Imagina na Copa


Acho que não só no Brasil como em qualquer parte do mundo existem dois tipo de pessoas: as que reclamam e as que fazem alguma coisa. As que reclamam geralmente gostam de colocar a boca no trombone, mas não faz muita coisa para mudar sua situação. O segundo tipo de pessoa não só pensa no que pode fazer para melhorar determinada coisa, como faz. Foi basicamente assim que surgiu o site Imagina na Copa. Surgiu daquela frase tão costumeira da atualidade: "Nossa, se a coisa já está assim no Brasil, imagine na copa!".

Então, um grupo de jovens que decidiram mostrar que há outro lado da moeda, então, criaram um site com esse mesmo bordão para reunir jovens brasileiros que estejam ajudando o Brasil a tornar um país melhor.

"Nós acreditamos que o Brasil pode sair campeão dessa Copa. E isso vai além do futebol. É a hora de a gente aproveitar esse momento para mudar nosso país pra melhor. Em vez de usar “imagina na Copa” para reclamar do que está errado, vamos usar “imagina na Copa” para nos unir e fazer dar certo!"

No site, toda semana eles postam vídeos que contam a histórias desses jovens transformadores e que podem servir de inspiração para os outros.


Todos os projetos podem ser encontrados aqui. Lá não só tem vídeos sobre os participantes, como textos explicativos e também dicar de como fazer os mesmos projetos. Eles também pretendem fazer oficinas nas cidades que sediarão a copa. Então fiquem espertos, e participem! Bora colocar a cabeça para pensar e criar projetos tão incríveis quanto os já feitos!

Obs1: Hoje mesmo estava assistindo um documentário chamado Tropicália, que conta sobre esse movimento musical no Brasil e também sobre o contexto histórico da época. Ver aquelas pessoas lutando contra a ditadura e almejando um país melhor para todos fez com que eu me perguntasse o que diabos eu poderia fazer também? Talvez essa seja uma resposta para mim e também para você.

Obs2: Além de assistir Tropicália, também assisti um documentário estupendo chamado "The Finland Phenomenon: Inside the World's Most Surprising School System" (O Fenômeno Finlandês: Dentro do Sistema de Educação Mais Incrível do Mundo). A Finlândia é conhecida como o país com a melhor educação do mundo e o documentário mostra os principais fatores e consequências disso. Também, enquanto assistia, ficava me perguntando: "E se o Brasil fosse assim? E se o Brasil tivesse um sistema educacional digno?". Bem, eu não sei nem por onde começar, mas acho que começar a assistir esse documentário é essencial. Você pode achá-lo em inglês aqui e com legendas em espanhol aqui. Infelizmente não tem em português, mas se assistir e compartilhar nas redes sociais, quem sabe não sai um logo? Assista, sério. Sem falar que você vai treinar dois idiomas: inglês e espanhol.

Não é cutting, é apenas alergia. Acredite.

Tainted Love

Decididamente existem situações em nossas vidas que são estranhas. Algumas chegam até a ser bizarras. Ainda mais quando você acorda em um sábado de madrugada sentindo coceira pelo corpo inteiro e não consegue dormir. Então, desesperadamente você acaba no hospital e descobre que está com nada menos e nada mais que alergia, sendo que nunca teve isso na vida. Poeira? Ácaros? Pelo de gato? Nada disso, sempre convivi muito bem com essas coisas, tanto que nem sofro de rinite.

O negócio é que depois de tomar uma injeção que te faz dormir pelo resto do dia e de tomar remédios, o negócio não melhorou. Continuei me coçando, tendo vezes que isso me incomodava menos e outras vezes mais. Por isso, acabei parando em um alergologista - pasmem, o médico de alergia não é alergista - e descobri que a dita cuja doença que estava me atormentando se chamava urticária. Isso significa basicamente que algum remédio, corante, conservante ou alimento deu-me uma alergia que faz minha pele ficar sensível, o que faz coçar e deixa marcas vermelhas.

