Jogador Número 1 - Ernest Cline


Nasci no começo dos anos 90, mesmo assim, assisti diversos filmes e tive influência dos anos 80 na minha vida. Meus filmes favoritos eram dessa época, como História sem Fim e The Dark Crystal. A mesma coisa digo da cultura japonesa, assisti Ultraman, Godzilla e conhecia alguns animes como Neon Genesis Evangelion e Cowboy Bebop. Os anos 80 era a época dos meus pais. Uma das épocas mais legais, onde as pessoas eram embaladas pelas músicas da Cindy Lauper e Culture Club. Sempre invejei essa época que nunca vivi, mas que vi pela tela da televisão.

O Jogador Número 1 é um prato cheio para qualquer pessoa que goste dos anos 80, de cultura pop, vídeo game e o mundo geek/nerd. A história se passa em 2045, um futuro apocalíptico onde todos passam por maus bocados por conta da fúria da natureza, da escassez de comida e da pobreza. Uma forma de escapar da realidade é “entrando” (literalmente) na realidade virtual chamada OASIS através de dispositivos (luvas, visores, roupas especiais, há uma infinidade de gadgets).

James Halliday, criador do OASIS, acaba morrendo e lança um desafio: quem descobrir as charadas, conseguir as três chaves e passar pelos três portais ficará com a herança dele. E para descobrir, as pessoas precisariam estudar com afinco toda a cultura pop dos anos 80 que está no diário de Halliday, um amante dessa época. Isso foi o estopim para uma caçada lunática atrás das chaves, porém, depois de anos, ninguém conseguira sequer achar a primeira.

“Três chaves escondidas abrem três portões guardados
E três boas qualidades deverão ser inerentes ao errante avaliado
Quem demonstrar ter os exigidos predicados
Chegará ao fim, onde o prêmio será alcançado”

Wade Watts, um rapaz pobre de 17 anos, passou todos esses anos estudando minuciosamente o diário de Halliday em busca de uma chance de vencer o jogo. Escondido através do avatar Parzival, ele finalmente consegue ser o primeiro a achar a primeira chave e transformar completamente sua vida.

OASIS é diferente de tudo que já vi. Não é simplesmente um jogo. É realmente uma outra vida, uma outra forma de viver. Na vida real você pode ser pobre e feio, não ter roupas descoladas nem carrões, mas lá você tem a oportunidade de ser rico, bonito e ter tudo que quiser (porém não é tão fácil assim). Há escolas onde as pessoas podem estudar sem precisar sair de casa, há bares, discotecas e locais onde podem batalhar. A sensação que eu tinha ao ler o livro era a mesma de Wade quando pegava os dispositivos para entrar no jogo: eu realmente estava dentro da história, lutando com Parzival e seus amigos.

Quem narra a história é Wade e é super descritiva. É explicado em mínimos detalhes como funciona OASIS, os dispositivos e tudo que é necessário para entender o enredo. Por mais complexo que seja, acho que não tem como ficar perdido na leitura, mesmo que você não conheça nada dos anos 80. Mas, é bem mais legal quando você entende as referências. Depois de ler o livro fiquei com imensa vontade de jogar todos os vídeo games, assistir todos os filmes, animes e séries, ler todos os livros citados ao longo da história. Deu uma enorme vontade de estudar o fictício diário de Halliday assim como todos aqueles “caçadores” fizeram.

Os personagens também são bem desenvolvidos e passamos a conhecer mais outros caçadores como Art3mis, uma garota durona e inteligente que estudou com afinco o diário de Halliday, Aech, o melhor amigo de Parzival e Shoto e Daito, dois japoneses que por mais que pareçam distantes no começo, ao poucos vão tendo importância na história.

O único ponto negativo que encontrei na história é que achei algumas partes um tanto forçadas e um pouco fora da realidade (da “realidade real” mesmo, não a virtual). Mas, de forma nenhuma isso atrapalhou a enorme experiência que eu tive a lê-lo. Sério, leiam. O mais rápido que vocês puderem.

Obs: Existe um site que tem a lista de todos os filmes, animes, séries, livros, músicas, vídeo games, quadrinhos que foram citados no livro. Se quiser dar uma olhada, procurar alguns para entender melhor, o link está aqui.

Obs2: Gosto muito da versão brasileira da capa (que está acima), mas essa americana é uma gracinha!


Destrua este Diário


Somos desde pequenos ensinados a seguir regras, a não quebrar nada, a manter tudo em seu perfeito estado. Riscar a parede? Se sujar de terra? Ações que são comum as crianças, aos poucos, são podadas. Basta olhar para o ensino escolar, a criatividade não é estimulada. O nosso cérebro é nocauteado com fórmulas, textos e teoria. É com esse objetivo que Keri Smith criou o livro Destrua este Diário.


Em entrevista a Intrínseca, editora que publicou o livro no Brasil, ela diz qual eram os seus objetivos com o livro:

— Estou ridicularizando um pouco o consumismo (comprar algo para depois destruí-lo).

