5 amores platônicos famosos

Esse post faz parte da blogagem coletiva do grupo de facebook chamado Rotaroots – Blogueiros de Raiz.

Ah, os amores platônicos… aqueles impossíveis de acontecer, principalmente se a pessoa em questão está do outro lado de uma tela de televisão ou do outro lado do oceano. O pior é quando não é o ator que te cativa e sim o personagem. Tenho dezenas de amores platônicos vindo de livros, séries, filmes e bandas. Se fosse citar todos, esse post seria cansativo demais, então aqui vão os principais.

Aragorn (Viggo Mortensen): Convenhamos, desde pequena sou apaixonada por homens cabeludos, guerreiros, com cara de maltrapilho HAHA. Então, lá pelos meus 8 aninhos, quem ganhou meu coração em Senhor dos Anéis não foi Orlando Bloom como Legolas e sim Viggo Mortensen com seus cabelos rebeldes, olhos azuis e seu rosto de que passou por maus bocados. Mais apaixonante que o personagem (e o ator também, apesar dele já estar velho agora, não que eu me importe) é o amor que ele tem pelo seu reino e por Arwen. Até hoje quando assisto Senhor dos Anéis, ele me arranca suspiros.

Thiago Lacerda: Gosto de chamar o Thiago Lacerda de “Aragorn Brasileiro”. O motivo disso é a minissérie “A Casa das Sete Mulheres”, em que ele aparece cabeludo, barbudo e lutando. Como eu estava naquela vibe Senhor dos Anéis, novamente fui pega. Até hoje sou completamente apaixonada pelo Thiago Lacerda e adorei vê-lo em o “O Tempo e o Vento” em um personagem parecido com Giuseppe Garibaldi de “A Casa das Sete Mulheres”. Por favor, deem mais papéis assim a ele!

Jared Leto: Acho que meu amor platônico mor. Lembro exatamente o dia que o vi pela primeira vez. Estava deitada no sofá mudando de canal na televisão, quando vi quatro caras em um lugar que parecia a China e um deles tinha o cabelo curto e preto, com as pontas vermelhas e os olhos azuis envoltos em maquiagem escura. Foi amor à primeira vista. Amei o cantor, a banda, a música. Até hoje quando ouço From Yesterday do 30 Seconds to Mars lembro daquele dia. Por causa dele e desse clipe, com 14 anos as pontas dos meus cabelos eram vermelhas. Continuo acompanhando sua carreira tanto no cinema quanto musical. Sem falar que amo Jared Leto careca, com dreads, cabeludo, com moicano rosa, cabelo azul...

Andy Biersack: Ok, ok. O Andy é zoadinho. Ele já teve aquela fase scene em que cantava screamo (e eu acompanhei, confesso). Depois ele mudou para um estilo mais glam rock, com um cabelão navalhado e maquiagem digna de Kiss. Mas, atualmente, gosto dele com o cabelo curto que realça bem mais seu maxilar. Suas tatuagens, seus piercings e aquele rosto encovado de morto (haha), são extremamente atraentes para mim. Sem falar a cara de psicopata ambulante. E eu nem comecei a falar dele quando usa maquiagem. Homens com maquiagem são tudo (sou estranha, eu sei. E meu gosto são mais excêntricos ainda). Gente, acho que estou apaixonada.

Ezra Miller: Vocês nem precisam adivinhar em que filme vi-o pela primeira vez, não é? Novamente o que me atrai muito em Ezra (em Andy e também em Viggo Mortensen) é o maxilar. No caso de Ezra, ele é bem acentuado. Também gosto muito do sorriso gigante que ele tem, os olhinhos oblíquos e exóticos, o cabelo tanto curto quanto comprido (com cara de que acordou e saiu assim) e é claro: a cara de psicopata ambulante. Ô menino lindo!


Ai gente, depois que terminei esse post fiquei bem feliz. Ainda mais porque tive que procurar foto deles para preencher de beleza esse texto. E vocês? Quais são seus amores platônicos? Se forem cabeludos, com caras de maus, compartilhem aqui. Meu coração agradece.

10 on 10 - Rotina

Mais um post do Projeto 10 on 10. Dessa vez nós decidimos que o tema de maio seria "Rotina". A minha rotina não é cheia de acontecimentos, mas ela continua sendo cheia do mesmo jeito haha. Eu faço milhares de cursos e às vezes não tenho tempo nem para mim mesma. Sinceramente, eu prefiro assim. Sou uma pessoa que se entedia muito fácil, então, sempre preciso estar fazendo algo. Sem falar que amo aprender ♥. Então, vamos a algumas fotos do meu cotidiano.

Eu raramente como algo no café da manhã. Nunca consigo ingerir algo muito consistente, por isso, bebo apenas leite com Nescau. Juro para vocês, o dia que acaba Nescau ou leite aqui em casa é um dia acabado para mim. Fico com a sensação de está faltando algo o resto do dia. Eu também amo essa caneca! Adoro crânios e quando a vi, foi amor à primeira vista.

Uma vez por semana eu faço aula de desenho. Quero muito trabalhar fazendo ilustrações, por isso, achei necessário sair um pouco da minha zona de conforto e aprender realmente a desenhar direito. Essa foi uma ilustração que fiz com aquarela e nanquim de um dos meus personagens favoritos: Godzilla.

