Que venha 2012!


É claro que a maioria das expectativas que eu tinha para 2011 não viraram realidade, mesmo assim, tenho que concordar que comparado a outros anos, 2011 foi decididamente um dos melhores. A coisa mais marcante dele foi simplesmente que eu estava no terceiro ano do Ensino Médio, ou seja, eu estaria abandonando a escola em que estudei durante doze anos, com pessoas que convivi por muito tempo. Por ser o último ano, tenho que dizer que meu querido Terceirão aproveitou exageradamente e da melhor forma possível. Não foram só risadas, como choros e também muitas intrigas, mas tudo terminou da melhor forma possível. E terminamos unidos, isso que importa, porque agora cada um seguirá seu caminho.
Quanto a estudo, fico feliz de finalmente dizer que não só estou formada na minha escola como também no meu curso técnico, ou seja agora sou uma Designer (ou quase haha)! E o pior de 2012 é que muita coisa ainda não está planejada, não sei como ele vai ser, ainda que faculdade fazer e estou esperando alguns resultados para decidir como será minha vida daqui para frente. Essa incerteza é terrível.
Mas outra coisa que vou guardar do meu 2011 decididamente é algumas amizades marcantes, não só da escola, como também do meu curso técnico. Elas foram super especiais para mim e vou sentir muita falta delas e espero sinceramente que a amizade continue existindo entre nós. Esse ano, deixei de ser um pouquinho anti-social e comecei a aprender um pouco o valor das pessoas e como é bom ser incluída. Quanto família, apesar dos trancos e barrancos, acho que foi um ótimo ano. Não sei porque, mas sinto que aos poucos tudo está melhorando e se consertando.

Foto do teatro que o Terceirão apresentou em Outubro

Foto para o nosso TCC

Sem falar que das 101 coisas que eu tenho que fazer em 3 anos, nesse ano eu já fiz 25! O que é praticamente um milagre já que eu pensava que não ia conseguir nem 5 HAHA.
De qualquer forma, desejo aos leitores do meu blog UM ÓTIMO 2012! Talvez ele não seja perfeito e nem todos os dias vão ser felizes, mas se todos os dias fossem felizes, qual seria a graça, não é mesmo? Espero que muito dos seus sonhos se realizem, e se não se realizarem, que 2012 seja o ano da preparação para que 2013 seja o ano da realização, é. E evitem ter tantas expectativas, afinal essa é a única maneira de se surpreender! FELIZ ANO NOVO!

Desabafo McDonald's


Devo ser uma das únicas pessoas desse mundo maluco que quando vai ao McDonald’s e em vez de pedir sua famosa batata-frita, pede salada. Isso mesmo, eu sempre troco a batata-frita por salada e já deve fazer uns quatro anos que tenho esse costume. Tudo começou em uma época remota quando alguns lanches tinham desconto caso você pedisse um conjunto pré-estabelecido, ou seja, se você pedisse um Big Mac, com salada e suco de coco, saía bem mais barato que pedir um normal com coca-cola e batata-frita. Eu como sou fã em não gastar demais, decidi pedir aquela combinação estranha e foi aí que surgiu meu amor pela salada do McDonalds.
É claro que todo mundo acha estranho, afinal para que sair de casa para comer algo e gastar com salada? É que a sala do McDonald’s para mim era fantástica! Apesar de ser compacta, tinha um pouco de tudo, incluindo verdura, legumes (mas acho que só cenoura) e no final, raspas de queijo! E tudo combinava perfeitamente com qualquer escolha do molho que eles disponibilizavam para você.
Lembro que eu amava o molho de tomate seco (sim, parece nojento, mas não tem nem de longe gosto de tomate seco, afinal odeio), mas como fiquei quase dois anos sem comer McDonald’s, quando decidi voltar a ativa e pedir o meu tão gostoso molho descobri que faz tempo que eles não o vendiam.
– Qual molho você vai querer? – perguntou a atendente para mim.
– Tomate seco – eu disse realmente feliz.
– O que? Tomate seco? Mas não existe esse molho!
Como assim? Há dois anos existia! Será que ninguém na face da Terra sabia que um dia existiu molho de tomate seco no McDonald’s? E eu fiz o teste duas vezes, perguntei a outro McDonald’s se tinha o molho de tomate seco e definitivamente ele não existia mais. Então decidi optar pelo molho italian, que em minha opinião, tinha o mesmo gosto do tomate seco. Talvez todos os molhos tivessem o mesmo gosto, só mudavam de nome.
E assim seguiu minha vida com saladas e Big Macs. Nunca pedi salada porque queria emagrecer, afinal é quase impossível quando você come lanches gordurosos logo depois. Sem falar no refrigerante. O negócio é fiquei super feliz que descobri que a salada compacta do McDonald’s aumentara! A única coisa ruim é que não tinha mais raspas de queijo, mas havia aqueles tomatinhos deliciosos em forma de uva que quando você morde estouram com tudo na boca. Quase não senti falta do queijo até pegar o meu tão delicioso molho e descobrir que era azeite. Isso mesmo, azeite. Devia haver algum erro, afinal foi minha mãe que pedira para mim a salada já que eu estava mais preocupada em achar um lugar para sentar em plena semana de Natal.
Tudo bem, bastava eu me dirigir para o balcão novamente e pedir o molho, deve ter sido um engano.
– Por favor, vocês me esqueceram de dar o molho da minha salada – eu disse ao balconista atarefado tentando atender uma multidão de pessoas famintas não só por hambúrgueres, mas por compras de Natal. Gastar, gastar! Era tudo que se podia ouvir naquela sinfonia do restaurante. Estava quase me sentindo ruim por estar participando daquilo.
Ele, rapidamente pegou dois pacotinhos e deu para mim, sem perguntar nem nada qual eu preferia. Foi então que notei que ao invés de eu ter um pacote de azeite, agora tinha três com o acréscimo daqueles dois. Pensei seriamente em jogar os pacotes em alguém, mas decidi que não podia ser tão ruim assim salada só com o azeite. Quem precisa de vinagre? De sal? De tempero? De pimenta? Ou apenas de molho de tomate seco ou italian? Mas era pior do que eu pensava. A salada tinha gosto de salada. Não tinha gosto de algo que podia ser ingerido, de algo que tinha sabor. Eu quase pirei! Sério, como agora eu comeria salada? Quase senti inveja da batata-frita da minha mãe e do meu irmão (apesar de que pedir salada é sempre uma boa tática, eu sempre roubava um pouco de batata dos outros).
Foi então que surgiu a única alternativa viável. Peguei o potinho de ketchup e joguei na salada. Isso mesmo, comi salada com ketchup, não me matem. E não foi tão ruim, afinal sempre gostei muito de ketchup. Mas não era a mesma coisa que os molhos anteriores. E a única coisa que consegui pensar era que em hipótese nenhuma compraria mais a salada do McDonald’s. Não havia raspas de queijo. E não havia molho mais. E talvez fosse isso mesmo, não era a salada que eu gostava, era do molho. E não sei por que, mas acho que comer qualquer coisa no McDonalds’s não vai ter a mesma graça que antes. Não mesmo. Mas o que eu posso fazer? Afinal devo ser a única que gosta de comer salada no McDonald’s e a única que se importa por um dia ter existido molho de tomate seco. Quem vai se importar.


