Sobre o Blog

O blog nasceu em um dia cinzento e tedioso de Janeiro, com o nome Digno de Nota e com o objetivo de publicar contos da minha autoria, pois quero ser escritora. Como podem ver, não saiu como o planejado já que quase não posto contos. Então o plano B foi tornar o blog literário, já que leio um bocado. Como podem constatar, também não deu certo. Então percebi que o enfoque do blog mesmo é ser pessoal, isso mesmo, é como um diário, mas eu falo sobre coisas que gosto e dou dicas não só de livros, como animes, filmes, séries, entre outros. O problema é que o link do blog era cheio de hifens já que Digno de Nota já estava sendo usado por outras pessoas, então senti a necessidade de mudar para algo mais original e diferente, diferente até demais. Foi então que surgiu Spleen Juice.
Por que diabos o blog chama Spleen Juice? Se você jogar no google, provavelmente ele dará a tradução literal que é "Suco de Baço"e foi mais ou menos assim que surgiu a ideia. Lá estava eu, assistindo Supernatural, em um episódio que o Sam e o Dean vão ver a autópsia de um cadáver, quando o médico sem querer corta uma parte e espirra um líquido na cara do Sam, e ele diz: "Sorry, Spleen Juice" ou seja "Desculpe, suco de baço". Na verdade, o Spleen não quer dizer baço no sentido que eu quero, e sim é o Spleen na época do Romantismo (minha época favorita da literatura), que significa melancolia, tédio, entre outros. Spleen Juice, seria Suco de Melancolia, ou seja, você bebendo o seu próprio tédio, o que é irônico já que o blog serve para tirar meu tédio e o seu. O blog, apesar de ser fofinho (por causa do layout, mas logo mais eu mudo), mostra um lado que eu gosto: o sombrio, o misterioso, o escuro, o macabro, os livros, a noite, o sobrenatural. Sem falar, na minha loucura por Álvares de Azevedo. E então? Quer entrar e beber deste suco?

"Os Românticos sentiam-se atraídos pela noite, por ruínas antigas e pelo sobrenatural. Preocupavam-se com aquilo a que chamamos de lado noturno da vida, ou seja, o obscuro, o lúgubre, o místico".
Mundo de Sofia - Jostein Gaarden