Até aí, tudo bem, eu poderia me achar a pessoa mais azarada nesse momento, mas percebi que não era bem assim. Existe um quadrinho do Neil Gaiman que se chama Make Good Art (se você nunca viu, clique aqui), no qual a história é basicamente sobre transformar problemas e situações difíceis em arte. Para descobrir se eu estava com urticária, o médico quebrou um palito de sorvete e passou a superfície mais afiada no meu braço. Como em qualquer pessoa normal, vai ficar vermelho. No meu caso, depois de uns dois minutos, o negócio se transforma em um vergão enorme. Vale o mesmo para quando eu me coçava.

A imagem que abre o post não é um coração feito com aquela técnica cutting que algumas pessoas aplicam em si mesmas. Só de pressionar alguma coisa na minha pele, e nem precisa ser muito forte, já deixa marcas. Basicamente fiquei me divertindo um dia desses fazendo desenhos na minha pele. As únicas fotos boas foram duas (não sei tirar fotos macros com minha câmera profissional). Deixei em preto e branco para dar um draminha.

In my veins

Sei que parece foto daquelas meninas que se cortam com o nome do ídolo, mas, acreditem, isso é alergia. Continuo sendo normal (não na maior parte do tempo, mas continuo).

Obs: Minha mãe quase me matou quando viu o que eu fiz hihi

Obs2: Meu amigo Hugo (ele mandou eu citar o nome dele, porque já falei coisas aqui no meu blog que ele mencionou e não dei créditos. Então, está aqui, Hugo, meus parabéns. Adicionem ele no Flickr para ele ficar felizinho e também para motivá-lo a postar mais fotos lá) quando contei sobre a alergia, ele falou de um fotógrafo que fez algo parecido. Ele tirou foto de pessoas com marcas que as roupas deixam no nosso corpo. Vale a pena dar uma olhada, é muito lindo! Segue o link.

Entre Pautas e Caracteres

Sou simplesmente apaixonada por cursos. Se eu pudesse (e tivesse dinheiro), faria vários ao mesmo tempo. Por enquanto (e para minha própria sanidade mental), estou fazendo três: violão, canto e japonês.

Violão que eu ganhei
Violão: As aulas de violão estou fazendo na minha própria faculdade. Lá, se você procurar bastante, acaba descobrindo vários cursos grátis e legais. É uma vez por semana e tem uma hora de duração. Tem umas dez pessoas na minha sala, o que é melhor em minha opinião já que não é um número tão grande e dá para o professor dar atenção para você em caso de dificuldade. Até agora só aprendi seis acordes. Meu irmão também está fazendo aulas, mas não no mesmo lugar que eu. Então, sempre acabamos ensinando algo um para o outro.

Canto: Também estou fazendo na minha faculdade! Na verdade, o curso se chama Oficina de Voz. É um curso voltado para você aprender a dominar sua voz, ou seja, vai aprender respiração e postura, e, claro, cantar. Tem umas 70 pessoas no curso, sério, ele é bem famoso, principalmente para a comunidade (ou seja, acaba tendo mais pessoas que não estudam na faculdade). A maioria não tem muita experiência em canto e vem realmente para aprender. Eu estou achando super difícil! Eu sabia que não era só soltar o gogó, que tinha o lance da respiração, mas é muito difícil colocar seu corpo “no lugar certo”. Tem vários truques para você “abrir” mais a garganta e permitir que o som saia melhor, onde armazenar o ar, etc. Como estou no começo, eu acabo pensando em tudo isso. Quem já é experiente, já faz isso automaticamente. Espero que até o final do curso, eu perceba alguma diferença.


Japonês: Então, eu já faço japonês há um bom tempo. No lugar onde eu fazia técnico em design gráfico, tinha aulas de japonês de graça. Foi lá que consegui ter uma base, não só do alfabeto, como também da estrutura das frases e algumas partículas. Terminei o japonês lá (que eram apenas dois semestres) e comecei a procurar em outros lugares porque queria aprender muito mais. Foi então que achei uma comunidade japonesa que dava aulas. A diferença desse curso para o outro é que esse é mais conversação. Como peguei uma turma que já estava avançada (estavam na lição 6 do livro Minna no Nihongo, um dos livros mais famosinhos para estudar japonês), tive que me dedicar bastante para alcançá-los. Hoje melhorei muito, mas sinto que ainda preciso estudar muito mais. Há muita coisa para lembrar e gravar.

