10 on 10 - Julho

Eis me aqui, não sabendo onde enfiar a cara por ficar tanto tempo sem postar. Acho que estou meio enferrujada. De qualquer forma, ainda existe esse projeto que me obriga a postar todo mês e também me mostra a falta que isso me faz. O tema desse mês é férias.
Normalmente eu tiro todas as fotos com minha câmera DSLR, mas eu decidi dessa vez postar as fotos que fiz com o celular por causa da praticidade e porque eu gostaria de mostrar o que andei fazendo por aí. Queria fugir um pouco daquele negócio "O que faço nas férias: leio, assisto séries, cinema, etc". Então, vamos lá!

Uma das coisas que mais marcou esse começo de férias decididamente foi a Copa. No começo, confesso, que torcia o nariz e achava que tudo ia dar errado. Agora, preciso confessar que simplesmente adorei. Fiquei uma viciada a ponto de saber o resultado de quase todos os jogos e acompanhar vários. Torci tanto para o Brasil e pensei que não iria sobreviver aos pênaltis do jogo com o Chile. Uma peninha que estamos fora ):

Outro time para qual torci bastante (e que não é nenhum segredo) é o Japão. No primeiro jogo deles com a Costa do Marfim, uma emissora do Japão veio filmar os descendentes torcendo. Eu, como não sou descendente, me infiltrei (hihi). Mentira! Na verdade, como faço aulas de japonês, karatê, taiko e convivo com descendentes, acabei caindo de balão lá. A festa que os descendentes fizeram para o jogo foi SENSACIONAL. Tinha diversas comidas, tudo nas cores do Brasil e do Japão. Mesmo o Japão perdendo, a sensação de estar torcendo junto com várias pessoas foi incrível.

Acabei viajando por um curto tempo para o interior. Por sorte, acabei me reencontrando com quase todos os meus primos. De noite decidimos sair para comer em um restaurante que vende panquecas.

Fui pela primeira vez na Casa das Rosas, um dos pontos turísticos de São Paulo. Lá é muito lindo! Parece que você volta no tempo ao ver aquela mansão. Adorei principalmente o piso de lá!

No mesmo dia que visitei a Casa das Rosas, também fui no Itaú Cultural, no MASP e na exposição que mais está bombando em São Paulo: Yayoi Kusama - Obsessão Infinita.

Consegui, finalmente, tirar minha faixa amarela! Fiquei tão feliz! O que mais gosto nas férias é justamente ter tempo para treinar karatê. Vai ser a coisa que mais vou sentir falta quando começar as aulas e o trabalho.

Como sou absolutamente louca-obsessiva pelo Japão, eu precisava ir em um dos maiores festivais de todos. Fui na sexta-feira, em pleno jogo do Brasil com a Colômbia. Estava vazio e deu para aproveitar bastante e também torcer pelo jogo com diversas pessoas gritando.

Lá no festival comi algo que há muito tempo estava querendo: Okonomiyaki. É uma espécie de tempurá (massa com legumes e carne), com vários molhos em cima. É FANTÁSTICO. Se não fosse tão caro, teria comido mais haha. Outras coisas salgadas que comi foram: gyoza (é uma espécie de ravioli asiático com recheio de carne e legumes, uma delícia também!) e Hyuga-Ramen (um sopão japonês com massa, carne de porco, naruto, etc).

Quantos aos doces, experimentei também algo que queria comer há muito tempo. Sempre via nos animes o famoso Dango. E a minha opinião sobre ele é: estranho. Não sei se é bom ou se é ruim, apenas é estranho. As bolinhas são feitas de farinha de arroz e são bem moles. O molho é agridoce e não faço ideia do que é feito. É uma comida bem exótica. Também comi Ichigo Daifuku (morango da sorte). Ele é um doce que possui um morango dele com anko (feijão doce: uma delícia) e envolto de uma massa de mochi. Essa massa é muito estranha também, mas bem gostosa. Não sei nem explicar qual a sensação, só provando. E vale a pena.

Depois de ficar 7 horas nesse evento, meus amigos e eu decidimos deitar em uns tatames que tinham ali.