PS: Achei essa imagem acima por coincidência. Realmente o mundo é maluco.

FELIZ NATAL!


Um Feliz Natal para todos que acessam o blog, desde aqueles que comentam até aqueles que passam despercebidos. Espero que não só seu Natal seja mágico, como todos os dias após essa data. Ainda afirmo que meu espírito de Natal está perdido, mas talvez isso não torne tudo menos interessante. E desejo principalmente a vocês que o tédio não bata a sua porta e que se bater, que seja um tédio produtivo. UM COPO DE SPLEEN JUICE PRODUTIVO, POR FAVOR!

Sendo Nikki



Sendo Nikki é o segundo livro de uma trilogia, no qual o primeiro livro, Cabeça de Vento, já foi resenhado aqui antes. Para quem não se lembra da história, é sobre Em Watts, uma garota que sofre um acidente e tem seu cérebro transplantado para o corpo da super modelo Nikki Howard. O primeiro livro da série foi quase, pelo menos para mim, uma introdução da nova vida de Em Watts, não aconteceu nada realmente fantástico (apesar do livro ser muito bom), além de algumas dicas do que possivelmente poderia acontecer nas continuações.
Nesse segundo livro a ação chega com tudo! Como eu suspeitava no primeiro livro, realmente a Stark é uma empresa cheia de conspirações e segredos que poderão levar qualquer pessoa ao túmulo se ela não se calar. E Em está sendo observada pela empresa e precisa descobrir quais os segredos que ela esconde e uma maneira de se ver livre dela. Mas esse é só um dos problemas. Ela recebe a visita do irmão de Nikki, Steven, que está desesperado, pois sua mãe está desaparecida. Em, juntamente com sua amiga Lulu, tentarão ajudá-lo e descobrirão que esse sumiço tem mais a ver com a Stark do que eles pensam.
Outra parte que o livro aborda é sobre a vida escolar de Em/Nikki, que volta para sua antiga escola e tenta se aproximar de Christopher que não faz ideia da troca de corpos e está totalmente acabado com a morte de Em, principalmente depois que ele se dá conta de que esteve apaixonado por ela. Mas Christopher não só está sofrendo uma desilusão como pretende se vingar da Stark juntamente com seu primo Felix, um jovem hacker.
O livro é realmente recheado de ação, com aqueles toques de ficção científica e a vida glamourosa de uma modelo. O final é super emocionante e te deixa com um gostinho de quero mais, por isso não vejo a hora de poder ler o último livro, que infelizmente ainda não foi publicado no Brasil (não que isso me impeça de lê-lo, pois já tenho o PDF no computador HAHA). Então, não percam tempo, leiam essa série maravilhosa da nossa queridíssima Meg Cabot ♥!

O Pequeno Filósofo



Quando eu vi a propaganda desse livro na televisão, fiquei realmente com vontade de lê-lo, pois adoro livros reflexivos no estilo "O Pequeno Príncipe". Fiquei muito surpresa quando recebi do correio um pacote contendo esse livro! Mesmo não sendo endereçado para mim e sim para minha mãe, do próprio Chalita, decidi me apossar dele! (haha)
Na história você se depara com duas personagens. Uma delas é um homem adulto, o qual aos poucos vai contando um pouco de sua vida. Quando jovem, os pais dele foram ausentes, a mãe porque estava doente e o pai porque tinha um caso com outra mulher. Ao crescer, o adulto percebe que vai cometendo erros assim como os seus pais, como não dar atenção a sua mulher e filhos. A outra personagem é o Pequeno Filósofo (uma espécie de Pequeno Príncipe) que faz o adulto se questionar sobre suas atitudes e seu jeito de ser. Os dois embarcam em uma viagem em um trem, onde cada estação há um mundo diferente que é uma metáfora do mundo real. Há pessoas enlameadas, dentro de cúpulas, que machucam umas as outras e que trancam seus corações em cofres.
O livro é curtinho e rápido de ler, assim, como O Pequeno Príncipe, achei a história uma graça! A faixa etária é infantil e infanto-juvenil, mas acho que seria muito bom se adultos lessem também, porque tem um grande foco neles. A história realmente faz você se questionar sobre várias coisas e também sobre nossas ações perante o mundo. Outra coisa que amei no livro é a diagramação feita pela Editora Globo e as ilustrações da Thais Linhares! Realmente é uma história que vale a pena ler!

Um Conto Curto

"Você é uma menina de sucesso!", ele disse. "Posso ver isso em você!".
Então ela olhou-se no espelho e viu uma incógnita.

Wishlist de Natal

Sei que provavelmente não vou ganhar nenhum desses itens a seguir na minha noite de Natal (pois já sei o que realmente vou ganhar), mas adoraria realmente ter alguns desses presentes. Como meu aniversário também está perto, quem sabe esses presentes não venham logo?