Para quem não sabe, os japoneses possuem três alfabetos:

Hiragana: utilizado para escrever palavras japonesas.

Katakana: utilizado para escrever palavras estrangeiras e também onomatopeias.


Kanji: o mais difícil de todos porque são caracteres chineses. Tem milhares de kanjis e eles representam palavras (ou parte de palavras). Para entender melhor, vou dar um exemplo. Carro em japonês é kuruma, que, em Hiragana se escreve: くるま. São três caracteres, cada um significa uma sílaba. Em Kanji, tem uma forma de simplificar, existe um caractere próprio para carro: 車. Porém, esse “simplificar” nem sempre simplifica, pois existem muitos kanjis e alguns têm tanto detalhes que é preferível escrever a palavra em hiragana mesmo. Sem falar que tem kanji que é usado para várias outras palavras. *Espero que não ficou difícil de entender*

Até aí tudo bem, você pensa que a coisa mais difícil em japonês são os Kanjis (e são mesmo), mas você não só tem que aprender um alfabeto completamente diferente, como a estrutura das frases também. Japoneses falam ao contrário.
Watashi wa burajiru-jin gakusei desu.
Tradução literal: Eu brasileiro estudante sou.
Tradução certa: Eu sou um estudante brasileiro.

Essa ainda é uma frase simples. Como em português temos uma ordem diferente de organizar a frase, é um pouco difícil para nos acostumarmos com uma nova. É igual ao inglês quando vamos fazer uma pergunta, também há uma inversão: Can I help you?

Lembro que sentia a maior dificuldade em ficar trocando os verbos em inglês, hoje já faço isso naturalmente. Com japonês, isso está acontecendo, mas ainda sinto dificuldade com frases muito grandes.

O negócio é que estudar uma língua completamente diferente da sua é bem difícil. É como voltar a ser criança, você volta a fazer ditados, a usar aqueles cartõezinhos para juntar as sílabas, a fazer brincadeiras de memorização, entre outros. Vi na SuperInteressante uma vez que estudar alfabetos diferentes do nosso (como chinês, japonês, russo, coreano) ajudam no desenvolvimento do cérebro. Sem falar que é muito divertido quando você assiste um anime e entende o que eles falam (ou pelo menos parte do que eles falam).

Sempre que eu conto para as pessoas que faço aulas de japonês, elas não entendem muito bem o objetivo, afinal as línguas mais procuradas são inglês, espanhol ou alguma europeia. Mas o negócio é que um dia eu quero conhecer o Japão. Quero utilizar tudo que eu aprendi lá. Não pretendo morar para sempre, mas tenho uma imensa vontade de conhecer esse país desde que eu era pequenininha. Mas, e no Brasil, dá para usar japonês? Dá sim. O mercado japonês está crescendo, podemos ver diversas marcas por aí: Honda, Nissan, Mitsubishi, Toyota, Canon, Nintendo, entre outros. Também descobri que há agências de publicidade japonesas no Brasil. Ou seja, acho que japonês pode ser um diferencial que me ajude no mercado de trabalho. Hoje quanto mais línguas você souber melhor.

E você? Que cursos faz?

Robert Mckee

A primeira vez que me “esbarrei” com Robert Mckee foi em um vídeo que vi na internet. Era uma entrevista com o escritor brasileiro Raphael Draccon (que você pode assistir aqui), na qual ele falava um pouco do seu processo criativo. Foi aí que ele citou o tal do Robert Mckee como o must have, ou melhor, must read das pessoas que sonham em ser escritores.