Espero que tenham gostado e que o post não tenha sido só fotografias, como também informativo! :D

Obs: Vou tentar postar mais. Torçam por mim.

Segue a lista de outros blogs participantes:

Bella Freitas
Bia Ferreira
Evelise Marques
Gabrielle Silva
Jhoyce Adelaide
Joyce Freitas
Luciana Rodrigues
Renata Fukuda
Stael Guimarães

10 on 10 - Cores

O tema desse mês do 10 on 10 é Cores. As participantes podiam tirar fotos de várias cores ou escolher apenas uma. Decidi escolher minha cor favorita: vermelho. Já tive a fase de ter tudo rosa e de ter tudo preto, mas vermelho sempre foi uma cor que me agradou muito desde que eu era pequenininha e adorava passar batom e esmaltes nessa cor. Então, vamos as fotos!

Blusão Varsity da minha faculdade ♥

Meu bom e velho All Star vermelho.

Boina francesa que revirei o mundo até encontrar.

Uma das minhas botas favoritas.

Kokeshi (bonequinhas japonesas).

Meus livros antigos, vermelhos e de capas lindas ♥

Meu sapato favorito da Melissa.

Sangueeeeee (ignorem).

Crepúsculo feelings.

Morango ♥

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5 amores platônicos famosos

Esse post faz parte da blogagem coletiva do grupo de facebook chamado Rotaroots – Blogueiros de Raiz.

Ah, os amores platônicos… aqueles impossíveis de acontecer, principalmente se a pessoa em questão está do outro lado de uma tela de televisão ou do outro lado do oceano. O pior é quando não é o ator que te cativa e sim o personagem. Tenho dezenas de amores platônicos vindo de livros, séries, filmes e bandas. Se fosse citar todos, esse post seria cansativo demais, então aqui vão os principais.

Aragorn (Viggo Mortensen): Convenhamos, desde pequena sou apaixonada por homens cabeludos, guerreiros, com cara de maltrapilho HAHA. Então, lá pelos meus 8 aninhos, quem ganhou meu coração em Senhor dos Anéis não foi Orlando Bloom como Legolas e sim Viggo Mortensen com seus cabelos rebeldes, olhos azuis e seu rosto de que passou por maus bocados. Mais apaixonante que o personagem (e o ator também, apesar dele já estar velho agora, não que eu me importe) é o amor que ele tem pelo seu reino e por Arwen. Até hoje quando assisto Senhor dos Anéis, ele me arranca suspiros.

Thiago Lacerda: Gosto de chamar o Thiago Lacerda de “Aragorn Brasileiro”. O motivo disso é a minissérie “A Casa das Sete Mulheres”, em que ele aparece cabeludo, barbudo e lutando. Como eu estava naquela vibe Senhor dos Anéis, novamente fui pega. Até hoje sou completamente apaixonada pelo Thiago Lacerda e adorei vê-lo em o “O Tempo e o Vento” em um personagem parecido com Giuseppe Garibaldi de “A Casa das Sete Mulheres”. Por favor, deem mais papéis assim a ele!

Jared Leto: Acho que meu amor platônico mor. Lembro exatamente o dia que o vi pela primeira vez. Estava deitada no sofá mudando de canal na televisão, quando vi quatro caras em um lugar que parecia a China e um deles tinha o cabelo curto e preto, com as pontas vermelhas e os olhos azuis envoltos em maquiagem escura. Foi amor à primeira vista. Amei o cantor, a banda, a música. Até hoje quando ouço From Yesterday do 30 Seconds to Mars lembro daquele dia. Por causa dele e desse clipe, com 14 anos as pontas dos meus cabelos eram vermelhas. Continuo acompanhando sua carreira tanto no cinema quanto musical. Sem falar que amo Jared Leto careca, com dreads, cabeludo, com moicano rosa, cabelo azul...