— É uma forma de transpor bloqueios criativos, levando-nos muito além do medo da página em branco.

— Acredito que pequenos atos de rebeldia no cotidiano podem acabar evoluindo para atos maiores, capazes de transformar vidas. Quando você começa a questionar coisas em pequena escala, passa a questionar tudo.

— Eu queria criar um livro que se baseasse no uso de qualquer coisa que esteja à nossa volta no momento (fazendo com que as pessoas notem coisas que talvez não percebessem). Há páginas que pedem para ser sujas com lama etc.


O livro é simplesmente uma graça! A capa possui uma textura para parecer que realmente há durex em volta do quadrado branco onde está escrito "Destrua este Diário" e que é uma capa de caderno. Há diversas coisas que você pode fazer com o diário, desde as mais fáceis até as mais absurdas: páginas para testar tintas, páginas para preencher quando estiver com raiva, pedidos para mastigar uma das páginas (e não engolir), pendurar o diário em lugar público, etc.


Realmente o livro faz questionar o consumismo, porque dá muita, muita dó de rasgar algumas páginas, molhar outras ou sujá-las. Eu realmente quero tentar fazer tudo que o diário pede, por mais que doa o coração. Acho que esse tipo de livro é realmente uma batalha para bookaholics por causa do endeusamento que muitas vezes fazemos dos livros. Sempre tenho um mini ataque-cardíaco quando amasso a capa de algum livro ou faço orelha nas páginas, imagine destruir um livro completamente de uma forma totalmente inusitada? De qualquer forma, aceito o desafio! Conforme for fazendo a tarefa de cada página, irei postando fotos ou vídeos.
E você? Também vai aceitar esse desafio?

Obs: Deem uma olhada no Tumblr, procurando por Wreck this journal (nome do livro em inglês). É cada coisa tão incrível que eles fazem!

Pelo menos hoje

Se algum desavisado, sem motivo aparente, olhasse para uma certa janelinha de um certo ônibus perceberia uma menina com um sorriso maior que o rosto na cara. O sorriso era tão grande quanto aos dois olhos, que pareciam imensos holofotes em dia de inauguração de loja. Para a pessoa em questão, a pobre alma desavisada, talvez isso fosse assustador. Por isso, era melhor que ninguém tivesse visto a menina na janelinha, porque se perguntariam qual o motivo de estar sorrindo tanto. A verdade é que eram muitos motivos. Pequenos motivos. Daqueles que não dá para explicar depois, porque só fazem sentindo na hora. E nem a garoa chata atrapalharia, porque a vontade dela era dançar na chuva. Pelo menos hoje, a menina sorriria.

A Grande Gargalhada do Universo


Se há algo que nós fazemos em relação a praticamente tudo nessa vida é ter expectativas. Às vezes é em relação a algo totalmente desinteressante ou algo que pode mudar a nossa vida como uma viagem ou um novo emprego. Eu sou basicamente um pote transbordando de expectativas. Não sei se é o fato de eu passar a maior parte do tempo imersa em livros, mas tenho a tendência de achar que cada passo que dou, algo inesperado e incrível vai aparecer. São coisas desde o nível Amelie Poulain da vida (reparando nas pequenas coisas) até uma nave alienígena espetacular.

Estou devorando lendo um livro chamado Jogador Número 1, que se passa em um mundo futurista e distópico em que as pessoas passam a vida mais dentro dos vídeos games do que no mundo real. Até dá para entender porque todos da história fazem isso, afinal viver em um mundo poluído, pobre e faminto não é tão bom assim. A realidade virtual em que eles vivem é muito mais agradável.

Como nós não temos vídeo games ultrarrealistas (no quesito gráficos, design e sensações), tentamos da nossa humilde forma transformar esse mundo cinzento e tedioso em uma aquarela multicolorida, seja lendo livros, assistindo filmes, desenhando, escrevendo ou, é claro, tendo expectativas. Só que a última é bem chata em relação a qualquer outra forma de “escape”, afinal, em algum momento a realidade vai bater na sua porta para dizer o quão estúpido você tem agido com toda essa sua imaginação. E vai mostrar para você como as coisas realmente funcionam.

E a sensação que eu tenho toda vez que planto e rego umas expectativas, é que em algum lugar desse mundo, há uma risada ecoando dentro da minha cabeça. Olho para os lados tentando descobrir de onde vem e percebo que é A Grande Gargalhada do Universo. E ela consegue ser bem sarcástica quando quer.

O que você faria se não tivesse medo?

Esses dias eu estava toda sagaz respondendo uns questionários para seleção de emprego quando eis que surge uma pergunta atormentadora: O que você faria se não tivesse medo?
Meus dedos travaram. Meu cérebro pifou. Não fazia ideia de qual resposta dar. Na verdade, eu não entendi nem a resposta que essa pergunta queria. Eu podia listar dezenas de coisas que faria se não tivesse medo, desde as mais relevantes até as mais inúteis, mas, tinha quase certeza, de que não era isso. Matutei comigo diversas vezes, durante dias sobre isso.