Também faço taiko uma vez por semana. São 3 horas direto de treino puxado, mas que vale totalmente a pena. É muito legal poder conviver com a cultura okinawana, ouvir músicas incríveis e conhecer vários descendentes que me contam histórias tanto de Okinawa quanto do Japão. Sem falar que dançar e tocar taiko é algo mágico.

Essa foto representa minha faculdade. Esse não é o prédio onde estudo, é apenas um das dezenas que tem no meu campus, mas gosto especialmente dele. Acho muito bonito e sempre passo por perto.

Eu não contei ainda, mas estou trabalhando na Agência Júnior da minha faculdade há um mês. Estou adorando e já aprendi tanta coisa! É muito bom passar horas lá fazendo algo que eu realmente adoro, sem falar em conviver com pessoas muito legais e diferentes.

O livro do querido Poe está aqui para representar todo o meu amor por livros e literatura. Todo dia tento ler um pouquinho, nem que seja enquanto estou no ônibus e no metrô. E o meu crânio porta-trecos está aí apenas para mostrar o meu amor pelo mundo macabro ♥

Faço aula de japonês, karatê e taiko. Como se não bastasse, assisto animes, leio mangá, ouço música japonesa. Todos os meus dias praticamente tem uma pitadinha de cultura japonesa.

Ouço música praticamente todos dias. E novamente, a banda em questão é japonesa (okinawana para ser mais precisa). Eles ganharam o meu coração e tenho quase todos os CDs no meu celular.

Karatê, como não amar? Eu que sempre fugi das aulas de educação física, hoje ganho o meu dia se tiver aula de karatê. Não dá para ir sempre por conta da faculdade, mas sempre que tem uma apresentação ou treino de final de semana, tento ir. Se me perguntar, é uma das coisas que mais gosto do meu cotidiano (e adoraria que fosse mais frequente).

E, por último: Hora da Aventura. Meu desenho favorito! Adoro acompanhar esses episódios malucos, sem pé nem cabeça. Com uma arte tão simples e um enredo tão complexo, Hora da Aventura vem conquistando dezenas de fãs. Sempre que posso, durante a semana, tento assistir algum episódio, nem que seja repetido e na televisão.

Espero que tenham gostado. Segue a lista de outros blogs participantes:

Bella Freitas
Bia Ferreira
Evelise Marques
Gabrielle Silva
Jhoyce Adelaide
Joyce Freitas
Luciana Rodrigues
Renata Fukuda
Stael Guimarães

Hotarubi no Mori e

Link do artista que fez essa linda fanart ♥

Sempre que alguém me diz que não gosta de animes, penso: “Essa pessoa não sabe o que está perdendo!”. É quase a mesma relação que tenho com a leitura. Sei que existem animes ruins, bobos, estranhos e violentos, mas também existem aqueles com histórias lindas de aquecer o coração. Então, se você nunca assistiu sequer um anime em sua vida, por que não começar com Hotarubi no Mori e que tem apenas um episódio de 45 minutos? Na verdade, é um filme, mas não consigo considerar algo de 45 minutos como um.

A história é sobre uma menina de 8 anos chamada Hotaru que passa todos os verões na casa do seu tio que fica em uma cidade do interior do Japão. Um dia, enquanto estava explorando o local, ela acaba se perdendo em uma floresta que dizem ser habitada por espíritos. Desesperada, pensando que nunca iria conseguir achar o lugar de volta, ela se põem a chorar. É nesse momento que Gin apareceu, um espírito de um rapaz que usa uma máscara de raposa. Ele ajuda Hotaru a achar o caminho de volta e diz a ela que nunca pode ser tocado por um humano, se não desaparecerá completamente. A partir desse primeiro encontro, Hotaru continua encontrando Gin todos os verões, nascendo uma amizade forte que vai aos poucos se transformando em amor.

O filme é lindo, lindo, lindo! Eu não gostei muito da arte dos personagens, mas a dos cenários são impecáveis. A história é tão doce e encantadora que me lembra os filmes da Ghibli, principalmente por apresentar meu tema favorito: mitologia japonesa. Também há várias cenas de comédia, principalmente quando Hotaru é pequenininha. A partir do momento que ela cresce, o enredo vai ficando mais sério. A minha parte favorita do filme é a do festival japonês que os espíritos comemoram. Lá dá para ver vários personagens do folclore japonês e muito da cultura “humana” também.

Tanto Hotaru quanto Gin são personagens muito bons. Apesar de amá-lo e querer tocá-lo, Hotaru se contém o tempo todo porque sabe que assim o perderá para sempre. Da mesma forma que Gin, com seu jeito protetor e bondoso, acompanha Hotaru o tempo todo mesmo sabendo que ela é sua destruição. A relação deles é baseado nas estações, na qual, ambos ficam esperando ansiosamente pelo verão para se reencontrarem.

Decididamente a história é dessas que fazem a gente pensar, chorar e aquecem o nosso coração. Sem falar que você nem percebe o tempo passar, o filme é tão curtinho (talvez o único ponto negativo) que deixa a gente com gostinho de quero mais. 

Para quem quiser, assisti online no Animetube.