30 Days Writing Challenge

Há um bom tempo, naquela época que via-se no Facebook aqueles projetos 50 dias de fotos, 30 dias de músicas, 30 dias de séries, 30 dias de livros e outras coisas, eu ficava pensando se não existia um sobre escrever. Seria muito bom escrever algo com algum tema proposto ou algo que me instigasse a escrever mais.
Revirei a internet em busca de alguns, achei uns em inglês, mas não eram tão legais, então, decidi criar o meu. Faz um tempo que está "engavetado" aqui em uma pasta do computador e finalmente achei que é hora de postar.

Regras
  • Não existe regras. Você não precisa postar todo dia, poste quando quiser e na ordem que quiser. Pode ser em formato de post ou pode ser algo mais literário. Só respeite quando for, por exemplo, poesia (porque aí não tem jeito mesmo).
O jeito que vou postar será assim: não vou seguir uma ordem, vou postando conforme minha inspiração e vontade. Não serão todos os dias também.
Se for participar, adoraria que me falasse. Queria ver os textos de vocês. Posso até postar os que eu mais gostei aqui no blog. Criei o 30 Days Writing Challenge com o objetivo de escrever mais e assim melhorar minha escrita. Em breve colocarei meus textos!

Dia 6 - Não Profanes
Dia 7 - O Sótão
Dia 21 - Ode a Maçã do Amor
Dia 30 - Poderia ser sobre o amor

Amigo Secreto Blogueiro - Presentes

Como prometido, farei o post com o resultado do sorteio do Amigo Secreto Blogueiro, mostrando quem tirou quem. Desculpem a demora, mas precisei dar uma puxadinha de orelha em alguns blogueiros que se atrasaram em me enviar haha
Agradeço a todos que participaram! Foi super divertido, principalmente ver como cada um fez um post diferente para o seu amigo e se dedicou a isso. Ano que vem, apesar do trabalhão, pretendo fazer novamente. Tem gente que quer fazer com presente de verdade, mas, vamos ver! Também planejo outra ~coisa~ para o Natal desse ano. Lá para Outubro/Novembro, já vou falando com você. Então, fiquem espertos!

Eu

Campanha de incentivo à leitura


Recebi esse meme da Ichigo e do Clube do Livro Pernambuco.

♥ Regras:
1. Responder a pergunta: 'Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
2. Indicar 10 blogs para fazer o meme - é expressamente proibido oferecer o laço "a quem quiser pegar" sem indicar seus blogs primeiro. Ou seja, é somente por indicação.
3. Avisar os blogs que você indicou e colocar a imagem no seu blog para apoiar a campanha.



Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
Vou indicar livros que fizeram toda a diferença na minha infância.

1) Um Girassol na Janela: Foi o livro que mais marcou minha vida. Apesar de infantil, ele tem uma história linda com uma daquelas personagens que encanta a gente. Vivinha, a protagonista, é basicamente a "Pollyanna brasileira", ela faz a gente ver a vida de outra forma e torna tudo mais bonito. Na época que li, estava passando por um momento difícil e esse livro fez toda a diferença. 

2) Meu Pé de Laranja Lima: Torci o nariz para a capa (que não é essa, essa é do filme e achei mais bonitinha do que do livro) quando minha professora de português disse que precisávamos lê-lo durante o semestre. Meu preconceito contra o livro sumiu totalmente quando descobri a história fantástica que ele escondia, e o melhor: ela é verdadeira. É um livro tocante, acho que todos deveriam ler pelo menos uma vez na vida.

3) Crônicas de Nárnia: Não vale ler só um dos livros, tem que ler o volume completo mesmo. Não tenho dúvidas, se fosse escolher entre todos esses mundos e lugares mágicos que tem por aí (Hogwarts, Terra Média, Westeros, Neverland, etc...), escolheria Nárnia sem pensar duas vezes. Acho esse livro cheio de luz e incrível. 

4) A Droga da Obediência: Esse livro fez a cabeça de todos os meus amigos quando precisávamos lê-lo na escola. Como o livro se trata de um grupinho de amigos chamado Karas que desvendam uns mistérios aterrorizantes e perigosos, todo mundo ficou naquela vibe "Eu também quero ser um dos Karas!". Na época a sala foi dividida em três grupos e cada um teve que apresentar um teatro do livro. O do meu grupo ficou super legal e divertido, porém, acredita que outro grupo roubou nosso roteiro? Então tivemos que fazer um monte de investigação e conseguir provas para mostrar para a professora. No final, acabamos conseguindo. Realmente nos sentimos Os Karas. Indico por causa disso, é o tipo de livro que realmente te leva para várias aventuras. Ah, e é uma série. Leia todos.