O QUE DIABOS EU FARIA SE NÃO TIVESSE MEDO?

Comecei a desconstruir. Vamos começar pelo medo, o que é medo, afinal? Medo é praticamente um mecanismo que nos ajuda a fugir de encrenca. É uma buzina interna que apita quando alguma coisa vai dar muito errada com você. Às vezes essa buzina é um tanto mediúnica, porque ela avisa que algo vai dar errado antes de realmente dar ou de você pensar em fazer algo. O medo é quase como sua mãe andando atrás de você, dizendo para não esquecer o guarda-chuva ou o casaco. Se não tivéssemos o medo, provavelmente muito de nós já teria morrido por aí ou matado meio mundo. O problema não é o medo, mas a quantidade. Pouco medo e muito medo podem atrapalhar um bocado.

Ok, mas se eu não tivesse medo, o que diabos eu faria?

Isso me faz lembrar de quando eu era pequena. Fui criada na maior cidade do país, fui alertada pelos meus pais que eu não podia dar trela para estranhos e que precisava tomar cuidado por onde andava. Eu sabia o que era ter medo, mesmo que não soubesse ao certo do que. Quando ia para o interior e encontrava os meus primos, eu percebia que muito deles não sentiam isso. Eles subiam nos galhos mais altos das árvores e andavam naqueles cavalos imensos sozinhos. Eu tinha medo porque sabia que podia cair e quebrar o pescoço ou alguma costela, então, passava a maior parte do tempo assistindo tudo isso debaixo. E, sinceramente, eu achava isso muito chato.

Então, um belo dia, eu decidi que ia subir no galho mais alto da minha árvore favorita: a goiabeira. Juntei toda a coragem que possuía e fui subindo galho por galho sem olhar para o chão. Quando cheguei no último e olhei para baixo percebi que realmente se eu caísse talvez quebrasse o pescoço ou a costela, mas também havia a possibilidade de conseguir descer sem fraturar nada. E eu consegui. Desde aquele dia, perdi o medo de subir em árvores (mas até agora não aprendi a andar a cavalo).

O negócio do medo é que ás vezes (ou muitas vezes) ele faz com que nós fiquemos na parte de baixo da árvore só olhando seus primos se divertindo nos galhos mais alto. Você fica o tempo todo perguntando “E se eu subisse? E se eu fizesse tal coisa? E se eu falasse tal coisa?”. O negócio é que o medo pode ter razão, você vai se ferrar no final. Ou simplesmente você pode subir até o topo da árvore e descer sem consequências ruins. E você vai apreciar cada detalhe da subida, irá ter uma bela vista, verá o farfalhar das folhas e se sentirá um pouquinho o rei do camarote mundo.

Ter medo traz aprendizagem. Não ter medo também (além de trazer algumas experiências e histórias engraçadas).

O que eu faria se não tivesse medo?

Eu aproveitaria cada segundo de cada experiência que me faria normalmente tremer os joelhos. Eu falaria o que precisava ser dito. Eu faria o que precisava ser feito. As consequências? Elas são como galhos, algumas vezes eles vão quebrar e você pode ralar o joelho, mas isso vai sarar, pode até ganhar uma cicatriz, mas essa cicatriz vai ter cor de aprendizado. Porque o mais importante nessa vida é aprender.

Obs: Fui enviar a resposta lá no questionário e descobri que as inscrições estavam encerradas. No próximo post escreverei sobre: O que eu faria se tivesse criatividade quando REALMENTE se precisa?

Moça, qual é a receita mesmo?

Imortalidade? Fonte da juventude? Avril Lavigne manda beijos.
Já perdi as contas de quantas vezes alguém me disse a seguinte frase: “Você precisa ser mais mulher, tem que parar de ser tão menininha”. A única coisa que veem a minha cabeça é pedir para a pessoa qual é a famosa receita para se transformar em uma mulher, porque eu não faço ideia. Não é minha culpa que tenho cara de 14 anos, voz fininha e trejeitos de menininha. Já me disseram que sou tipo aqueles atores que parecem não envelhecer, porque durante esses anos não envelheci nada, não mudei muita coisa.

Mas a questão é: o que diferencia para a sociedade uma mulher de uma garotinha? Roupa sexy? Corpo formado? Aquele jeito de andar e cabelos esvoaçantes digno de propaganda de xampu que faz todo mundo se virar para olhar? Ou simplesmente maturidade? Capacidade de lidar com situações que uma garotinha choraria?