Andy Biersack: Ok, ok. O Andy é zoadinho. Ele já teve aquela fase scene em que cantava screamo (e eu acompanhei, confesso). Depois ele mudou para um estilo mais glam rock, com um cabelão navalhado e maquiagem digna de Kiss. Mas, atualmente, gosto dele com o cabelo curto que realça bem mais seu maxilar. Suas tatuagens, seus piercings e aquele rosto encovado de morto (haha), são extremamente atraentes para mim. Sem falar a cara de psicopata ambulante. E eu nem comecei a falar dele quando usa maquiagem. Homens com maquiagem são tudo (sou estranha, eu sei. E meu gosto são mais excêntricos ainda). Gente, acho que estou apaixonada.

Ezra Miller: Vocês nem precisam adivinhar em que filme vi-o pela primeira vez, não é? Novamente o que me atrai muito em Ezra (em Andy e também em Viggo Mortensen) é o maxilar. No caso de Ezra, ele é bem acentuado. Também gosto muito do sorriso gigante que ele tem, os olhinhos oblíquos e exóticos, o cabelo tanto curto quanto comprido (com cara de que acordou e saiu assim) e é claro: a cara de psicopata ambulante. Ô menino lindo!


Ai gente, depois que terminei esse post fiquei bem feliz. Ainda mais porque tive que procurar foto deles para preencher de beleza esse texto. E vocês? Quais são seus amores platônicos? Se forem cabeludos, com caras de maus, compartilhem aqui. Meu coração agradece.

10 on 10 - Rotina

Mais um post do Projeto 10 on 10. Dessa vez nós decidimos que o tema de maio seria "Rotina". A minha rotina não é cheia de acontecimentos, mas ela continua sendo cheia do mesmo jeito haha. Eu faço milhares de cursos e às vezes não tenho tempo nem para mim mesma. Sinceramente, eu prefiro assim. Sou uma pessoa que se entedia muito fácil, então, sempre preciso estar fazendo algo. Sem falar que amo aprender ♥. Então, vamos a algumas fotos do meu cotidiano.

Eu raramente como algo no café da manhã. Nunca consigo ingerir algo muito consistente, por isso, bebo apenas leite com Nescau. Juro para vocês, o dia que acaba Nescau ou leite aqui em casa é um dia acabado para mim. Fico com a sensação de está faltando algo o resto do dia. Eu também amo essa caneca! Adoro crânios e quando a vi, foi amor à primeira vista.

Uma vez por semana eu faço aula de desenho. Quero muito trabalhar fazendo ilustrações, por isso, achei necessário sair um pouco da minha zona de conforto e aprender realmente a desenhar direito. Essa foi uma ilustração que fiz com aquarela e nanquim de um dos meus personagens favoritos: Godzilla.

Também faço taiko uma vez por semana. São 3 horas direto de treino puxado, mas que vale totalmente a pena. É muito legal poder conviver com a cultura okinawana, ouvir músicas incríveis e conhecer vários descendentes que me contam histórias tanto de Okinawa quanto do Japão. Sem falar que dançar e tocar taiko é algo mágico.

Essa foto representa minha faculdade. Esse não é o prédio onde estudo, é apenas um das dezenas que tem no meu campus, mas gosto especialmente dele. Acho muito bonito e sempre passo por perto.

Eu não contei ainda, mas estou trabalhando na Agência Júnior da minha faculdade há um mês. Estou adorando e já aprendi tanta coisa! É muito bom passar horas lá fazendo algo que eu realmente adoro, sem falar em conviver com pessoas muito legais e diferentes.

O livro do querido Poe está aqui para representar todo o meu amor por livros e literatura. Todo dia tento ler um pouquinho, nem que seja enquanto estou no ônibus e no metrô. E o meu crânio porta-trecos está aí apenas para mostrar o meu amor pelo mundo macabro ♥

Faço aula de japonês, karatê e taiko. Como se não bastasse, assisto animes, leio mangá, ouço música japonesa. Todos os meus dias praticamente tem uma pitadinha de cultura japonesa.

Ouço música praticamente todos dias. E novamente, a banda em questão é japonesa (okinawana para ser mais precisa). Eles ganharam o meu coração e tenho quase todos os CDs no meu celular.