1) Circle Lenses: Não, não são lentes comuns, são aquelas lentes asiáticas que deixam seu olho enorme. De preferência, adoraria uma castanha.

2) Nikon D90: Nem preciso dizer que a coisa que mais venho querendo é uma câmera profissional. Não tenho realmente uma preferência por marca, mas acho a Nikon D90 muito amor ♥

3) Box com os livros do Game of Thrones: Desde que assisti a série, estou louca para ler os livros! Adoraria ter todos e viajar no mundo incrível criado por George R. R. Martin.

4) Corset preto: Sou louca por moda vitoriana e sempre quis ter um corset, não só porque acho lindo, mas também para afinar a cintura e melhorar minha postura.

5) Tablet Wacom/Bamboo: Como ando me interessando um bocado por ilustração e estou tentando melhorar, queria muito este tablet que possibilita desenhar mais facilmente.

6) Livro Marina: Sou apaixonada pelos livros de Carlos Ruiz Záfon e preciso desse livro que acabou de sair (no Brasil, porque o livro já é antigo na Espanha)!

Meeting Nacional Lolita

Meeting Nacional Lolita é nada menos e nada mais que um encontrou de Lolitas. Mas afinal o que é Lolita? Não, não é a aquele livro do Nabokov, é um estilo famoso no Japão que cada vez mais vem tomando espaço no Brasil, um estilo, que diga-se de passagem, eu admiro muito. Mas o que se veste? Geralmente as garotas usam vestidos bufantes como os de bonecas, inspirado na época Vitoriana e Rococó. O estilo possui várias vertentes como Sweet Lolita (onde se usam coisas mais fofas e roupas cor-de-rosa ou em cor pastéis), Gothic Lolita (roupas negras), Country Lolita (roupas florais), etc. Cada vertente exige alguma coisa e para o post não ficar grande, depois eu indico vários sites que podem ajudar a entender melhor já que não sou expert no assunto.
Dias 10 e 11/12 (sábado e domingo), houve o Meeting Nacional Lolita, que como eu disse anteriormente é um evento para pessoas que gostam do estilo e também adeptos. Eu ainda não sou adepta, mas pretendo, por isso decidi ir para conhecer melhor e também para conversar com outras pessoas que gostam do estilo também.
Eu cheguei lá por volta das 15h da tarde e como eu ganhei o convite através de um sorteio feito pela loja Le Café (Já disse antes né? Sou super sortuda em sorteios!), não precisei pagar. No começo, me senti realmente envergonhada, porque como eu entrei sozinha no local, eu não conhecia ninguém, não sabia nem o que fazer direito. Mas não demorou muito e logo eu já estava fazendo amizade e conhecendo pessoas que gostavam das mesmas coisas que eu!

A decoração estava fofíssima, toda cor de rosa! Havia ainda doces e eu me deliciei comendo torta de morango. Havia também stands vendendo roupas e acessórios de Lolita e outras que vendiam maquiagem. A única coisa que não gostei é que não seguiram a programação que planejaram, não sei se por causa da chuva, houve atraso de alguém, mas não teve palestra, nem sorteios e nem workshops pelo tempo que fiquei lá. A melhor parte for ter aulas de maquiagem com o stand da maquiagem da Mary Kay. Pude usar os produtos e testá-los e tive que concordar que amei a base deles, muito boa!





Outra coisa legal é que havia realmente um monte de lolitas lá, a grande maioria estava vestida. Dava para ver as diversas vertentes e conhecê-las um pouco melhor. Espero realmente poder um dia me vestir também assim ano que vem!

Agora vou indicar sites que vocês podem conhecer melhor o estilo:
Harajuku Lovers
Ribbon Land
Reino do Morango

Submarine

O meu interesse surgiu por esse filme quando vi algumas cenas dele no Tumblr. Por mais que nenhuma delas me dissesse qual era o nome do filme, com um pouco de pesquisa, logo encontrei. Submarine é um filme britânico do diretor Richard Ayoade (é o primeiro filme dele) com música de Alex Turner dos Arctic Monkeys (que diga-se de passagem, uma banda que nunca gostei muito, mas que amei na trilha sonora do filme).
A história é sobre um garoto de 15 anos chamado Oliver Tate que vive em uma cidade costeira no País de Gales. Ele pode ser caracterizado como um garoto esquisito, meio desprovido de emoções, mas muito inteligente, que é apaixonado por Jordana Bevan, uma garota com casaco vermelho de sua escola. Oliver não só terá que manter seu namoro como também descobrir se seus pais vão se separar e se sua mãe está traindo seu pai.
Parece uma história comum, não é mesmo? Problemas comuns e personagens comuns. Mas, o diretor conseguiu transformar algo normal em incrível! Com umas jogadas meio vintage, estilo britânico, boa trilha sonora e personagens cheios de manias (o que faz lembrar uma versão masculina do filme Amelie Poulain) o filme não só me conquistou totalmente como fez o maior sucesso no Reino Unido. Tenho certeza que há grandes possibilidades de que se torne um filme cult.
E para os bookaholics de plantão, o filme é baseado em um livro que já está a venda no Brasil pela Editora Record! Não vejo a hora de poder lê-lo e conferir se é tão bom também.



E para quem ficou curioso, aqui vai o trailer desse filme que achei totalmente apaixonante. Decididamente está na minha lista de favoritos!