Juro que procurei no Google alguma dica, mas tudo que eu achei é um bando de babaquice comparando as atitudes de uma menina ou uma mulher em relação a um homem. Ser mulher ou menina não tem nada a ver com a forma de lidar com um relacionamento, tem a ver com lidar com qualquer tipo de situação do cotidiano. Não é porque sou ciumenta ou liberal que isso me torna mais mulher ou mais menininha. Mas acho que o pior de tudo foi ver uma frase que dizia “Menina acha que é de todos, mulher sabe que é de só um”. Não, obrigada, eu não pertenço a ninguém.

Acho que além de ser menininha ou mulher, sou humana. E uma humana complexa, que às vezes tem vontade de sentar no chão e chorar e em outras situações ergue a cabeça e fala com maturidade. Sim, sou mulher, tenho quase 20 anos, mas ainda assim quero muito comprar um Nintendo 3DS para jogar Pokemon X e Y.

Okinawa Karatê-do


Sempre fui daquelas pessoas que fugia das aulas de Educação Física como o diabo foge da cruz. Achava totalmente desnecessário ficar correndo atrás de uma bola e preferia passar meu tempo lendo ou estudando. E sempre que eu pensava: “Puxa, preciso fazer algum esporte, sou tão sedentária”, me dava arrepios só de pensar em fazer qualquer coisa que incluísse correr de um lado para o outro e fazer gols. Mas, se há algo que sempre atraiu minha atenção, principalmente em filmes antigos da sessão da tarde, são as artes marciais.

Karatê, Jiu Jitsu, Kung Fu, Muay Thai, Tai Chi Chuan, qualquer um deles me soava como um esporte incrível. Só de pensar que eu podia ter disciplina e força igual ao dos personagens que eu acompanhava na televisão, já me dava vontade de levantar a bunda do sofá e ir fazer algo. Sem falar minha loucura pelo outro lado do mundo onde as pessoas têm olhos puxadinhos. Foi aí que eu descobri um lugar que dava aulas de graça de Karatê. O único problema é que era no horário da minha faculdade.

Como se não bastasse minha falta de tempo, meu irmão começou a fazer aulas e tive que aguentar vê-lo andando por aí de kimono branco e fazendo movimentos que me lembravam de Avatar – A lenda de Aang. Então, apareceu uma oportunidade, mesmo que pequenininha, de eu sentir o gostinho de como é lutar karatê. Dois Senseis (professor em japonês) de Okinawa estavam vindo para o Brasil para uma apresentação e para dar um seminário, então, os treinamentos estavam sendo feito em horários alternativos. Foi aí que eu caí de balão, sem kimono (ou karatê gi), nos treinos.

Se não fosse o meu irmão para me ensinar alguns movimentos básicos antes dos treinos, eu estaria mais perdida do que já estava de fato. Tenho um problema sério de coordenação motora, na qual, além de confundir direita com esquerda e vice-versa, não consigo fazer meu cérebro fazer duas funções ao mesmo tempo, como: dobrar a perna e dar um soco. Ou eu coordeno o que está acontecendo nos membros inferiores ou nos superiores. Quando tenho que prestar atenção nos dois, só consigo ouvir meu cérebro apitando: PÉÉÉÉM, PROBLEMAS, PROBLEMAS! PANE NO SISTEMA, PANE NO SISTEMA!

Frequentei quatro treinos antes do seminário, sendo que três deles contavam com a presença dos Senseis (que são super simpáticos e conseguem se expressar muito bem, mesmo que em japonês). Nem preciso dizer que um dos Senseis, que são irmãos, ficava o tempo todo do meu lado corrigindo cada movimento que eu fazia. E o pior, que eu perdia todo o fio da meada, quando percebia que ele estava tentando me ajudar.

No último domingo (20/10) teve as apresentações de Karatê e de Kobudo (karatê usando armas, como remos, bastões, a espadinha da Electra, foices, entre outros). Eu participei da apresentação dos novatos e achei que até fui bem. As apresentações mais legais decididamente é do Kobudo, não tem como não se lembrar de animes, filmes e desenhos.

Achem-me, há!



Também teve apresentações de dança e dos leões de Shishimai, que já falei nesse post. O Seminário foi com os dois Senseis que nos ensinaram os movimentos de forma detalhadas e nos deram várias dicas da forma correta de se posicionar. Por ter participado, ganhei certificado, toalhinha e uma medalha.


Apesar das poucas aulas, da falta de habilidade da minha parte, adorei cada segundo que passei aprendendo os movimentos e conhecendo as pessoas que frequentavam as aulas. E fico muito triste de saber que de agora em diante, só terei tempo para treinar nas férias.

Obs: Algumas fotos não estão boas porque foram de vídeos. Quando tiver tempo livre (leia-se: vai demorar), eu vou editar os vídeos das apresentações e coloco aqui :D

Vocês já foram melhores

Existe um tipo de post que ando vendo por aí ultimamente que anda me irritando um bocado. E ele vem se multiplicando bastante como coelhinhos só porque hoje dá para ter blog famoso e ganhar dinheiro. Apelidei carinhosamente o post de Mendigão.