Karatê, como não amar? Eu que sempre fugi das aulas de educação física, hoje ganho o meu dia se tiver aula de karatê. Não dá para ir sempre por conta da faculdade, mas sempre que tem uma apresentação ou treino de final de semana, tento ir. Se me perguntar, é uma das coisas que mais gosto do meu cotidiano (e adoraria que fosse mais frequente).

E, por último: Hora da Aventura. Meu desenho favorito! Adoro acompanhar esses episódios malucos, sem pé nem cabeça. Com uma arte tão simples e um enredo tão complexo, Hora da Aventura vem conquistando dezenas de fãs. Sempre que posso, durante a semana, tento assistir algum episódio, nem que seja repetido e na televisão.

Espero que tenham gostado. Segue a lista de outros blogs participantes:

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Hotarubi no Mori e

Link do artista que fez essa linda fanart ♥

Sempre que alguém me diz que não gosta de animes, penso: “Essa pessoa não sabe o que está perdendo!”. É quase a mesma relação que tenho com a leitura. Sei que existem animes ruins, bobos, estranhos e violentos, mas também existem aqueles com histórias lindas de aquecer o coração. Então, se você nunca assistiu sequer um anime em sua vida, por que não começar com Hotarubi no Mori e que tem apenas um episódio de 45 minutos? Na verdade, é um filme, mas não consigo considerar algo de 45 minutos como um.

A história é sobre uma menina de 8 anos chamada Hotaru que passa todos os verões na casa do seu tio que fica em uma cidade do interior do Japão. Um dia, enquanto estava explorando o local, ela acaba se perdendo em uma floresta que dizem ser habitada por espíritos. Desesperada, pensando que nunca iria conseguir achar o lugar de volta, ela se põem a chorar. É nesse momento que Gin apareceu, um espírito de um rapaz que usa uma máscara de raposa. Ele ajuda Hotaru a achar o caminho de volta e diz a ela que nunca pode ser tocado por um humano, se não desaparecerá completamente. A partir desse primeiro encontro, Hotaru continua encontrando Gin todos os verões, nascendo uma amizade forte que vai aos poucos se transformando em amor.

O filme é lindo, lindo, lindo! Eu não gostei muito da arte dos personagens, mas a dos cenários são impecáveis. A história é tão doce e encantadora que me lembra os filmes da Ghibli, principalmente por apresentar meu tema favorito: mitologia japonesa. Também há várias cenas de comédia, principalmente quando Hotaru é pequenininha. A partir do momento que ela cresce, o enredo vai ficando mais sério. A minha parte favorita do filme é a do festival japonês que os espíritos comemoram. Lá dá para ver vários personagens do folclore japonês e muito da cultura “humana” também.

Tanto Hotaru quanto Gin são personagens muito bons. Apesar de amá-lo e querer tocá-lo, Hotaru se contém o tempo todo porque sabe que assim o perderá para sempre. Da mesma forma que Gin, com seu jeito protetor e bondoso, acompanha Hotaru o tempo todo mesmo sabendo que ela é sua destruição. A relação deles é baseado nas estações, na qual, ambos ficam esperando ansiosamente pelo verão para se reencontrarem.

Decididamente a história é dessas que fazem a gente pensar, chorar e aquecem o nosso coração. Sem falar que você nem percebe o tempo passar, o filme é tão curtinho (talvez o único ponto negativo) que deixa a gente com gostinho de quero mais. 

Para quem quiser, assisti online no Animetube.

5 personagens que eu gostaria de ser

Esse post faz parte da blogagem coletiva do grupo de facebook chamado Rotaroots – Blogueiros de Raiz.

Não é segredo que existem diversos personagens, seja em livros, filmes, séries, desenhos, que nos fazem desejar sê-los pelo menos alguns segundos só para viver as mesmas aventuras que eles. Às vezes, não precisamos nem viver, se tivermos um pouco da coragem deles ou de sua criatividade já basta. Então, vamos a minha lista!

Xena – A Princesa Guerreira: Quase não me lembro da série porque eu era muito pequena quando assisti, porém, eu não perdia um episódio. Eu, com meus quatro aninhos, achava incrível como aquela mulher linda e forte era capaz de derrotar qualquer um e embarcar em muitas aventuras. Ela era uma inspiração para mim e até hoje, lembro-me da série com um enorme carinho. Quem dera eu ser tão bonita, tão forte e ainda de quebra viajar pelo mundo chutando a bunda de vários caras mitológicos. Ela era o God of War mulher.