Annabel e Sarah



Mais um livro que recebi pelo Booktour, novamente da Editora Draco. Tenho que dizer que realmente adorei a diagramação dessa editora, tanto nesse livro, como em Neon Azul há uma mescla de páginas de cor branca e outras negras que deixam o livro mais bonito por dentro. Mas confesso que não gostei muito da capa, achei algo muito “recortei no photoshop e colei”.
A história é sobre duas irmãs gêmeas, Annabel e Sarah, sendo que a primeira é rebelde, fala o que pensa e tem um estilo despojado enquanto a segunda é mais feminina e sweet. Certo dia, quando elas vão sair com o seu pai e este faz uma parada, as duas entram em um bar abandonado onde Sarah acaba sendo sugada por uma televisão. Desesperada, Annabel também entra na televisão e tenta salvar sua irmã. Sarah acaba indo para uma dimensão onde há uma cidade onde todos são obrigados a serem felizes enquanto Annabel vai para uma dimensão onde os animais são racionais e os humanos são selvagens.
Quem já leu Alice no País das Maravilhas vai perceber que as histórias são parecidas, principalmente naquele estilo “isso não faz sentido”. Eu, particularmente, não gostei muito do jeito que Annabel e Sarah vão parar em outra dimensão, mas tenho que concordar que a escolha de um portal não é muito fácil (por exemplo, o guarda-roupa de Crônicas de Nárnia). Mas quando elas finalmente estão dentro da televisão que tudo fica fantástico.
Adorei a dimensão de Annabel! Lá que há os melhores personagens como Dean Chinaski (uma raposa desordeira) e Op Spade (um lobo detetive). Nesse lugar totalmente às avessas, onde reina uma atmosfera degradante e meio noir, Annabel terá que achar a flor Amor-perfeito que a ajudará a salvar sua irmã. Enquanto isso, Sarah irá para a tal cidade que mencionei, a qual, em minha imaginação, era algo meio lúdico e burlesco, onde uma malvada prefeita faz a vida de todos uma tormenta feliz. A melhor personagem é Beatrice, filha da prefeita, que decide ajudar Sarah.
A personagem que há um maior aprofundamento é Annabel, onde há capítulos especiais onde ela conta algumas informações sobre sua vida, por isso, ela pode acabar sendo a gêmea favorita da maioria das pessoas que leem o livro. Por mais que a história seja fantástica, achei que faltou alguma coisa, talvez seja pelo fato de que Jim Anotsu (autor brasileiro para minha surpresa) escreveu essa história durante a adolescência. Também não gostei muito do final do livro, esperava mais. Mesmo assim, adoro livro sobre fantasias e outras dimensões, e para quem curte esse mesmo estilo, fica a dica.

Trailers



1) Hunger Games: Eu realmente estava ansiosa para assistir esse filme, porque eu tinha a esperança de ter as mesmas sensações que tive ao ler o livro, independente de todas as coisas que eu não tinha gostado, como, por exemplo, o elenco. Quando assisti esse trailer, pensei: "Realmente vai ser uma perda de tempo". Todas minhas esperanças foram por água abaixo porque não gostei de quase nada, nem de cenário, nem de elenco, nem das roupas. Mas isso ainda não me impede, de, no dia 23 de Março de 2012 eu estar na fila do cinema, pronta para assistir um dos melhores livros que já li. E sabe de uma coisa? Assisti o trailer pela segunda vez, tentando não dar a mínima para o livro e acho, que talvez, eu possa ainda me surpreender. Só espero que as partes de adrenalina e sangrentas sejam muito boas. Quero meu estômago revirado da mesma forma que aconteceu no livro.



2) The Raven: Para quem não sabe, o filme é baseado no livro de Edgar Allan Poe, o Corvo, que eu sempre tive imensa vontade de ler, mas nunca tive a oportunidade. Pelo que eu entendi do trailer, a história é sobre um assassino que mata suas vítimas de acordo com as histórias que Poe escreveu. Sempre acho os trailers muito mais emocionante que os filmes e espero sinceramente que a felicidade que eu tive ao assistir esse trailer não se transforme em tédio ao assistir o filme. Não preciso nem dizer que amei as cenas macabras, não é mesmo? Sem falar que o diretor é o mesmo de V de Vingança, um filme que eu amo.





3) As Brancas de Neve: O primeiro trailer é sobre o filme Snow White and the Huntsman (A Branca de Neve e o Caçador) que em vez da Branca de Neve esperar ser salva pelo seu príncipe, ela é ensinada pelo caçador a lutar para poder derrotar a rainha. No segundo trailer, o filme é o Mirror Mirror (algo como Espelho, espelho meu), que é uma comédia baseada na história da Branca de Neve. Eu, particularmente, gostei bem mais do primeiro trailer, só achei que Kristen Stewart como Branca de Neve não dá, por isso preferi a Lily Collins do segundo. Quero muito assistir os dois filmes, mas acho que vou gostar mais do primeiro, porque prefiro algo mais épico e de terror do que comédia.

E vocês? Quais filmes gostaram? O que acharam dos trailers?

American Horror Story

Eu preciso realmente apresentar essa série para vocês, porque estou viciada nela! Desde que assisti Game of Thrones, estava necessitada de alguma que me prendesse e fosse um pouco diferente das de costumes, então, saiu a nova série do canal FX: American Horror Story. Isso mesmo, uma série de terror (que ao meu ver, não tem nada de terror, mas é recheada de mistérios e suspense) que mistura um pouco de O Iluminado com Horror em Amityville.
A história é sobre uma família que se muda de casa, após o pai, Ben, ter traído a sua esposa Vivien. Eles acham que se mudando, tudo poderá ser esquecido e finalmente poderão voltar a ser uma família feliz. É nessa nova casa que eventos aterrorizantes e misteriosos irão acontecer, sem falar nos personagens incríveis, que com certeza, vão prender sua atenção.

Essa é a Vivien, a mãe da tal família e também a esposa traída que está disposta a tentar recomeçar (principalmente por ter tido um aborto, uma das causas da traição), mas não consegue esquecer o que seu marido fez. Eu, particularmente, gosto bastante dela. Dá para ver claramente que ela é a principal da série e terá uma participação especial, ainda mais depois de descobrir que está grávida. Acho-a bastante sensata e esperta, por mais que ela ainda pareça meio sem-graça, acho que logo ela irá mostrar sua personalidade forte.

Ben é o marido traidor e canalha. Ele trabalha como psicólogo e usa sua própria casa como consultório (o que eu acho um absurdo, afinal ele recebe pacientes cheios de distúrbios e perigosos. Só em séries mesmo para acontecer isso) e que tenta se afastar de sua amante, que era sua aluna, enquanto tenta reconquistar sua esposa. Ele é meio 8 ou 80, uma hora parece que ele está totalmente arrependido e você até sente dó dele, outra hora você acha que ele não vale nada. Eu fico com a segunda opção.