♥ Indico para responder:
Ringo
Bia
Dani
Isabel
Sarah
Larissa
Mine
Luna
Lua

Em vez de indicar 10, vou indicar 8. A maioria dos blogs que sigo, já receberam esse meme.

The Fall

Fazia séculos que eu não entrava no Tumblr, pelo simples motivo de que quando entro, não consigo sair mais daquele maldito site. Se eu pudesse listar as coisas que mais gosto de fazer na internet, ficar no Tumblr horas a fio seria uma das primeiras, simplesmente porque ele é um dos melhores sites não só para fotos e ilustrações, mas para coisas criativas em gerais. É lá que consigo achar animes incríveis e filmes fascinantes. E foi isso que aconteceu com o filme que vou resenhar-vos.

The Fall é um dos filmes mais incríveis que já vi na minha vida. Um dos mais lindos provavelmente. É daqueles que embalam a gente do começo ao final e nos cativa com cenários, personagens e uma história singela e mágica. Esse filme tem tanta informação, que às vezes é difícil filtrar tudo de uma vez. É daqueles que provavelmente você precisará assistir várias vezes até entender e perceber detalhes pequenos.

A história se passa em 1915 em um hospital em Los Angeles, em que a personagem principal é uma adorável garotinha de cinco anos chamada Alexandria. Ela quebrou sua clavícula após cair de uma árvore, pois ajuda sua família de imigrantes a conseguir dinheiro colhendo frutas. Cheia de imaginação e curiosidade, enquanto explorava o hospital, ela acaba conhecendo Roy (Lee Pace, o lindo e adorável ator principal de Pushing Daisies). Ele está no hospital por conta de uma queda que o tornou paraplégico. É desse encontro que surge uma enorme amizade entre eles. Roy começa a contar histórias para Alexandria e tudo vai tomando forma na cabeça da menina de uma forma extremamente rica, teatral e belíssima. Ele começa a contar a história de cinco personagens peculiares que por motivos pessoais odeiam o Governador Odious e pretendem matá-lo.

O filme foi feito em 2006 e pergunto-me porque diabos nunca encontrei esse filme maravilhoso antes.

Logo de cara já somos presenteados com imagens belíssimas e esse é o ponto forte. O cenário da história que Roy conta a Alexandria é estonteante, é de tirar o fôlego (e são todos verdadeiros! O filme foi filmado em mais de 18 países). E as cores? São tão vivas. Até o sangue usado  não é daquele vermelho mais escuro que costumamos ver nos filmes. É vermelho mesmo, daquele super vivo que mais parece tinta. E isso não torna o filme ruim, porque contrasta com cenas mais claras. E o vestuário? Incrível. A caracterização dos personagens foi muito bem feita, cada um com um passado diferente, mas todos com o mesmo objetivo.

O legal é que a história contada por Roy é modificada várias vezes ao longo do filme porque Alexandria gosta de dar pitacos e mudar algumas coisas. Isso me lembra da minha infância, eu fazia o mesmo enquanto minha avó contava histórias inventadas por ela. Catinca Untara, a atriz que faz Alexandria, conquistou-me totalmente. Ela atua tão naturalmente, de uma forma que nunca vi nenhum outro ator, adulto ou criança, fazê-lo. Eu acho (não achei confirmação) que ela não tinha tantas falas, ela meio que podia falar o que quisesse no momento. Quem conduzia ela era o ator Lee Pace com suas perguntas.

Aos poucos você vai vendo que tudo que Roy conta e que Alexandria imagina, tem de alguma forma relação com o mundo real. As duas histórias vão se entrelaçando e contando um pouco mais sobre a vida de ambos não só no hospital como antes do hospital. Apesar de não parecer, o filme é drama. Prepare as lágrimas porque elas vão sair em algum instante. E se não sair, no mínimo você se sentirá “tocado”.