Mulan: Outra mulher forte que era minha inspiração quando criança. O filme estreou em 1998 e antes de sequer assisti-lo, eu já adorava essa história só de imaginar que os personagens teriam olhinhos puxados haha. Lembro que o McDonald’s lançou umas revistinhas da Mulan com algumas histórias em quadrinhos e eu colecionei todos antes de assistir ao filme. De qualquer forma, é meu filme favorito da Disney. As músicas, a história, a personagem principal, o Shang ♥. Como não se ver encantada por uma garota que vai para a guerra no lugar do pai e consegue salvar a China? Simplesmente incrível.

Shana: Tudo bem, péssimo nome haha. Mas Shakugan no Shana não só foi o primeiro anime que assisti na internet, como é o meu favorito. A história não é das mais criativas (na verdade, ela é muito confusa), mas eu me apaixonei pelos personagens, pelo enredo e pela arte do anime. Shana, assim como as personagens acima, é uma guerreira. Ela tenta manter o equilíbrio entre o nosso mundo e o espiritual. A personagem é fria e calculista, trata todos com desdém, mas após conhecer o humano Yuuji, ela passa a compreender mais o mundo dos humanos. Gosto especialmente dessa personagem por ser tsundere, para quem não sabe, tsundere em japonês é uma personagem que no início é fria e arrogante, mas que com o tempo você percebe que tem um bom coração.

Daenerys: Ela não é minha personagem feminina favorita da série (ainda gosto mais da Arya e da Melisandre), mas seria inegável da minha parte dizer que ela tem uma das histórias mais legais. Eu sei que deve ser maluquice da minha cabeça querer ser um personagem de Westeros, mas Daenerys é uma personagem incrível. De todas as opções de possíveis reis que há tanto na série quanto no livro, ela é uma das melhores opções para comandar os sete reinos. Ela sabe que para governar, não basta sentar no trono de ferro, tem que saber como lidar com o povo. Por isso que ela invade Meereen e tenta organizar uma cidade para ver como é na prática. É claro que ela vai apanhar muito ainda e vai ver que não é nada fácil, mas, ela aprenderá muito mais fazendo isso do que guerreando como os outros reis estão fazendo. Por isso, adoraria ser Daenerys, passar pelos maus bocados que ela passou, só para aprender tanto quanto a personagem aprendeu e ainda aprenderá ao longo da história. Sem falar que ela tem dragões, né?

Tris: Estou lendo Divergente. Apesar de ter começado a ler com um pezinho atrás, preciso confessar que fui pega de guarda baixa pela história. Identifiquei-me muito com Tris, com sua frieza, com o jeito cheio de “não me toque” e a falta de habilidades em luta. Mas, aos poucos, ela vai mostrando que não só tem coragem, como pode ser uma menina forte. Eu adoraria tanto passar por muitas das coisas que ela passou! Sem falar que, de quebra, temos o incrível personagem Quatro ao seu lado. O pior ao ler o livro é saber que eu nunca poderei fazer parte da facção Audácia (é basicamente a equipe militar da distopia) e viver toda a adrenalina que a personagem sente. Para isso que existem os livros, não é mesmo?

Com essa lista percebo que as personagens que gostariam de ser são, em sua maioria, guerreiras. Admiro muito mulheres fortes. Não que não precisemos de um pouco de futilidade e meninice na nossa vida, porque realmente adoro esse tipo de coisa, mas adoraria viajar por aí e lutando com monstros, guerreiros, o que for. Maldito mundo ficcional.
Juro que tentei pensar em algum homem para colocar nessa lista, mas não consegui. Achei que colocar o Shang ia ser muito repetitivo e o David do livro O Jogo do Anjo sou eu cuspida e escarrada, então, não tenho vontade de ser ele. Também lembrei do Sandor, mas ele também teve uma vida muito ferrada. Então, o único personagem masculino que consegui pensar em ser é...