Uma das minhas personagens favoritas! A Violet é a filha de Ben e Vivien e foge totalmente de algumas adolescentes convencionais. Quando eles se mudaram para a nova casa, pensei que ela seria mais uma daquelas garotas que reclamaria "Eu não quero mudar, vou ter que abandonar meus amigos e blá blá blá", mas não, ela aceita de bom grado, ainda mais depois de descobrir que os donos anteriores foram dois gays que se suicidaram na casa. Violet tem uma personalidade super forte, ela não tem medo de nada, ela briga, bate e é rebelde.

Moira, a empregada da casa que trabalha durante anos no local. Ela, na verdade, é velha e todos da casa a veem assim, menos Ben. Não sei se é por causa da traição, mas Ben (e outro homem que não tem importância) a vê jovem e sedutora. A parte "nova" de Moira tenta seduzir Ben o tempo todo, enquanto a parte "velha" é mais sensata e madura. Logo no primeiro episódio você já descobre algo sobre ela (gostaria de comentar, mas acho que é spoiler). De qualquer forma, ela também é uma das minhas personagens favoritas e tenho dó dela, principalmente do seu passado.

Tate é o psicopata mais fofo que provavelmente você irá conhecer. No começo da série, ele é um dos pacientes de Ben e conta a ele que matou alguns alunos da sua escola, pode parecer brincadeira, mas lá para o episódio 5 e 6 você vai perceber que ele estava falando sério. Totalmente psicótico e meio problemático, ele acaba se apaixonando pela Violet e formando o casal mais legal da série. Aos poucos, ele vai mostrando seu lado mais adorável e também seu lado mais assustador, principalmente quando ele fica no porão da casa e tem contato com os seres malignos que vivem por lá. Por mais que uma parte do segredo dele já foi revelado, acho que ainda tem muito mais.

Constance basicamente é a vizinha chata e mexeriqueira que vive na mansão para conversar com Vivien. Apesar disso, eu gosto dela por causa da sua excentricidade e de seu passado que também está vinculado com a mansão. Dá para ver, que apesar de ter envelhecido, ela ainda acha que é nova, pois fala o tempo todo de sua beleza e mantém um amante bem mais novo que ela. Mesmo assim, ela tem um enorme carinho (meio estranho, diga-se de passagem) por sua filha que tem síndrome de down, Addy.

Larry foi também um antigo morador da mansão. Era para ele estar preso porque queimou sua mulher e filha juntamente com a casa, mas como ele tem um tumor no cérebro, ele está a solta. Larry vive perseguindo Ben, avisando-o que ele deve abandonar a mansão porque foi esta que o fez cometer o assassinato de sua família. Ele é um personagem bem chato, uma hora parece estar ajudando, outra hora só quer atrapalhar.

Por último, não menos importante, Rubber man! Isso mesmo, ele é um fantasma, pelo menos, é o que se pode prever. No começo, quando acham a fantasia dele no sótão, Ben e Vivien pensam que era alguma fantasia fechionista dos gays que moravam na casa, mas logo dá para ver que ela era bastante habitável. Não faço ideia ainda de quem é ele, há um bocado de teorias, mas até agora nada foi esclarecido. Mesmo assim, por mais tosco que seja, ele é um bocado assustador e aparece bastante na série (sem falar, que vai ter uma grande importância, pelo menos, é o que eu acho).

Sério, para quem gosta de séries, não percam tempo e vão assistir! E para você, que morre de medo de qualquer coisa, tenho que dizer que nem assusta tanto assim, o "terror" é beeeem fraco, o que conta é o suspense. Mas uma dica, assista a música de abertura só se você for bem corajoso, porque sinceramente, não consegui assistir nenhuma vez, pulei direto para a série.

Cabeça de Vento


Há um bom tempo estou louca para ler esse livro. Precisa realmente de um por quê? Simples: Meg Cabot. Novamente fui surpreendida com uma história criada por ela recheada de aventura e personagens incríveis em situações diferentes e engraçadas. Posso classificar Cabeça de Vento na mesma linha que a série Mediadora e a série Quando cai o raio, por causa dos temas um tanto estranhos.
A história é sobre Emerson Watts (que gosta mais de ser chamada Em, porque Emerson é um nome masculino), uma garota nerd, que adora vídeo game e só possui um amigo em sua escola, chamado Christopher, por quem nutre uma paixão desde que o conheceu. Um dia, ambos levam a irmã mais nova de Em, Frida, para um super evento em uma loja chamada Starks para ela conhecer um cantor famoso. Mas quem acaba estando lá é nada menos que a modelo mais famosa da atualidade Nikki Howard, que acaba sofrendo um acidente junto com Em, após um telão ter caído.
Quando Em acorda, ela está em um hospital e no corpo de Nikki. Então, ela descobre que sofreu uma cirurgia de transplante de cérebro já que seu corpo foi massacrado no acidente e Nikki teve um aneurisma. Agora ela terá que aceitar essa nova vida, que para alguns foi pura sorte, para ela, nem tanto.
Parece realmente absurdo, não é? Eu achei a história fantástica. Lembra um pouco Sexta-feira muito louca, mas sem a parte de troca de espíritos e sim algo mais científico e bem assustador. Eu achei que Em até que encarou bem a troca de corpo, se fosse eu, estaria surtando. Deve ser realmente incrível poder ser alguma pessoa famosa e bonita, mas seria terrível abandonar sua vida antiga e até esquecer quem de fato você era.
Em, por causa do contrato que Nikki tem com a Starks, terá que agir como a modelo e esquecer que um dia foi Emerson Watts. Ela passará a ser o centro das atenções e dividir um apartamento com Lulu, a melhora amiga de Nikki que percebe logo de cara que sua amiga já não é mais a mesma. Lulu é simplesmente incrível! Eu a adorei. Gosto muito de histórias em que a melhor amiga tem um bom destaque e sempre está disposta a ajudar a principal.
Nikki também possui um namorado, Brandon Stark (filho da empresa para qual Nikki trabalha), que é super bonito, mas é um babaca. E também há Gabriel Luna, o cantor que estava também no evento e se apaixonou por Nikki. E você pensa que a lista de admiradores da modelo acaba por aí? Ainda tem muito mais. Apesar de tantas opções, Em só tem olhos para seu melhor amigo Christopher e tentará estudar na mesma escola que antes para se aproximar dele.
O livro, apesar de ter 320 páginas, que eu devorei em um dia, conta mais sobre a transição de vida da Em para Nikki. Não tem nenhum suspense que te prenda até o final, mas você lê para saber como será essa nova vida. Mesmo assim, dá para perceber que a tal empresa Stark esconde algum segredo e duvido muito que a verdadeira Nikki tenha morrido de aneurisma, achei muita coincidência. Ainda acho que nos próximos livros isso será explicado melhor.
A narração do livro realmente leva você a pensar “E se fosse eu?”. É interessante parar para pensar nisso e ver diante de você a possibilidade de ser outra pessoa. Por mais que pareça algo até incrível, dá para sentir o drama de Em e como sua vida antiga foi arruinada por causa do acidente, mesmo parecendo que a nova seja melhor. Acho que a parte que mais me deu vontade de chorar foi quando ela encontra Christopher como Nikki e ele não a reconhece. Ele nem ao menos sente algo por ela mesmo Em sendo agora uma modelo bonita. Christopher ficou realmente arrasado com a morte dela que até mudou seu comportamento.
Foi meio que impossível não imaginar um filme para esse livro, já que a história é pura ficção científica com alguns toque femininos. Por isso, decidi fazer um cast, de acordo com o que eu imaginei para os personagens.