O diretor do filme, por trás de toda essa magia, é o indiano Tarsem Singh. Para fazer o filme dá para ver que ele tirou referências de artistas como Escher e Salvador Dali (começando pelo cartaz do filme, que se baseia no quadro da Mae West do Dali). Já o figurino foi feito Eiko Ishioka, que é talentosíssima.


O filme não saiu nos cinemas brasileiros, saiu apenas em DVD com o nome horrível de O Dublê de Anjo (se traduzissem para A Queda, faria muito mais sentido. O nome em inglês tem uma total ligação com a história do filme). Bem, seu eu pudesse descrever o filme em uma só palavra, faria como meu professor de Linguagem Cinematográfica: ARTE.



Obs: Se puderem, indico tentarem baixar ou assistir em Blue Ray. Meu irmão conseguiu baixar assim e as imagens ficaram muito mais lindas do que já são.

Mall

May Ann Lumbang Licudine, mais conhecida como Mall, é uma ilustradora da Filipinas que ganhou diversos prêmios ao longo da sua carreira por conta das lindas ilustrações que faz. Seu primeiro prêmio foi  o Best Creative in Arts justamente no Jardim de Infância. Ela também faz pinturas, esculturas e decora coisas de uma forma que te deixa totalmente surpreso! Dá para ver que sua inspiração vem da cultura japonesa, mas ela também diz que se baseia em seus sonhos, pesadelos, na natureza e em suas memórias de infância. Os trabalhos mais lindos dela são feitos em madeira. 








Essa escultura de coelhinho foi toda feita por ela. No vídeo abaixo Mall mostra como fez. Só não sei que materiais que ela usa ):



Esse é o link do portfólio dela, porém, eu acredito que visitar o blog dela seja bem mais emocionante. Lá ela mostra o passo a passo de como ela faz suas ilustrações e trabalhos. Alguns são em vídeos outros em fotos. Estou apaixonada por sua arte e adoraria ter pelo menos um pouquinho da criatividade e talento que ela tem.

Luxo

Preciso confessar uma coisa: adoro livros fúteis. Adoro livros que contam a história de pessoas podre de ricas e malvadas, que não medem esforços para ferrar os outros desde que se mantenha em sua posição social de sempre. Luxo é um livro que lembra muito Gossip Girl e It Girl, mas com uma diferença: a história se passa no final do século XIX, o que torna tudo um tanto mais interessante.

A história gira em torno de Elizabeth Holland, a garota mais influente de Nova York, que vem de uma das famílias mais ricas e antigas. Após a morte de seu pai e uma temporada na França, os Holland acabam se vendo endividados, então Elizabeth é obrigada a casar com Henry Schoonmake – um rapaz que é tanto bonito e rico quanto canalha e mulherengo. Ele por sua vez está tendo um caso com Penelope Hayes, melhor amiga traiçoeira e falsa de Elizabeth, uma nova rica. Além disso, Elizabeth sente-se dividida, porque, quem ela ama verdadeiramente é o seu cocheiro Will, um amor impossível.

O livro é em terceira pessoa, porém cada capítulo é escrito do ponto de vista de determinado personagem. Os principais são Elizabeth Holland, Diana Holland, Henry Schoonmaker, Penelope Hayes e Lina Bround.

Charles Edward Perugini
Elizabeth Holland é a linda e perfeita garota da alta sociedade de Nova York. Ela foi ensinada portar-se como uma dama a tal ponto de parecer um robô sem vida. Apesar de nutrir uma enorme paixão por seu cocheiro (que quer fugir com ela), ela sabe que precisa cumprir seu papel e salvar o nome de sua família antes que todos descubram que estão falidos. Eu gostei dessa personagem, porém, achei-a sem graça como todos do livro acham.

Diana Holland é a irmã de Elizabeth. Ela é totalmente o contrário da irmã: rebelde, sonhadora, determinada, não tem medo do que os outros vão pensar dela. Quando descobre que está falida, fica até feliz e começa a imaginar um mundo diferente, onde ela pode viver aventuras e romances como os dos livros que lê. Eu simplesmente adorei essa personagem, foi a minha favorita e me conquistou desde as primeiras linhas. É outra que vai ter bastante destaque no livro e deixou-me pensando quem era a principal, ela ou a irmã.