Uma googlada rápida e eu soube que Robert Mckee era um cara sensacional. Ele era professor de Escrita Criativa na University of Southern California e escreveu apenas um livro, que praticamente virou a bíblia de vários escritores e roteiristas: Story – Substância, Estrutura, Estilo e os princípios da escrita de roteiros. Praticamente a maioria dos alunos que tiveram aulas com ele, tornaram-se grandes roteiristas.

Escrever é difícil. Super difícil dependendo do assunto. Uma página em branco para escritores é muito mais assustadora que qualquer coisa por aí. E bloqueio criativo? Isso sim é sinônimo de desespero. Por muito tempo acreditei que escrever era algo meio transcendental. Do tipo que você entra em transe e começa a digitar loucamente no computador e todas as ideias saem prontas e lindas. O problema é que escrever, como qualquer coisa, exige uma base teórica, um conhecimento a mais. Para aprender a fazer grandes pinturas, primeiro você tem que ter noção de proporção, luz e sombra, entre outros. Para cantar bem, precisa saber respiração e postura. Para escrever é a mesma coisa. Não é só ortografia e gramática, há toda uma estrutura.

Foi por isso que decidi pegar o livro do Robert Mckee na faculdade. Eu sabia que precisava conhecer mais sobre esse mundo que eu pensava que conhecia. Nos Estados Unidos há diversos cursos ótimos de Escrita Criativa, aqui no Brasil a gente tem que se virar com o que tem mesmo. E como pensado, o livro valeu totalmente a pena. Robert dá vários tapas na cara da gente. Vi vários erros que ele apontou e que eu tinha mania de cometer. Vi alguns furos nas minhas histórias e também como deixá-las mais fortes.

“As pessoas que esperam por inspiração nunca criam nada que preste. Isso não é profissional. É uma forma delirante e romântica de pensar. Muitas pessoas que dizem escrever por inspiração estão enganadas quanto ao próprio talento. Mas, presumindo que se tenha talento, é preciso tratá-lo como um músculo. É um poder que você tem no cérebro para pegar as coisas da vida e descobrir conexões que estão escondidas na sua cabeça e colocá-las para fora de uma forma como ninguém fez antes. Quem tem talento nasceu com isso, mas precisa trabalhar. E, por tudo que sei de escritores, as melhores experiências vêm quando eles não estão a fim de escrever. Porque não se tem acesso direto ao seu talento. Essa é a ilusão da inspiração: a de ter acesso direto ao talento quando estiver com vontade, ou relaxado. Isso é non-sense. Talento é um poder subconsciente no seu cérebro e é como um gato que só vem até você quando está a fim. Não é um cachorro. O talento é um gato, que vem quando lhe é conveniente.”


Robert Mckee em uma entrevista e dando tapas na nossa cara.

O livro é bem focado em roteiros e cinema. Nem tudo que vale para um, vale para outro. Mas, pelo menos uns 60% dá para ser usado para quem pretende escrever livros. Fiz várias anotações de trechos que me interessaram e que pretendo reler sempre que quiser escrever algo. Como ele mesmo diz, nem tudo é para ser seguido a risca, mas é bom saber. Uma vez li um livro da Meg Cabot, chamado A Garota Americana, em que tem uma frase mais ou menos assim “Primeiro aprenda as regras para depois quebrá-las”. Se não me engano, no livro dizem que essa frase é do Picasso, mas nunca achei nada que confirmasse. O negócio é que escrita exige sim criatividade, conhecimento, um tanto de inspiração, memórias, fatos, mas, não adianta nada isso tudo se não sabemos organizar da forma certa. Depois que aprendermos isso, podemos inventar, mudar, inovar o quanto quisermos. O importante é sempre estarmos dispostos a aprender mais.

Esse é o primeiro escritor que leio sobre a estrutura da escrita e é minha primeira dica a você que também sonha em escrever vários livros. Mas não será o último.