Sara Paxton como Nikki Howard, Ellen Page como Emerson Watts, Colton Haynes como Brandon Stark, Douglas Booth como Gabriel Luna, Candice Accola como Lulu Collins, William Moseley como Christopher, Liam Hemsworth como Justin Bay e Chloe Moretz como Frida Watts.

O segundo livro, Sendo Nikki, já está comigo e pretendo lê-lo assim que tiver tempo. Quero muito saber o que vai acontecer, principalmente o desfecho dessa história tão incerta. E aí? Vocês já leram? O que acharam do cast?

Florrie


Florence Arnold, mais conhecida como Florrie, é uma cantora inglesa que também é modelo. Ela já trabalhou com as Girls Aloud e os Pet Shop Boys e só em 2010 começou sua carreira solo. Só fui conhecer o seu trabalho graças a propaganda maravilhosa do perfume Nina Ricci. Simplesmente fiquei apaixonada pela música, pelo cenário e pela garota da propaganda que me lembrou a Elle Fanning, mas que na verdade é a própria Florrie.



Há outras músicas dela super legais e dançantes para quem quiser conhecer mais.



Diário de uma garota nada popular

Eu tinha prometido a mim mesma que não ia tocar nos 16 livros que eu havia ganhado até terminar de ler os 30 pendentes da biblioteca. Mas como eu queria algum livro rapidinho só para eu ler na minha noite de sexta-feira, decidi que Diário de uma garota nada popular seria perfeito para cumprir esse papel. Apesar de aparentar ser grosso, por dentro ele é cheio de desenhos e escrito como se realmente fosse um diário (as folhas possuem linhas e tipografia imitando letra humana), então dá para ler rapidinho.
Ele é voltado mais para pré-adolescentes, porque a personagem principal, Nikki, tem 14 anos, mas nada impede de uma pessoa mais velha ler, já que tenho 17. Por mais que em algumas partes ele aparente ser bobinho, eu achei a história SUPER engraçada e adorei o jeito dramático de Nikki em relação a tudo.
Como eu disse antes, a personagem principal é Nikki e ela ganha uma bolsa em uma escola particular após seu pai dedetizar esta. Então rola todo aquele drama adolescente de mudança de escola, em conseguir novos amigos, descobrir se aquele cara que você gosta também está a fim de você e se tornar finalmente, quem sabe, popular. É lá que ela conhece Mackenzie, uma garota super popular, bonita e rica, que tornará sua vida um inferno.
Como podem ver, é o típico romance adolescente americano que por mais que já estejamos acostumados, sempre é legal rever novamente. A única coisa que eu achei, é que não era Mackenzie que transformava a vida de Nikki em um inferno (apesar dela ter sua parcela de culpa), mas sim a própria Nikki. Sei que ter baixa auto-estima e se comparar a outras pessoas acontece o tempo todo, principalmente nessa idade, mas acho que Nikki não deveria se crucificar tanto por causa disso e impedir que o jeito de Mackenzie a fizesse se sentir menosprezada.
Mas logo Nikki mostra que é incrível, porque ela tem um maravilhoso dom artístico. Ela se inscreve em um Concurso de Artes, no qual Mackenzie também irá participar e mostrará a todos sua capacidade. Sem falar que ela acha duas amigas (que eu me identifiquei muito com elas) que odeiam Educação Física e amam ler! Elas trabalham na Biblioteca ajudando a arrumar os livros e sonham em ir a Semana Nacional de Biblioteca para encontrarem os escritores Stephenie Meyer, Meg Cabot e Rick Riordan. Outra personagem que merece destaque é o garoto por quem Nikki nutre uma queda: Brandon. Ele é fotógrafo e trabalha no jornal da escola e é super legal com Nikki mesmo quando todos estão zoando ela.
Tenho que parabenizar a Editora Verus pela bela diagramação, porque além de o livro ser lindo por dentro, por fora ele é de capa dura e com uma capa super fofa, imitando realmente um diário. Vale muito a pena ler e se divertir com esse chick-lit! :D

O Hobbit

Há um bom tempo, eu tinha o e-book desse livro no computador. Comecei a lê-lo, mas não sei porque diabos nunca terminei já que gostei muito da história (sem falar que eu era viciada nos filmes do Senhor dos Anéis). Finalmente consegui ter esse livro em mãos e voltei a minha leitura, que com certeza continuará bem além de Senhor Anéis, passará por O Silmarillion e os outros livros relacionados ao mundo criado por J. R. R. Tolkien.