Para descobrir se o post é Mendigão é muito fácil. Nunca vi um que fugisse muito das características que vou citar. Todos são exatamente os mesmos. Até parece que é a mesma pessoa que escreve todos.

1) “Perdi a motivação de postar no blog porque não estou tendo reconhecimento”.
Tudo bem, é super legal saber que seu blog está tendo reconhecimento, ver que recebeu mil comentários, que tem 1091291290129120 pessoas seguindo e curtindo a sua página no Facebook, MAS isso não é tudo. Por exemplo, o meu blog tem o reconhecimento de umas 40 pessoas mais ou menos. Isso é pouco comparado a blogs famosíssimos, mas é o suficiente para mim que não posto sempre e não posto coisas que geralmente atraem multidões (como moda, maquiagem, etc).

2) “Não vejo muitas pessoas comentando nos meus posts nem seguindo o blog”.
E a culpa é do leitor agora? Se ninguém comenta é porque o post não interessa para a pessoa ou ela não tem nada a dizer sobre. Se ninguém segue é porque algo no blog não está funcionando. Escrever um post chatíssimo chorando as pitangas e alegar que a culpa é de quem acessa seu blog é infantil. É mais fácil você tentar ver o que está fazendo de errado e tentar consertar isso. Eu mesma sei alguns problemas do meu blog que com o tempo eu vou tentando resolver.

3) “Estou pensando em deletar o blog”.
Todo mundo já pensou nisso, pelo menos uma vez na vida. Os motivos são variados: falta de tempo, de inspiração, de motivação. Agora excluir um blog porque não virou famoso? Quanto tempo tem seu blog? Dois meses? (A maioria das pessoas que vejo reclamando, criaram o blog recentemente). Poucos conseguem transformar um blog recém-criado em famoso. E mesmo assim, a pessoa anteriormente teve vários e foi criando experiência. Eu tenho meu blog há três anos. Se comparar os primeiros posts com os últimos, dá para ver um avanço, mas há ainda muito a aprender. É difícil torná-lo famoso, não há uma fórmula. Não adianta também copiar, sempre que eu vejo blogs parecidos com os de famosos, eu já aperto o X da janela e nem quero saber do conteúdo.

4) “Os blogs famosos só são de garotas ricas”.
Sim, tem um bocado de meninas ricas aí com blogs famosos, assim como garotas da classe média que compram roupas em fast shop e em brechós. Assim também como garotas que não falam da última tendência da moda e escrevem tão bem que dá vontade de imprimir o post e botar em um quadro. Existem ainda blogs famosos que não ganham nadica de nada de dinheiro. Simplesmente estão vivos porque as pessoas gostam de ter um espaço para bocar a bota do trombone. Também tem um monte de menina que não está nos padrões de beleza estabelecidos pela mídia, que tem blog famoso porque é sincera e posta coisas que os outros e identificam. O que importa é gostar de blogar. Depois, se vier lucro, legal! Se está reclamando demais é porque, sinceramente, você não está preparado para esse mundo.

5) “Vejo blogs famosos com posts ruins e eu que escrevo bem, ninguém comenta”.
Ou a grama do vizinho sempre é mais verde ou ela precisa ser cortada. O negócio é: pare de ficar se preocupando com o blogueiro famoso que escreve errado e só é reconhecido porque é rico. Olha para o seu blog. Como eu disse antes, não adianta ficar vendo pontos negativos nos outros e não perceber os seus. Isso é questão de Marketing. O que você pode oferecer para o leitor que nenhum outro blog pode? O que você tem de diferente de outras blogueiras? Tente fazer um brainstorming (lá vem eu com essas coisas que aprendo na faculdade). Sente-se na cadeira e tente anotar tudo que vem a sua mente para melhorar o blog. Pode sim usar outros como inspiração, só não plagie.

6) “Não estou fazendo esse post porque quero ser famosa”.
Aham, claro. Você quer reconhecimento. Eu quero reconhecimento. Nós queremos reconhecimento. Nós precisamos um pouco dele para dar inspiração. Um dia, fui a uma palestra de um publicitário que falou uma coisa muito legal: “Muito dinheiro nos faz criativos. Pouco dinheiro nos faz muito mais”. Isso significa que quando não conseguimos atingir um objetivo do jeito mais fácil, nós inventamos outras maneiras de chegar até lá e muitas delas são mais criativas que as anteriores. Ou seja, em vez de ficar reclamando, vai lá e faz alguma coisa.

Se você estiver pensando em fazer um post Mendigão, pense duas vezes, três, quatro. Escreva no Word e logo em seguida, depois de desabafar tudo, apague. Ninguém merece um tipo de post desses. As pessoas que lê-lo não sentirão pena de você, não começarão a comentar mais e você não irá ganhar vários seguidores. Dê espaço no seu blog para posts que valham a pena. E esse não é um deles.