“Do total de esforço criativo representado em uma obra terminada, 75 por cento ou mais do trabalho do roteirista é usado para moldar a estória. Quem são esses personagens? O que eles querem? Por que elas o querem? Como elas tentarão consegui-lo? O que as impede? Quais são as consequências? Achar as respostas para essas grandes questões e moldá-las em uma estória é nossa grande tarefa criativa”.
Story, Robert Mckee

Vida de Universitária

Como vocês bem viram no post passado, não só estou cheia de tarefas para fazer, como também estou fazendo alguns cursos. Então, queria fazer um post falando um pouquinho do que aconteceu nesse começo de ano comigo, como está sendo estudar em outro turno e o que ando fazendo.

Bem, confesso que no começo foi bem difícil. Realmente demorou um pouco para me adaptar. Tive até umas crises e estava sentindo-me um pouco triste, mas agora estou bem melhor. É que a mudança de horário, mais mudança de atividades, mais um monte de trabalhos deixou-me um bocado pressionada. Estava sentindo como se o mundo estivesse nas minhas costas. Agora estou conseguindo me organizar melhor e os trabalhos estão fluindo. Estou gostando bastante das matérias desse semestre, os professores estão realmente exigindo bastante da gente. Tem trabalhos que praticamente precisei refazer umas três vezes.

Uma das coisas que mais gosto de fazer é a parte artística mesmo. Nas aulas de Linguagem Visual, estamos pintando com guache e aprendendo a misturar cores. Já na aula de Criação Publicitária, além do professor pedir peças publicitárias, ele também pediu um caderno do artista. É basicamente um sketchbook com referências, onde você tem que colar coisas e também copiar. Não pode ficar inventando, mas eu faço isso do mesmo jeito haha. No começo, eu torci um pouquinho o nariz porque não sou muito chegada em copiar, gosto de usar referências e algumas imagens como base, mas copiar, literalmente, não. Porém, agora acho uma ótima ideia. Isso vai me ajudar na minhas próprias criações e parar de cometer alguns erros.

É a página de abertura do meu sketchbook. Desenhei várias coisas bonitinhas e coisas que gosto.

Lembra que eu falei da grafiteira e artista plástica Minhau? Decidi fazer desenhos e colagens inspiradas nela.

Era para eu copiar um desenho de uma japonesa com orelhas de coelhinho. Porém, achei que minha "japonesa" na verdade tinha ficado com cara de esquimó, por isso decidi mudar todo o desenho e fazer do meu jeito haha


Esse eu copiei de um desenho que vi no Tumblr, não sei qual é o artista ): 

As pinturas a seguir são das aulas de Linguagem Visual.

Sou quase um Van Gogh só que nunca

Desenhos aleatórios com cores quentes

Desenho aleatório com cores frias
Bem, como o post já ficou grande o suficiente com tantas imagens, vou falar nos próximos posts sobre as aulas de canto, de violão e de japonês, e, talvez, um pouco sobre as pesquisas científicas.

O motivo de eu não estar postando muito


Divirtam-se decifrando minha letra :3

Minhau

Imaginem minha pessoa em um domingo bastante ensolarado - e bota ensolarado nisso - no MUBE para ver a 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art, quando me deparo com a imagem abaixo.

ESSA É DECIDIDAMENTE A COISA MAIS FOFA E LINDA QUE JÁ VI NA MINHA HUMILDE VIDA, PRECISO DE UM GATO DESSES GIGANTE E COLORIDO NO MEU QUARTO, TIPO AGORA.

Quando vi-o, nem passou pela minha cabeça quem alguém de fato tinha feito-o. Na verdade, era quase como se ele existisse por conta própria para alegrar o meu dia. Porém, acabei descobrindo que quem criou foi uma grafiteira e artista plástica chamada Camila Pavanelli, mais conhecida como Minhau. Ele tem um projeto que se chama Fábrica de Gatos e consiste em espalhar gatinhos coloridos e lindos pela cinzenta São Paulo.
Preciso de um desses


Não são as coisas mais lindas? Queria muito poder ver mais gatos desses espalhados por São Paulo. Se vocês quiserem conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Camila, basta acessar o Tumblr dela ou seu Flickr.