A história é sobre Bilbo Bolseiro, um hobbit (para quem não conhece são criaturas com metade da nossa altura, com os pezinhos peludos que vivem em casinhas bonitinhas de portas redondas na terra e adoram conforto, bebidas e um bom caximbo) que odiava aventuras e achava que isso era mal visto. Tudo muda quando ele recebe a visita de Gandalf, um mago, que o apresenta a 13 anões para juntos embarcarem numa aventura. Meio forçado e contra sua vontade, Bilbo os acompanhava e descobre que pode se tornar um herói também, enfrentando diversos perigos e lugares sombrios.
O livro é super fácil de ler (ao contrário de Senhor dos Anéis, que eu achei complicado e cheio de personagens, mas acho que minha opinião não conta, porque eu era pequena quando li e só consegui chegar até a metade do primeiro livro) e apesar de ter bastante personagens, dá para identificá-los facilmente. A história é fantástica, cheia de aventuras, mitologia e as canções que sempre estão presente nos livros de Tolkien e que eu adoro. Só achei que faltou um pouco mais de descrição, já que adoro livros bem detalhados. Mas, para se situar na história, o livro também vem com dois mapas, um no começo e um no final mostrando os lugares por onde Bilbo e os anões passaram.

É nesse primeiro livro que você descobre de onde veio o tão famoso e maligno anel que Bilbo entrega para Frodo em Senhor dos Anéis. Você também conhece Gandalf, o mago cinzento que terá uma grande importância nas continuações e Gollum (ou Sméagol), aquela criaturinha grotesca que também não sumirá tão cedo da série.
E para quem não sabe, O Hobbit em breve terá um filme! Ainda estão tendo as gravações e já saíram algumas fotos incríveis, principalmente dos 13 anões que acompanharam Bilbo em sua jornada! Para quem quiser ver as fotos, basta clicar aqui.

Halloween


Por mais que eu seja um tanto patriota, eu sempre quis que o Brasil tivesse Halloween. Já que eu gosto muito desse lance de macabro e coisas ocultas, então, uma festa toda divertida como essa e recheada de doces seria incrível. Atualmente, há algumas pessoas que comemoram o Halloween, em alguns lugares do Brasil, há crianças batendo de porta em porta pedindo doces (apesar de eu não saber qual o objetivo, já que nenhuma casa vai estar preparada para tal, afinal não é uma festa costumeira). De qualquer forma, os que apreciam a comemoração podem se contar com festinhas a fantasia com os amigos, que, em minha opinião, não é grande coisa comparada ao que acontece nos Estados Unidos (apesar de que, estou aberta para convites de festas de Halloween, HAHA). Então, como provavelmente vou passar meu 31 de Outubro em casa, decidi fazer um post sobre inspirações e também dicas do que você pode fazer também nessa segunda-feira sem emoções e sustos.

1) Doces:



2) Fantasias/Maquiagem:



3) Livros:

Neste livro o leitor conhecerá Raven, uma garota gótica de 16 anos, sempre foi fascinada por vampiros. E quando uma nova família e seu gatíssimo filho dark se mudam para uma mansão abandonada no topo de uma colina, a garota acredita que um beijo do misterioso recém-chegado poderá transformá-la em uma criatura das trevas. Um romance tenebroso e divertido que conta a história de um casal alternativo em uma cidade onde a conformidade reina - mas que pode ter um fim surpreendente!
Li esse livro faz muito tempo, a história é bem light e legal, mas o que me chamou a atenção foi a apresentação do Halloween no livro, fala sobre o costume e também sobre vários doces americanos que sempre vemos nos filmes, mas não conhecemos.

Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário.
O primeiro livro da minha série favorita, vale a pena ler ela toda. Sou simplesmente viciada na história e nos personagens, principalmente por causa da temática. Nem preciso falar mais nada, não é? Nada como fantasmas para deixar o nosso Halloween muito mais divertido.





Este livro de Rosa Amanda Strausz traz onze contos que fazem qualquer um sentir um friozinho cortante percorrer a espinha. Mas o medo aqui não paralisa, pelo contrário, só faz crescer a vontade de chegar à página seguinte, o que exige fôlego. Um prato cheio para quem curte histórias de terror e mistério - e qual é a criança ou o jovem que não curte? - e um bom começo para os iniciantes neste tipo de literatura. Em 'Sete ossos e uma maldição', não há sangue espirrando nem miolos saltando, como informa de antemão a orelha do livro. Nada explícito ou de mau gosto. Nele, a imaginação do leitor se encarrega de formar as cenas macabras forjadas através de um texto elegante. E é exatamente esse terror sugerido, literatura fantástica da melhor qualidade, que o torna tão atraente.
Adorei esse livro e simplesmente é ótimo para aterrorizar sua noite, já fiz uma resenha sobre ele nesse link.




4) Filmes:

Contos do Dia das Bruxas toma emprestado o mesmo estilo de Creepshow e Tales from the Crypt para apresentar ao espectador toda uma nova gama através de quatro contos intercalados e ambientados na noite de Halloween: o diretor de um colégio desabrocha ao luar como um terrível assassino serial; a jornada de uma jovem virgem por alguém especial tem uma reviravolta extraordinária; um grupo de adolescentes executa uma cruel travessura com consequências desastrosas; e um velho briguento combate um demônio muito disposto a travessuras e gostosuras!
Já assisti esse filme e adorei! Ele pode não ser muito assustador, mas achei bem divertido e tenso, bem ao estilo Halloween.



5) Músicas:





Na minha caixa do correio #1

Não sei se vocês se lembram, mas há um bom tempo eu havia postado sobre um concurso que eu havia ganhado e que o prêmio era 16 livros. E prometi naquele mesmo post que eu iria fazer um vídeo quando eles chegassem. Depois da greve dos correios, de o Youtube decidi upar meu vídeo, finalmente vou poder postar sobre ele. O livro fala principalmente sobre os 15 livros que ganhei da Editora Record e um que ganhei da Editora Verus. Também fala sobre uma coleção de relógios que eu ganhei da Mariner em parceria com o blog Depois dos Quinze.