Penelope Hayes é a filha de uma família de novos ricos que estão em ascensão. Inauguraram sua mansão com uma enorme festa para finalmente serem aceitos pela sociedade e pelas famílias mais tradicionais. Ela tem um caso com Henry Schoonmaker e acreditava fielmente que eles se casariam. Possuí uma inveja tremenda de Elizabeth e seu sonho é o ocupar o lugar dela.

Henry Schoonmaker viveu a vida toda apenas aproveitando o máximo dela. Mulheres, bebidas, viagens são as coisas que ele mais preza. Vive sendo notícia dos jornais pelas coisas que faz. Recentemente abandonou Harvard para o desgosto de seu pai que pretende se candidatar a prefeitura. Entre a cruz e a espada, seu pai apresenta uma proposta: ou ele se casa com Elizabeth e se endireita ou vai ser deserdado.

E finalmente, Lina Bround. Ela tem a mesma idade de Elizabeth e é sua criada. As duas eram amigas quando pequenas e brincavam com Will, o cocheiro. Lina começou a ficar com raiva de Elizabeth quando esta cresceu e começou a esquecer da amizade das duas. Totalmente apaixonada por Will, ela decide se vingar de Elizabeth quando descobre que ela tem um caso com o cocheiro. Lina é outra que morrer de inveja de Elizabeth e sonha em tomar seu lugar.

Sinceramente, eu achei a história muito boa! Ela mostra como era o relacionamento das pessoas da alta sociedade daquela época. Todos eram mais ligados por laços de inveja e vingança do que por amizade ou carinho. Manter as aparências eram crucial naquela época, assim como diz um texto que inicia o livro:

Essa era a maneira de agir da velha Nova York... as pessoas tinham mais medo de escândalos do que de doenças, valorizavam mais a decência do que a coragem e achavam que nada era pior do que “cenas”, com exceção do comportamento daqueles que as causavam.
Trecho de A era da inocência, de Edith Wharton.

Outra coisa legal é que cada início de capítulo possui um pequeno trecho: ou é um artigo fictício de algum jornal se referindo a algum dos personagens, ou é um trecho de algum livro sobre como se comportar. Muitos deles mostram ironia comparado ao capítulo que vai se seguir.

Luxo é o primeiro volume de uma série de quatros livros constituído por Luxe (Luxo), Romurs (Intriga), Envy (Inveja) e Splendor. Só os três primeiros livros estão publicados no Brasil. Indico para quem gosta de romances históricos.

08/01 - Dia do Fotógrafo

Não posso ser realmente chamada de fotógrafa. Aprendi o básico na ETEC de Comunicação Visual/Design Gráfico e só vou aprender fotografia na faculdade no 4º semestres (estou no 3º!). As aulas que tive foram o suficiente para abrir meus olhos e descobrir que não é só apertar o botão da câmera. Antes disso, há um processo enorme, tem que regular, enquadrar, olhar bem para o que você vai tirar e só depois apertar o botão. Parece demorar, mas aos poucos você vai acostumando e tirando fotos mais rápidas. É claro que podemos pular todas as etapas e ir direto para o botão, já que nem sempre precisa regular a câmera, mas, ainda sim, precisamos olhar para tudo de forma diferente.

Assim como um livro, uma fotografia conta uma história, não só sobre a imagem que retrata, mas também do fotógrafo. Fui na Bienal de Arte de 2012 e fiquei surpresa com muitos dos trabalhos de fotografia lá. Um deles era um cara que tirou dezenas de fotos com uma polaroid. Como esse tipo de foto tem tempo de duração, ele escreveu embaixo delas, naquele espaço vazio, tudo que se via nas fotos. Havia fotos totalmente perdidas já, e outras que tinham algumas coisas. Porém, o que chamava atenção era o quanto ele escrevia em uma foto que não tinha quase nada. Como a letra estava muito miúda não dava para ler direito, mas dava para tentar imaginar o quanto ele via naquilo que parecia tão simples.

Durante o Natal e o Ano Novo, viajei para o interior. Lá é meu lugar favorito para tirar fotos, porque além da beleza do local, eu adoro luz natural, deixa tudo mais bonito. Quando meus parentes viram minha câmera, praticamente virei fotógrafa pessoal da família. Tirei foto de todo mundo e até em uma festa me chamaram para tirar foto do pessoal. Achei divertido, mas não trabalharia fazendo foto de eventos haha Se algum dia for trabalhar com fotografia, prefiro fotografia documental, artística e de editorial de moda.