Pinacoteca de São Paulo

Posso ter vivido toda minha vida em São Paulo, mas não conheço nem metade da minha cidade (será que um dia conseguirei? Será que alguém consegue?). Por isso, a minha maior diversão é justamente conhecer lugares novos por aí. Ultimamente tem sido os museus de São Paulo.
Fui à Pinacoteca por causa de um trabalho na faculdade. Nunca tinha ido antes, nem com a escola, nem com ninguém. Nós tínhamos que fazer propagandas para divulgar o museu e trazer mais visitantes, então, primeiramente, nós precisávamos saber o que havia lá de especial.
Basta você chegar ao lugar para perceber o quão incrível ele é. Perto da Estação da Luz (que já é bonita por si só), lá está o prédio antigo e enorme da Pinacoteca, feito de tijolinhos vermelhos. Dentro, há uma enorme mistura de arquitetura antiga e nova. O ambiente também ajuda muito a mergulhar nas obras. Sem falar nas exposições, são realmente de tirar o fôlego! Fiquei totalmente fascinada com os mais diversos quadros e senti-me ignorante por não fazer ideia da quantidade de artistas incríveis que a gente teve (e tem) no Brasil.

Lá também acontecem oficinas e cursos, então você pode ver várias pessoas fazendo dinâmicas. Também pode tirar foto a vontade do que você quiser, desde que não use flash.

Os quadros e as esculturas são simplesmente incríveis! Vale muito a pena a visita, mas é bom tirar o dia inteiro para isso, porque é muita coisa para ver. Eu, mesma, por causa da falta de tempo, não consegui ver todas as exposições.


Esse quadro da menina lendo foi o meu favorito! É do Almeida Junior.




Anita Malfatti ♥

Fiquei apaixonada por o rapaz desse quadro haha

Na parte de fora da Pinacoteca tem um jardim enorme com esse coreto. É tudo muito lindo e fotogênico.



Se você nunca foi na Pinacoteca, super vale a visita. Eu sempre saio de exposições de arte mais feliz, quase apaixonada, vendo o mundo mais bonito.

101 coisas em 1001 dias - 2.0

Time is running out
Quem diria que já se passaram 1001 dias? E quem diria que das 101 coisas que eu gostaria de fazer, consegui realizar 50? Nunca pensei que chegaria tão perto de algumas coisas. E fiquei um pouco triste de saber que não consegui outras. Quanto a alguns itens, é engraçado perceber que não ligo muito por não ter conseguido realizar. As coisas mudam, a gente muda e os nossos objetivos também, porém, outros continuam nos azucrinando. É por isso que adoraria dar continuidade a esse projeto. 
Quero que daqui 1001 dias, eu consiga realizar, pelo menos, metade da minha lista novamente (espero que até mais!). E que os itens que não consegui antes, consiga agora. E que os novos também sejam bem-vindos. Segue minha nova lista.