Primeiro, gostaria de falar que é o primeiro vídeo que faço nesse estilo, ou seja, com certeza não vai ser grande coisa (e o youtube decidiu esculachar com minha cara e deixou a imagem do vídeo parada bem quando eu estava com cara de quem comeu limão e não gostou. Esse tipo de coisa é algo que mais do que previsível). No começo, tive que gravá-lo umas mil vezes porque eu errava ou me perdia, mas logo saiu. Pode parecer que no começo eu tenha decorado alguma fala, mas, na verdade, eu estava nervosa. Às vezes é mais difícil conversar com uma câmera do que com pessoas, é.
Desculpe também pelos cortes no vídeo. É que eu sempre parava porque tinha medo de que continuasse falando e descobrisse que a câmera já tinha parado de filmar. Aos poucos vocês vão vendo que vou me soltando um pouco mais.
Ah, e mil perdões pelos erros que cometi e por eu ter falado a palavra "realmente" pelo menos umas 12428139348434399340 vezes. Juro que percebo que realmente eu escrevo realmente demais, mas não sabia que eu realmente falava realmente o tempo todo. Mas tenho quase certeza que isso foi realmente fruto do nervosismo (haha).
Quanto a minha voz, ela é chata assim mesmo, não liguem.
E sobre os relógios da Mariner, das pulseirinhas que eu ganhei, a que eu mais gostei foi uma de estrelas preto e branco porque é igualzinha a estrela do meu moletom do Tokio Hotel (a estrela é uma tatuagem do vocalista, é praticamente símbolo dele, apesar de não ter sido inventada por ele ou para ele).




Para quem teve curiosidade de saber sobre a maquiagem que me fez ganhar o concurso, não fiquem entusiasmados demais. Juro que ao vivo estava bem melhor, mas quando fui fotografar (porque minha câmera é podre) não parecia nada com a real (a maquiagem era dourada e cheia de brilho, mas nas fotos abaixo parece que ela é meio prata D:). Por isso fiquei muito brava no dia, eu havia me dedicado tanto para que na foto ficasse horrível! Pensei realmente que não fosse ganhar, por isso fiquei um bocado surpreendida.


Espero sinceramente que vocês tenham gostado do vídeo, pretendo fazer mais, mas acho que vai demorar. De qualquer forma, quando der na telha e eu realmente tiver algo importante para falar, eu tento novamente.

A Garota dos Pés de Vidro

Se eu pudesse classificar esse livro, eu o classificaria como um livro perigoso. Isso mesmo. Ao lê-lo, você corre o risco de se envolver demais com uma história fantástica e fantasiosa que parece tão próxima da realidade quanto as coisas simples do nosso cotidiano. Só de começar a ler a sinopse na contracapa, você já fica um tanto abismado, sem entender de fato do que se trata o livro.
“Você acreditaria que há uma criatura que transforma tudo o que olha em branco? Que há corpos de vidros afundados na água do pântano? E vacas do tamanho de insetos, com asas de borboletas? Então ainda não pode enfrentar o que está acontecendo com você”.
Na história, Ida Maclaird também se depara com esse questionamento. Ela é uma exploradora que com pouca idade já viajou o mundo e vivenciou altas aventuras até descobrir que seus pés estavam se tornando vidro. Ela se lembrava de já ter ouvido isso antes de um senhor chamado Henry Fuwa, que morava em uma ilha a qual visitou fazia tempo. Desesperada para encontrar uma cura, ela volta para a ilha e tenta encontrá-lo. Mas ela acaba se deparando com Midas Crook, um fotógrafo melancólico, que adora tirar fotos monocromáticas e sofre com traumas do passado. Junto, os dois tentarão descobrir uma forma de curar Ida e impedir que ela se torne completamente em vidro.
A melhor coisa que tenho a dizer sobre a história é que ela é FANTÁSTICA, SIMPLESMENTE MÁGICA! Por mais que pareça algo bizarro como vacas pequeninas voando ou pessoas virando vidro, Ali Shaw escreve de uma maneira tão bonita e gostosa de ler que parece que tudo é real, que pode acontecer com você. Juro que depois de terminar o livro, dei uma olhada em mim para ver se eu também não estava virando vidro (eu devo ter problemas sério, relevem isso).
Mas, como nem tudo são flores, a história é um bocado triste, só que do jeito que eu gosto. Talvez esse seja o livro que tenha mais personagens complexos e deprimidos que eu já vi. E como meus gostos não são dos mais normais, sempre tenho preferência por personagens nesse estilo. Não preciso nem dizer que Midas tornou-se meu personagem favorito, simplesmente o personagem mais complexo da trama (mas acho que ele não supera o pai na complexidade). Identifiquei-me com ele em diversas partes, era como se eu estivesse lendo, muitas vezes, a descrição da minha personalidade.
Ida, ao meu ver, foi a personagem mais simples e previsível. Eu era capaz de adivinhar toda a personalidade dela, enquanto não acontecia o mesmo com Midas. Mesmo os dois sendo opostos, um completou o outro. A garota aventureira, o garoto anti-social. E desde o começo, você vai desejar que os dois acabem juntos e anseia pelas páginas que mostrem esse desfecho.
Acabei o livro aos prantos. Pensativa com toda a situação mostrada. Talvez, o livro por mais fantasioso que seja, mostre uma metáfora da vida. De como temos pouco tempo e como temos que aproveitar o máximo dos nossos dias, porque pode ser o último. Os personagens são dos mais diversos e você acaba se identificando com o drama de pelo menos um deles.
Juro, que se de fato Hauda’s Land (o lugar onde se passa a história) existisse, eu gostaria muito de visitar e conhecer as vaquinhas voadoras, a criatura que transforma tudo em branco e as perigosas águas-vivas que brilham e mudam de cor.