GODZILLA: Meu amor platônico de infância. Eu tinha um boneco dele que ao apertar a escama de suas costas, ele abria a boca. Como não amar um réptil gigante que sai por aí pisando e destruindo as cidades? A única parte chata é que ele destrói Tóquio e Tóquio é muito amor. De qualquer forma, o filme vai sair em breve e eu estarei lá, louquinha para ver.

Pensando bem, em algumas versões, o Godzilla, na verdade, é fêmea...

Nihonjin no Shiranai Nihongo

Que saudadezinhas eu estava de assistir doramas! Para quem não sabe, doramas são novelas ou séries japonesas. Apesar de gostar bastante, não assisto com muita frequência. O que eu deveria, já que faço aulas de japonês. Foi justamente por isso que decidi assistir Nihonjin no Shiranai Nihongo, que significa algo como “O japonês que os japoneses não sabem”.

A história é sobre Haruko, uma garota totalmente fora do estereótipo japonês, que veste roupas chamativas, é estourada, fala alto e o que vier à cabeça. Seu sonho é ser professora do Ensino Médio, mas, para conseguir atingir o seu objetivo, precisa ajudar uma turma de estrangeiros a passar em uma importante prova de japonês e ter sua primeira experiência como professora. É durante suas primeiras aulas que Haruko percebe que, apesar de ser japonesa, não conhece muito sobre sua própria língua (é nesse momento que você entende o porquê do título do dorama). Então, ela precisa estudar tanto quanto os estrangeiros para poder explicar a essência da língua japonesa.

É simplesmente um dorama INCRÍVEL para quem está aprendendo japonês. Eu aprendi muita coisa, fiquei com um caderno do lado anotando várias coisas interessantes que eram ensinadas ao longo da história. É um dorama super didático. Infelizmente, quem não sabe o básico de japonês, vai ficar bem perdido em várias partes, o que é uma pena, porque a história é linda! Dei altas risadas com os personagens e em outros momentos fiquei emocionada.


A cada episódio Haruko vai ajudando um de seus alunos não só com a língua japonesa, como também com ensinamentos para a vida (apesar de ela ser super atrapalhada e sempre se meter em problemas). Os personagens estrangeiros são: Paul, o inglês conquistador; Jack, o americano certinho; Ellen, a suíça apaixonada por ninjas; Kinrei, a chinesa metida; Diana, a russa que adora música Enka (um estilo musical japonês que mistura instrumentos ocidentais com orientais); Bob, o afro-americano engraçadão; Luca, o italiano otaku; Marie, a francesa que adora a Yakuza e Ou, o chinês engraçado e sorridente. Os estrangeiros são bem estereotipados e cada um louco por algo do Japão. Tanto Haruko quanto eles vão descobrindo que tanto a cultura japonesa quanto o idioma vão além do que conhecem.

O dorama não é só sobre aprender japonês, mas sobre não desistir dos seus sonhos e que todos somos cidadãos do mundo, não é o território que nascemos que nos define. A turma aos poucos fica mais unida, mostrando que a diferença cultural não é uma barreira e sim uma forma de aprender juntos. Haruko acaba mostrando que o professor é como um pai, ele tem que cuidar não só dos ensinamentos dos seus alunos, como protegê-los em outras situações também.

Quanto aos pontos negativos, achei as atuações bem exageradas. O exagero facial de Haruko para falar achei ok na medida do possível (você acaba se acostumando e achando engraçadinho), mas achei que a dos estrangeiros foram muito exageradas, principalmente da Ellen, da Marie e da Diana. Ás vezes as atuações tinham muito cara de animação japonesa, o que ficavam muito falsas quando usadas na realidade. Também achei um pouco fora do comum essa relação tão próxima de professor e aluno (até onde eu saiba, no Japão, não existe muito essa aproximação. É algo mais frio). Para vocês terem uma ideia, achei os estrangeiros muito mais frios que os japoneses (talvez isso seja um estereótipo que eu criei, não sei). Mesmo assim, o dorama valeu cada segundinho da minha atenção.