Então, para comemorar esse dia, aqui vai algumas fotos que tirei ao longo desses dias!

Drowning

Green eyes

Bowie Cat
Esse gato tem um olho de cada cor!

My shire
Me lembra o Condado dos Hobbits essa foto. Só falta as casinhas.

Horse

Goats

Steer

Leaves and feet

Magic Place

Forest

Sunshine river

Yellow Flowers

Shire #2

Impressionism

Little house

Birds

Reflex

Feliz dia do Fotógrafo!

Então, 2013

2011: eu, morrendo, mas feliz com meu moletom do Tokio Hotel.
2012: Eu bem melhor e ainda usando meu moletom do Tokio Hotel nas horas vagas.
No finalzinho de 2011, eu tentava pensar em como seria 2012 e só via incertezas, sonhos e desejos desfocados. 2012 parecia ser o ano mais incerto e sem um rumo do que os outros, já que esperava resultado de vestibulares e também a decisão que faria a diferença daqui para frente da minha vida. Bem, não me arrependo da minha escolha.

2012 foi um dos melhores anos que já tive. Quase não consigo me lembrar do que havia antes dele, porque foram anos chatos, sem graças, sem emoções ou qualquer coisa que fizesse realmente diferença na minha vida. Digo isso porque adoro novidades, mudanças e coisas que façam seu mundo mudar de cabeça para baixo – no bom sentido. E 2012 foi basicamente isso.

Saí da escola sem muitas saudades e dei de cara com um mundo novo chamado universidade. A garota tímida, antissocial, que não sabia andar de transporte público e usava franjinha virou uma pessoa um pouco mais social, mais extrovertida, falante e que deixou de ter medo da grande São Paulo (e abandonou a franja! Não se sabe até quando, mas por enquanto está indo muito bem em não cortá-la e se arrepender logo depois). O mundo tão grande que eu desconhecia tornou-se pequeno e cativo conforme fui aprendendo mais sobre ele.

Conheci pessoas novas e incríveis que tornaram esse ano muito mais divertido. Assisti aulas que realmente prendiam minha atenção e eram do meu interesse. Descobri coisas novas que nem faziam ideia de que existiam. Li livros técnicos que não eram tão chatos como aparentavam. Aprendi a prestar atenção em detalhes mínimos da minha vida – e muitos deles escrevi aqui. Tornei-me uma pessoa mais inspirada, mas que não conseguiu escrever nenhuma história que valesse esse ano. Foi a única coisa que me deixou com um tremendo vazio no peito.

Trabalhei pela primeira vez! – mesmo sendo por curto tempo. Engajei-me em pesquisas na faculdade e também pessoais (muitos livros novos do Álvares de Azevedo ♥). Realizei 17 itens da minha lista de 101 em 1001 dias – pouco comparado aos 26 do ano passado, em 2013 tende a diminuir também já que é o último ano. Voltei a fazer aulas de japonês e melhorei muito! Também tomei gosto por desenhar, melhorei um pouquinho e estou tentando dar um upgrade nas minhas ilustrações digitais.

Acho que também 2012 foi o ano que mais recebi visitas e comentários no blog. Conheci leitores novos e vicieis em outros. Tomei gosto por postar, mas outras vezes perdia a inspiração e ficava horas a fio tentando consegui-la de volta.

Para 2013 espero que continue indo bem na faculdade. Que eu consiga um emprego ou que faça algum curso do meu interesse (o difícil é escolher o que devo fazer). Que eu deixe de vagabundice e escreva alguma história boa até meu cérebro se esmigalhar. E que eu a publique alguma coisa também. Que eu leia muitos livros, desenhe muito e faça outras coisas que gosto. Que eu não perca mais coisas – porque esse ano atingi a cota de coisas perdidas. Que o blog consiga mais leitores. Mas tudo isso, só depende de mim. Ou seja, o que mais desejo para 2013 é inspiração e determinação. Convenhamos, uma não avança sem a outra do lado.

Desejo aos meus leitores um 2013 brilhante, cheio de novidades, surpresas boas e realizações! Vamos ver no que vai dar.

Obs: Post atrasado por causa da minha internet. Comecei 2013 bem!