, realmente psicopata que seduzia mulheres para fazer experimentos, cortando as peles delas e guardando seu perfume em banha. Como pode ver, minha dedução foi bastante errada. Também me avisaram que o filme é super nojento, e acredite, não achei NADA nojento, nesse quesito eu esperava bem mais. As mortes foram super suaves e não mostrou nada demais.

Mesmo assim a história é super bem feita e a achei criativa. Jean-Baptiste não é o cara aristocrata psicopata que eu pensava, ele é apenas uma pessoa que passou por muitas dificuldades na vida, já que perdeu sua mãe, viveu em um orfanato e trabalho duro por muitos anos. Ele me pareceu bastante bobo, mas por ter olfato aguçado, ele era capaz de reconhecer muitas das coisas que deixamos passar.

O real motivo de ele ter começado a matar mulheres, é porque um dia ele acabou se apaixonando pelo perfume de uma delas. Com aquilo na cabeça, ele começou a buscar maneiras de preservar as fragâncias que há no corpo, por isso precisou fazer vários experimentos e assassinar mulheres. Mesmo isso parecendo arte em alguns pontos de vista, o cara tinha algum problema sério mesmo.

Há algumas partes do filme que eu achei exagero, mas como é ficção e o enredo é bom, acompanhei até o final e achei super impressionante. Jean-Baptiste não era de todo mal, só não conhecera o amor e por ter sofrido muito, depositou toda sua angústia naquele objetivo maluco dele. Sei que faz tempo que o filme saiu, mas nunca tive a oportunidade de assistir e nem queria pelo fato de que me falaram que era NOJENTO. E nem é.

Trailer:

Meme 7

Como adoro Memes (apesar de não ter respondido muitos), vou fazer o do blog Enchantime que eu adorei muito. Também vale a dica para quem quiser conhecer novos blogs, já que esse é um dos mais fofos e que mais gosto.

7 coisas que eu tenho que fazer antes de morrer:

1º) Escrever livros e se tornar uma escritora conceituada;

2º) Conhecer o Tokio Hotel, 30stm e outras bandas e cantores que gosto;

3º) Viajar pelo mundo;

4º) Conhecer o Japão e ficar lá por um tempo;

5º) Ler o máximo de livros que eu puder;

6º) Deixar meu nome na história;

7º) Entrar na Academia Brasileira de Letras, de preferência ficar com a 2ª cadeira.

7 coisas que eu mais digo:

1º) WHATAFUCK?

2º) Oh, shit!

3º) Quê?

4º) Tokio Hotel

5º) Bill

6º) Álvares de Azevedo

7º) Morri mil vezes.

7 coisas que eu faço bem:

1º) Escrever;

2º) Ler livros difíceis;

3º) Decorar coisas facilmente em pouco tempo;

4º) Lembrar de coisas que decorei há, tipo, 5 anos atrás;

5º) Tocar trompete imaginário;

6º) Desenhar (mas depois que entrei na ETEC, descobri que preciso melhorar);

7º) Mexer com photoshop e qualquer coisa relacionada a internet e design.

7 defeitos meus:

1º) Preguiçosa;

2º) Desorganizada (só em casa);

3º) Egoísta;

4º) Egocêntrica;

5º) Ser boa e gentil com quem não vale um cigarro;

6º) Pensar demais, exageradamente;

7º) Ser niilista.

7 coisas que eu amo:

1º) Livros;

2º) Escrever;

3º) Tokio Hotel;

4º) Álvares de Azevedo;

5º) Tubes;

6º) Trakinas;

7º) Açaí.

7 qualidades:

1º) Inteligente na medida do possível;

2º) Meiga na medida do possível;

3º) Me comunico bem com as pessoas;

4º) Tolero as pessoas;

5º) Analiso muito bem os fatos antes de dar opinião e derivados;

6º) Penso e ouço mais do que falo;

7º) Amiga.