Ele tem somente doze episódios e eu assisti no Youtube (clique para ver o 1º episódio) com legenda. Se você está fazendo aulas de japonês ou tem interesse por esse idioma, vale a pena muito assistir. E se você não sabe nada, mas quer uma história de aquecer o coração, essa é uma ótima indicação.

Obs: GENTE, O QUE ERAM AQUELAS ROUPAS DA HARUKO? Preciso de todas no meu guarda-roupa, já! Que garota mais estilosa.

10 on 10 - Coisas que nos inspiram

Bem, cá estou postando no blog depois quase quatro meses sem escrever nada. Muita coisa aconteceu e ao mesmo tempo nada aconteceu. Não queria voltar fazendo um post sem explicação, MAS depois eu faço um sobre isso.
De qualquer forma, estou participando desse projeto super legal, chamado 10 on 10. São 10 blogueiras, que todo dia 10 do mês, vão postar 10 fotos sobre algum tema. Aí é o momento que vocês se perguntar: "Mas, Dasty, hoje não é dia 12?". Sim, meus caros amigos, eu estou atrasada. Não muito, porque até ontem eram 11 meninas que iriam postar, mas uma não conseguiu tirar as fotos. E, como podem ver, eu também não consegui postar a tempo (mas não quis desistir porque sou essa pessoa teimosa). Então, estou aqui, uma da madrugada, postando, sendo que amanhã acordarei as 7 horas. Sem mais delongas, vamos as fotos!

Gatos. Eu absolutamente amo gatos. A forma despreocupada que andam por aí, a liberdade, a capacidade andar sobre telhados e poder ver o bairro inteiro, admiro tudo. Queria me transformar em um gatinho e explorar a cidade.

Artes marciais. Quem acompanha o blog sabe que faço karatê. É algo que nunca imaginei que amaria tanto. Karatê é estratégia, respeito, honra, meditação. Você aprende tanta coisa! Seu corpo e sua mente se transformam.

Amo cogumelos! Acho-os uma gracinha. Esse pequeno cogumelo (ele era muito muito pequeno, sério), representa a natureza. Amo o céu, as estrelas, as árvores, animais, insetos, as pequenas coisas. É incrível o que podemos encontrar por aí, bem debaixo de nossos pés (por favor, não pisem em cogumelos).

Livros! Algo que amo imensamente e nem precisa explicar, não é? É como viver em outro mundo, ser outra pessoa, conhecer lugares inimagináveis.

Japão. Simplesmente o país que mais me atrai desde que me conheço por gente. Como não amar sua língua? Como não admirar sua cultura riquíssima e seus costumes? Como não se emocionar com suas músicas? Eu tenho um amor inexplicável por esse país que fica do outro lado do mundo (infelizmente).

Apanhador de sonhos. Sonhos em movimentos. Quem somos nós sem sonhos? (fingindo que estou filosofando, mas na verdade quero dormir).

Universo. Esse lugar que tanto desconhecemos, tão misterioso e encantador ♥

Sou agnóstica, mas amo neopaganismo e religiões antigas. Estou tentando aprender a ler runas. Eu que fiz essas com biscuit e canetinha (elas foram energizadas também).

Taiko. Os famosos tambores japoneses. Estou fazendo aulas de taiko desde março. Essa foto representa não só algo que gosto muito da cultura japonesa, mas também da cultura okinawana (conjunto de ilhas do Japão), já que esse taiko é de um grupo de Okinawa. A cultura okinawana era algo que até um ano atrás eu não sabia muita coisa e hoje faz parte do meu cotidiano. Tanto o taiko e karatê que faço, são do estilo okinawano.

E, por último, o amor ♥ Mentira, é chocolate mesmo. Chocolate é algo muito inspirador, ainda mais com a Páscoa chegando.

Espero que tenham gostado desse post confuso e cara de pau. Mas, prometo, que vou voltar com o blog (se alguém ainda lê isso daqui).

As participantes:
Bella Freitas
Bia Ferreira
Evelise Marques
Gabrielle Silva
Jhoyce Adelaide
Joyce Freitas
Luciana Rodrigues
Renata Fukuda
Stael Guimarães