Início: 21/09/2013
Término: 17/06/2016

1) Comprar Circle Lenses
2) Aprender a costurar
3) Escrever um novo livro
4) Publicar um livro
5) Fazer um curso de culinária
6) Conseguir que algum texto da minha autoria seja publicado em algum lugar
Publiquei um texto sobre a arquitetura e life-style de Tóquio na revista Casa Projeto & Estilo, edição de Jul/Ago de 2015
7) Pintar meu cabelo Pintei de ruivo! 25/05/2015
8) Viajar para outro estado
9) Viajar para outro país
10) Ir a 5 eventos
Nikkey Matsuri - 30/03/14
Festival do Japão - 04/07/14
Okinawa Festival - 06 e 07/09/2014 
Moti Tsuki Matsuri - 31/12/2014 
Bunka Matsuri - 22/02/2015
11) Ter um quarto só para mim 17/11/14
12) Aprender a dirigir
13) Ir a uma balada pelo menos uma vez na vida 16/10/2015
14) Conseguir alguma foto com algum famoso que seja meu ídolo
15) Fazer o Nouryoko Shiken (e passar)
01/12/13 - Fiz o Noryoko Shiken, agora vamos ver se eu passo.
15/03/14 - Passe no Noryoku Shiken 5!!!!
16) Aprender libras 06/06/15
17) Ler o Box do Game of Thrones em inglês
18) Comprar lentes para o celular 10/12/15
19) Ir a 3 exposições
Yayoi Kusama: Obsessão Infinita (Tomie Ohtake) 24/06/15
A Inusitada Coleção de Sylvio Perlstein / Cidades Invisíveis / Cândido Portinari (todas do MASP) 24/06/15
Exposição Patricia Peccinini - 21/10/2015
20) Comprar uma nova bicicleta
21) Aprender a andar a cavalo
22) Trabalhar como freelancer
23) Aprender a tocar sanshin
24) Fazer algum curso relacionado a computação (edição de vídeo, webdesign, ilustração digital)
25) Fazer uma limpeza no meu quarto e jogar ou doar tudo que não me é útil 27/10/13
26) Acampar
27) Comprar um corset e praticar tight lancing
28) Fazer intercâmbio
29) Aprender outra língua
30) Fazer aula de odori
31) Aprender a andar de moto
32) Não pegar nenhuma DP até o final do curso
33) Aprender a cozinhar quatro doces
Merengue 19/10/13
Pavê
34) Aprender a cozinhar quatro salgados
Shimeji 01/12/13
Yakissoba 10/01/14
Pepino Marinado 26/12/14
35) Me tornar fitness!
36) Assistir todos os filmes da Ghibli
               Horus: O Príncipe do Sol
               Panda! Go, Panda!
               Lupin III: O Castelo de Cagliostro
               Nausicaä do Vale do Vento
               Laputa: O Castelo no Céu
               Meu vizinho Totoro
               Túmulo dos Vagalumes
               O Serviço de Entregas de Kiki
               Only Yesterday
               Porco Rosso
               Ocean Waves
               Pom Poko
               Whisper of the Heart
               Princesa Mononoke
               Meus vizinhos Os Yamadas
               A Viagem de Chihiro
               O Retorno dos Gatos
               O Castelo Animado
               Contos de Terramar
               Ponyo
               Karigurashi no Arrietty
               Kokuriko-Zaka Kara
               Kaze Tachinu
               Kaguya Hime no Monogatari
               Omoide no Maanii
37) Comer macaron
38) Ir para a Disney
39) Ir para o Parque do Harry Potter
40) Fazer academia 09/01/14
41) Fazer um curso de fotografia
42) Conseguir meu primeiro emprego
Agência Júnior 07/04/14
Editora 12/01/15
43) Ir para o Japão
44) Voltar a tocar piano e melhorar
45) Beber mojito 16/10/2015
46) Fazer outra pesquisa acadêmica
47) Desenhar mais frequentemente
48) Ver neve
49) Comprar um notebook mais potente 14/04/14
50) Estudar em outro país
51) Fazer um diário ou journal
52) Ir ao FLIP em Paraty
53) Fazer rinoplastia 15/12/15
54) Fazer aulas de pintura
55) Fazer aulas de escultura
56) Aprender a dançar (nem que seja k-pop)
57) Fazer trabalho voluntário
58) Escrever com mais frequência
59) Ir a um rodízio de comida japonesa
60) Beijar na chuva
61) Fazer um peeling
62) Conseguir um certificado de inglês (de preferência de Cambridge)
63) Conseguir um certificado de espanhol
64) Visitar o templo Zu Lai.
65) Comprar uma nova lente para minha câmera
66) Comprar um telescópio
67) Fazer um curso de tiro
68) Aprender defesa pessoal
69) Fazer alguma arte marcial
Comecei a fazer Karatê esporadicamente 08/10/13
70) Ir a 3 lugares cults
Fui no Teatro Renault assistir Rei Leão 23/10/13
Instituto Tomie Ohtake, Casa das Rosas e Itaú Cultural 24/06/14
Caixa Cultural 11/12/14-14/12/14
71) Ir a uma festa fantasia e usar algo sensacional Queria fazer algo criativo e feito por mim, mas pela falta de tempo restou alugar algo e investir em maquiagem mesmo. De qualquer forma, gostei 30/10/2015
72) Comer menos chocolate Descobri que estou pré-diabética. Continuo comendo chocolate, mas sem açúcar ♥
73) Ler todos os livros que tenho de Wicca e paganismo
74) Assistir todos os episódios de Hora da Aventura
75) Ir a um show do 30 Seconds to Mars
76) Ir novamente ao show do Tokio Hotel (se eles decidirem fazer um CD logo, né) O SHOW FOI FANTÁSTICO! 28/08/2015
77) Aprender a ler runas
78) Aprender a ler tarot
79) Ir a 3 peças de teatro
Rei Leão 23/10/13
O Martelo das Bruxas (não lembro o dia hihi)
80) Customizar meu sketchbook
81) Terminar meu outfit de Lolita
82) Experimentar 5 comidas diferentes
Comi um monte de comidas japonesas que não sei o nome, mas vou contar como apenas uma coisa 03/11/13
Comi sorvete de gengibre, suco de gengibre e sorvete de chá verde 30/03/14
Comi dango, ichigo daifuku, okonomiyaki e hyuuga ramen 04/03/14 
Comi nikuman
83) Ir a 3 museus
Instituto Tomie Ohtake 24/06/14
MASP 24/06/2014
MIS 19/02/2016
84) Fazer aulas de canto (dessa vez particular e não coral)
85) Fazer Pós-Graduação
86) Comer em um Bistrô
87) Fazer alguma oficina de escrita
88) Aprender a editar vídeos de maneira mais profissional
89) Comprar 3 vestidos
Comprei 2 vestidos 10/01/14
Comprei um vestido florido 
90) Comprar 3 saias
Comprei uma saia de paetê por um precinho camarada 06/04/14
Comprei uma sala com uma estampa legal
Comprei uma saia preta lindinha 07/03/15
91) Ir para a praia 27/12/13
92) Participar de algum evento literário (sem ser o Flip ou a Bienal, caso eu consiga ir)
Fui em um encontro de vlogs literários 06/06/15
93) Meta ~ultra secreta~
22/03/15
24/07/15 - 30/08/2015 / 06/03/2016
19/06/15
94) Comprar algum holofote que me ajuda na hora de tirar fotografia
95) Aprender a desenhar e criar fontes
96) Fazer um curso de infográficos
97) Fazer um curso de modelagem 3D
98) Tomar coragem e fazer algum vlog
99) Deixar meu cabelo na cintura
100) Conseguir 500 seguidores para o blog
101) Fazer um curso de maquiagem.