7 pessoas que farão este jogo:

As 7 que comentarem o nome de um poema do Álvares de Azevedo :)

A Carta de Copas

Um ás de copas pairava sobre sua mão, a superfície gélida da carta parecia conter algo mais além do que realmente era. Claro que ela sabia seu significado, tinha um livro sobre tarô e outras coisas fantásticas que todos acham um belo de um desperdício. Mas achou engraçado ter tirado logo aquela carta, afinal nunca a havia tirado antes.
Significava amor. Que em breve ela iria se apaixonar. Pela primeira vez na vida, achou aquilo uma tremenda besteira. Ela simplesmente não se apaixonava, todos podiam algum dia, ela não. Ninguém podia obrigar a Rainha de Copas a se apaixonar, ela simplesmente abominava qualquer sentimento tão tolo e vil como o amor.
O amor deixava as pessoas fracas, era como uma erva daninha que se fixava no coração, perfurando o âmago com suas raízes indelicadas e rebeldes e que demoravam a sair, mesmo que tentasse arrancá-las a força. E quando finalmente tudo foi retirado, ainda sobravam os buracos que as raízes fizeram, cicatrizes incuráveis e doloridas.
A Rainha de Copas simplesmente pegou a carta e a queimou, jogando na lareira e vendo-a estalar conforme sumia em cinzas. Pronto, acabara a previsão, não havia jeito de se concretizar. Pegou outra carta, esperando que elas dissessem algo mais concreto e que com certeza aconteceria. E lá estava o ás de copas novamente.
Jogou todas as cartas com força na lareira, as deixando queimar rapidamente na lenha que crepitava. Sua respiração ficou mais rápida e ofegante, quando de repente notou uma carta, a última que parecia queimar lentamente: a rainha de copas. De repente o corpo real dela começou a romper em chamas dolorosas, a transformando em apenas cinzas.
A rainha havia sido pega de surpresa, ironicamente não fora as chamas do amor que a abrasaram, era apenas o fogo matinal de sua lareira. Que queimou seu coração de gelo o transformando em algo quente, que alimentaria os sonhos de todos aqueles que sacassem a sua carta. Um significado distante da realidade: uma mulher doce e afetuosa.

Mary e Max


Mary e Max se trata de um longa-metragem mágico! Quando eu ouvi falar sobre ele, procurei pela internet até achá-lo e não me decepcionei nem um pouquinho. Baseado em uma história verdadeira, ele conta a história de Mary, uma garotinha australiana de 8 anos que sofre bullying, é gordinha, tem um pai que não dá a mínima para ela e uma mãe alcoólatra, e Max, um novaiorquino de 44 anos, que está obeso porque ama comer cachorro quente de chocolate, tem Síndrome de Asperger e é antissocial. Mary acaba achando o endereço dele e decide mandar cartas com o objetivo de conseguir um amigo, já que não tem um.

A história é linda! Cheia de ensinamentos e comentários divertidos e tristes sobre a vida, sem falar na trilha sonora que eu amei demais. A música tema do filme não sai da minha cabeça. E o mais legal, é que a visão que Max tem da vida é em preto-e-branco, enquanto Mary vê tudo marrom, já que é sua cor favorita. Abaixo fica o trailer:

Layout novo!

Apesar de eu amar demais os layouts antigos, eles estavam com problemas nos comentários, muita gente não conseguia comentar. Então, com pesar, decidi mudar o layout, mas acho que ficou muito melhor do que eu imaginava! Simplesmente amei esse e achei que ficou mais bonito que antes.

Quem não estava conseguindo comentar, agora pode! Comentem bastante :B

Lillyxandra

JoEllen Elam é conhecida na internet como Lillyxandra, e trabalha como designer e maquiagem artística, em Los Angeles, Califórnia. Seu interesse por designer começou em 2002 e já criou mais de 100 figurinos para diversos clientes e projetos pessoais. Suas fotos são mágicas e perfeitas, retratatam fadas, guerreiras, sereias, fantasia, personagens de video game, anime e desenhos. Todos os figurinos dos personagens são cheios de detalhes, parecendo mais reais. E ela ainda tem uma lojinha onde vende vários acessórios que ela usa nas fotos.




Quem quiser conhecer mais o trabalho dela, é só ir ao site Firefly Path.