Que venham os 1001 dias!

Desafio 52 Semanas - Eu nunca










Obs: Demorei duas semanas para postar de novo esse projeto, mas vou tentar manter em dia nos próximos.

Okinawa Festival - 10 e 11 de Agosto

O Okinawa Festival é um evento que acontece em meados de Agosto ou Setembro e que tem, como objetivo, mostrar a cultura okinawana. Para quem não sabe, Okinawa é uma ilha localizada beeeem ao sul do Japão (quando digo ao Sul, é tipo muito longe, fica entre Japão e Taiwan para vocês terem uma ideia). Por isso que eles possuem uma cultura tão diferente e tão igual ao dos japoneses. Antigamente eles não falavam japonês e sim um dialeto chamado uchinaguchi. Hoje em dia, poucos ainda falam. Você ouve esse dialeto mais em músicas e nos rituais. Aqui, no Brasil, na Associação de Okinawa de Vila Carrão, eles ensinam esse dialeto não só para descendentes, mas para pessoas de Okinawa que tem interesse em aprender um pouco mais sobre sua tradição.

O evento contava com 100 barraquinhas de comida e um galpão enorme onde acontecia as apresentações o dia inteiro. Eu fui nos dois dias, passei o sábado inteiro lá e domingo fui à noite. O Festival é realmente incrível! A comida era ótima (só um tanto cara, mas se você procurasse bem, tinha barraquinhas que vendiam as mesmas coisas, só que mais baratas. Eu praticamente decorei a localização das barraquinhas para você ter uma ideia!) e as apresentações eram de encher os olhos!

A foto acima é de uma apresentação de Radio Taissô, que é um tipo de ginástica. Ela é apresentada em rádios e televisões no Japão no período da manhã para se exercitarem (mas pode ser feito em outros períodos). Por mais que essa apresentação seja um tanto "esquisita" para a maioria das pessoas, essa ginástica é muito importante, pois auxilia todo o corpo, evita dores musculares, desenvolve o funcionamento do cérebro e deixam as pessoas mais dispostas e alegres (preciso tentar isso com urgência!). Na apresentação, a maioria era de pessoas de terceira idade, mas todos podem tentar. No Japão, as empresas organizam Radio Taissô com os funcionários, pois isso aumenta a produtividade.

Uma das apresentações mais emocionantes decididamente é do Taikô. Para quem não sabe, esses são os tambores japoneses. Em qualquer festival japonês aqui no Brasil, há grandes chances de ter uma apresentação deles. A diferença do Taikô okinawano do japonês, é que as músicas são de Okinawa no dialeto uchinaguchi.

Clique na imagem para vê-la maior

Clique na imagem para vê-la maior.
As fotos acima são da apresentação do Shishimai (leões). Foi uma das apresentações mais legais! Mostra-se dois leões e uma serpente. Esse tipo de apresentação surgiu na China e depois foi difundida até chegar em Okinawa, eles são associados a proteção contra maus espíritos e contra desastres naturais. A apresentação conta uma lenda de Okinawa, que um dia foi atacada por um dragão e que uma estátua de leão salvou-os do perigo quando tornou-se um leão de verdade. A lenda foi sendo adaptada e hoje a história é sobre dois leões, um fêmea e outro macho, no qual um atrai energias boas e o outro afasta energias ruins. Achei um vídeo no Youtube da apresentação em ótima qualidade, assistam e veja o quanto é legal. Segue o link.

たこやき!おいしいですね!
Imagine você e 100 barraquinhas de comida japonesa? Para quem ama essa culinária foi realmente uma tentação. Acima é o Takoyaki, o bolinho de polvo! Estava uma delícia!
Combinados de sashimi e sushi!
Shimeji, é um tipo de cogumelo. É muito gostoso também.

Onigiri, o famoso bolinho de arroz que vemos nos animes!
Eu também comi guioza, tempurá de sorvete e tomei raspadinha.

Foi um evento incrível! Fiquem espertos em relação ao do ano que vem e outros eventos japoneses que tiverem por aí. É sempre muito bom conhecer culturas novas.

さよなら!また来年!
Tchau! Até ano que vem!

Mirukumunari